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e-Book detalha fontes de interferência em redes Wi-Fi

Publicação da Netscout faz sucesso entre os seguidores do Grupo Policom

O Grupo Policom é distribuidor das soluções Netscout, especialmente direcionadas à gestão de serviços de redes móveis e à identificação de problemas de desempenho na rede, assim como voltadas a ajudar empresas e integradores a, rapidamente, equacionarem problemas que causam interrupções de negócios ou impactam negativamente nos usuários de TI.

Tendo como objetivo contribuir com os times de suporte de TI, operações de data center e também para profissionais que atuam com projetos de novas redes e precisam ter precisão ao definir sua infraestrutura Wi-Fi, o Grupo Policom, em parceria com a Netscout, elaborou e-book que detalha as fontes de interferência na rede Wi-Fi e os caminhos para solucioná-las.

Pesquisas elaboradas pela Netscout mostram que mais de 90% das empresas consideram todas as suas redes Wi-Fi, ou parte delas, como vitais para a missão, sendo que 35% das empresas dizem que a interferência por RF é a principal causa de queixas do cliente, enquanto 60% nem mesmo sabem se os problemas se devem a interferência por RF ou não. Esses números, detectados em pesquisa realizada pela Netscout, têm como causa a ampla adoção de redes sem IO em empresas, resultado do novo padrão 802.11.

O problema de interferência, segundo a Netscout, ­ origina-se na tendência de as tecnologias sem IO poderem tentar usar as mesmas frequências simultaneamente com dispositivos Wi-Fi. Quando isso ocorre, sinais adicionais aparecem como interferência em sistemas Wi-Fi. Sendo assim, a rápida identificação de quais dispositivos estão interferindo, as informações claras sobre os canais afetados e a identificação e atenuação correta dos interferentes já na primeira tentativa são fundamentais.

Para atender essas metas, o e-Book traz capítulos específicos sobre Telefones analógicos sem IO,  Babás eletrônicas, Dispositivos Bluetooth, Telefones digitais sem IO, Câmeras sem IO e monitores de vídeo digitais, Controles de jogos sem IO, Fornos de micro-ondas, Detector de movimentos, Mouse sem IO não Bluetooth, Jammers de RF e banda estreita, Gerador de sinal de RF, Dispositivos ZigBee e Dispositivos de espectro espalhado por salto de frequência. Em todos os casos são apresentados os padrões de espectro de RF, o impacto sobre a WLAN 802.11 e as ações recomendadas para correção, entre outros aspectos.

Como informa Anderson Carvalho, gerente de Marketing do Grupo Policom, “a quantidade de dúvidas que nosso time de pré-vendas recebe mensalmente a respeito de tecnologias Wi-Fi deixa claro que muito ainda deve ser aprendido a respeito desta tecnologia. As soluções Netscout e toda a dedicação dessa empresa em entender como as tecnologias Wi-Fi podem influenciar na produtividade dos times de suporte de TI dão uma importante contribuição ao nosso mercado. Considero este e-Book uma leitura imperdível”.

Gratuito, o e-Book Fontes de Interferência em Redes WiFi pode ser solicitado em  contato@policom.com.br

Sonda com filtro para rastreamento claro e preciso do cabeamento de comunicação: novidade da Fluke Networks

A sonda com filtro Pro3000™ acaba com o “chiado” gerado por interferência de sinais exteriores e oferece aos técnicos um descanso dos ruídos para que rastreiem a fiação com mais eficiência

A Fluke Networks lançou a sonda com filtro PRO3000F, mais recente versão da clássica família de sondas e geradores de tons Pro3000. A Pro3000F apresenta um filtro avançado que remove a interferência de sinais de 50Hz ou 60 Hz e suas frequências harmônicas. O filtro permite que técnicos encontrem facilmente o cabo ou fio que rastreiam mesmo na presença de fontes externas de ruído, como cabos de energia e de iluminação.

“A Pro3000 é há muito tempo nossa ferramenta mais vendida de geração de tons. Ela combina preço reduzido e recursos como alto-falante com alcance de 16 km que permite gerar tons através de paredes de gesso. E tudo com a qualidade e confiabilidade que as pessoas esperam da Fluke Networks. Estamos extremamente orgulhosos, pois mais de 400 clientes deram ao produto uma avaliação 4,4 de 5 na Amazon”, declarou Harley Lang III, RCDD, diretor de marketing da Fluke Networks. “Levamos as opiniões de nossos clientes muito a sério. Por isso, adicionamos a versão com filtro à nossa linha de sondas e geradores de tons: era o aperfeiçoamento mais solicitado. O recurso de filtragem do Pro3000F é um divisor de águas em termos de desempenho.”

Rastrear e gerar tons no cabeamento são atividades que fazem parte do fluxo de trabalho de técnicos de cabeamento de novas instalações ou da manutenção de redes mais antigas. Os técnicos podem usar geradores de tons e sondas para verificar continuidade, identificar conexões com problemas e manter o cabeamento organizado.

Em determinados ambientes, como durante a reforma de um edifício, fontes de interferência de sinais — inclusive fontes de alimentação de ferramentas elétricas, iluminação e ventiladores — podem sobrecarregar o tom enviado por um gerador de tons convencional. Geralmente, o ruído tem frequência de 60 Hz ou 50Hz e suas harmônicas, o que pode dificultar o fluxo de trabalho dos técnicos ou até impossibilitar que eles rastreiem o cabeamento de forma precisa.

“Gerar tons em cabos na presença de ruído indesejável pode ser uma tarefa demorada e requer prática e paciência”, comentou John Seger, diretor técnico especialista e engenheiro de aplicações da Leviton Network Solutions, importante fornecedora de produtos e sistemas de infraestrutura de rede de alto desempenho. “Sondas com a capacidade de filtrar interferências de corrente alternada tornam o trabalho na obra muito mais fácil e eficiente para os técnicos de campo.”

A sonda com filtro PRO3000F é vendida separadamente ou com o gerador de tons Pro3000, que apresenta a tecnologia SmartTone™ com cinco tons distintos para a identificação do par exato. Ela também é compatível com geradores analógicos antigos e com aqueles integrados aos produtos da Fluke Networks, inclusive das séries MicroScanner2™, CableIQ™ e DSX CableAnalyzer™. A nova sonda da Fluke Networks está disponível em todo o mundo nas versões de 60 Hz e 50 Hz, por meio de revendedores autorizados de todo o mundo.

Fluke anuncia novo Gerente Nacional de Vendas

Rodrigo Cunha, que atua no Grupo Fortive desde 2014, assume o desafio de liderar a operação comercial no Brasil das divisões industrial, networks e de calibração

Comprometida com o objetivo de fortalecer a sua posição de liderança no mercado de teste e medição e aprimorar o desenvolvimento e adoção de suas inovadoras ferramentas, a Fluke nomeia Rodrigo Cunha para a Gerência Nacional de Vendas. Com quase 20 anos de experiência na área industrial, o executivo é graduado em Engenharia Elétrica pela Mauá e pós-graduado em Administração de Empresas com ênfase em finanças pela FGV. Nos últimos cinco anos, Cunha passou por duas empresas do Grupo Fortive, sendo quatro anos na Fluke e um ano na Tektronix. Sua experiência anterior inclui organizações renomadas como Ericsson, AON Warranty e Apex Tools.

Cunha possui sólida experiência e assume a posição com a intenção de alavancar ainda mais a área de vendas da companhia. Para alcançar seus objetivos e metas de crescimento, o executivo planeja estreitar ainda mais o relacionamento com a rede de distribuidores, impulsionando o desenvolvimento técnico de seus especialistas e aumentando a geração de demanda dentro dos canais de vendas. “Estar próximo do distribuidor e do usuário de nossas soluções nos aproxima de suas necessidades, deixando-nos ainda mais atentos para atender de maneira estratégica e assertiva cada região e segmento de mercado”, enfatiza Cunha.

No Brasil, a Fluke conta com uma equipe de 70 distribuidores, mais de 2000 produtos comercializados e 200 pontos de venda. A companhia pertence ao Grupo Fortive, conglomerado independente, de capital aberto, que reúne um grupo de empresas líderes em seus mercados que representam um faturamento global da ordem de US$ 6.2 bilhões.

De acordo com o novo Gerente Nacional de Vendas, “a Fluke passa por uma reestruturação e se alinha cada vez mais às principais tendências de mercado. Deixamos de focar no produto e passamos a enfatizar soluções, embutidas em conceitos macro como indústria 4.0, eficiência energética, manutenção preditiva, entre outros”.  Para Cunha, um desafio adicional será buscar este crescimento contínuo em um cenário de incertezas políticas e econômicas, especialmente em relação à variação do dólar. Os setores de Oil&Gas, energia, datacenter, mineração, siderurgia e automotivo, seguem como prioritários.

Fluke do Brasil participa da Fenasucro & Agrocana

Objetivo é fortalecer relacionamento com setor sucroenergético e com integradores de redes de dados e de automação industrial

      

Líder  mundial em Instrumentos e ferramentas de teste e medição, equipamentos para calibração, a Fluke do Brasil esteve presente na edição 2018 da Fenasucro & Agrocana, realizada de 21 a 24 de agosto, no Centro de Eventos Zanini, em Sertãozinho (SP).

De acordo com Rodrigo Cunha, gerente Nacional de Vendas da empresa, “historicamente participamos da Fenasucro & Agrocana pelo potencial da região e pela oportunidade de nos aproximarmos ainda mais das empresas, das usinas de açúcar e álcool e dos prestadores de serviços da região”.

Para atender seus objetivos, a Fluke do Brasil destacou em seu estande produtos voltados à manutenção preditiva e análise de vibrações, que compõem a linha da Fluke Industrial, e especificadores de rede da linhas DSV, além de certificadores Versiv, entre outros itens do portfólio da Fluke Networks.

O Grupo Policom é o maior distribuidor Fluke Networks para o mercado brasileiro e mantém equipe focada no atendimento de parceiros no interior do Estado de São Paulo e corpo técnico especializado nas soluções da Fluke do Brasil, seja na linha Industrial, seja nos certificadores das linhas DSX e Versiv.

A feira é uma realização do Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis (CEISE Br), organizada e promovida pela Reed Exhibitions Alcantara Machado. Durante os quatro dias, segundo a organização, o evento superou as expectativas, tendo recebido mais de 40 mil visitantes e gerado negócios ao redor de R$ 4 bilhões. Na área do conhecimento, foram 5 mil congressistas e 370 palestrantes em uma programação que contou com mais de 350 horas de eventos de conteúdo. Em 2019, a Fenasucro & Agrocana já tem data marcada: 20 a 23 de agosto.

A acelerada evolução das redes de banda larga

As redes das cidades inteligentes precisarão de infraestrutura adequada, o que inclui uma mistura de fibra óptica, cobre e sistemas Wi-Fi.

 

Eduardo A. Estella Lee*

 

Os serviços de banda larga nunca foram tão procurados como agora. As implementações de rede estão aceleradas não só nas cidades, mas também nas áreas rurais. Por isso as operadoras estão tentando conectar tudo, desde empresas até redes de serviços públicos e small cells para implementações 4G e 5G. Em meio a todo este crescimento, a diversidade de meios de conectividade e modelos de negócio de operadoras de rede variam mais do que nunca. As redes agora incorporam fibra, cobre e tecnologias sem fio; ao mesmo tempo, os provedores de Internet tradicionais, empresas de cabo e empresas de serviços públicos estão construindo ou considerando redes de banda larga em um esforço para satisfazer a crescente demanda de largura de banda.

Historicamente, os provedores de serviços, como as empresas de telecomunicações, operadoras de cabo e operadoras de satélites eram os provedores exclusivos de banda larga, mas esta situação mudou nos últimos cinco anos. Devido aos seus requisitos ROI, os provedores de serviços tradicionais costumam não levar muito em conta as zonas rurais, mas agora os municípios locais e as empresas de serviços públicos estão agindo para satisfazer a demanda de banda larga também nesses lugares. Estas entidades locais agora podem ter acesso aos subsídios de infraestrutura de comunicação administrados pela FCC (Comissão Federal de Comunicações, entidade Norte Americana semelhante à ANATEL) e também podem usar bônus de rendimentos distribuídos devido aos pagamentos de utilização da rede ao longo de 10, 20 ou até mesmo 30 anos.

Atualmente os governos locais começaram a planejar iniciativas de cidades inteligentes que conectem a extensa gama de sensores, câmeras, small cells, pontos de acesso Wi-Fi entre outros dispositivos, em um sistema que ajude as cidades a utilizarem a automatização para reduzir custos operacionais e a melhorar a qualidade de vida. Estas novas redes precisarão de infraestrutura e isso inclui uma mistura de fibra óptica, cobre e sistemas Wi-Fi.

Evolução da tecnologia

As operadoras de rede podem reduzir o custo por bit de largura de banda combinando tecnologias mais recentes em sua infraestrutura. Existem algumas opções viáveis para isso:

Fibra Óptica: Apesar da diversidade de tecnologias de rede disponíveis, os serviços de banda larga convergem em fibra óptica porque oferecem uma largura de banda muito maior. Estas redes devem ser desenhadas levando em conta duas questões: flexibilidade para adaptar-se a diferentes tecnologias e manter os custos sob controle mediante ao uso de tecnologias, como a multiplexação por divisão de comprimento de onda (WDM) para expandir a capacidade de largura de banda das redes de fibra existentes.

G.fast: Nos circuitos com menos de 1000 pés (cerca de 304 metros), a tecnologia G.fast, uma variante de DSL de alta velocidade, pode entregar 1Gbps sobre o cabo de par trançado existente. As operadoras de rede podem utilizar fibra até mesmo em um complexo de apartamentos, por exemplo, e aproveitar o G.fast para entregar banda larga de alta velocidade através do cabeamento de par trançado dentro do edifício.

WDM PON: Muitas redes existentes de última milha foram construídas como redes ópticas passivas (PON), e agora a WDM está ampliando a capacidade de PON ao acrescentar novos comprimentos de onda à fibra. Isto estimulou importantes melhorias de largura de banda nos últimos anos, já que o chamado NGPON2 pode oferecer serviço de 1Gbps em um único comprimento de onda.

Acesso sem fio: Em áreas onde o arranjo de fibra é muito caro e o G.fast não alcança a distância suficiente, o acesso Wi-Fi proporciona um serviço ponto a ponto (PtP) ou de ponto a multiponto (PtMP) para residências ou empresas, tecnologia que geralmente os provedores de serviços de Internet sem fio oferecem (WISP) no lugar dos operadores tradicionais de telecomunicações ou de cabo. A passagem do 4G móvel sem fio para 5G mudará significativamente a viabilidade desta tecnologia, porque a quinta geração de conectividade de rede oferece uma largura de banda muito maior.

Em cada local as operadoras de rede utilizarão uma combinação destas tecnologias. Atualmente já estão começando a construir redes pensadas na implementação do 5G, por isso todas as tecnologias devem ser consideradas.

Para aumentar a capacidade das redes de fibra e PON existentes, por exemplo, faz sentido aproveitar a WDM, enquanto o G.fast é a opção óbvia para as unidades de residências múltiplas (MDU). Com uma boa combinação de tecnologias e modelos de negócio é possível otimizar essas novas redes de custo por bit e suportar capacidades futuras sem gastos extremamente excessivos. É fundamental que as cidades, os serviços públicos e os provedores comecem a planejar e construir hoje.

 

*Eduardo A. Estella Lee é diretor para a área de produtos de conectividade da CommScope para as regiões da América Latina e Caribe.

 

Grupo Policom comemora resultados do primeiro semestre

Estatísticas mostram evolução em novos mercados e novas marcas

O ano de 2018 levou o Grupo Policom a buscar novos desafios e reestruturar sua operação, inclusive revendo parcerias e marcas distribuídas. Os resultados consolidados do período de janeiro a junho mostram a assertividade da decisão: crescimento e desenvolvimento de novos mercados, sem perder espaços conquistados ao longo de quase 30 anos de atividades.

“Neste primeiro semestre do ano cresceram as vendas de soluções de parcerias mais recentes, fechadas a partir de 2016, quando comparadas ao mesmo período de 2017. Como exemplos, podemos citar a comercialização de soluções Vault, 119%; Netscout, 66%; e Nexans, 61%, além das soluções TP-LINK e Fluke Industrial, que embora estejam no portfólio há pouco menos de dois anos, já apresentam números consistentes”, comenta Luís Fernando M. de Oliveira, presidente do Grupo Policom.

Também estão sendo comemorados os resultados do primeiro semestre de 2018 por verticais, quando comparado aos seis primeiros meses de 2017. As soluções de infraestrutura de cabeamento estruturado – atividade em que o Grupo Policom é referência nacional – representou 66% das vendas, enquanto sistemas para CFTV IP ficou com 13% do total, com os restantes 21% sendo compartilhado entre as demais soluções, a exemplo de Fluke, Brady, APC, Racks etc.

Essas conquistas, de acordo com o presidente e do Grupo Policom, resultam de diversas iniciativas da empresa, com especial atenção “à diversificação da linha de produtos, dedicação a novos mercados, como eficiência energética, e o constante investimento na qualificação de nossos times”.