CommScope: atração no 18º Futurecom, com novidades

28/10/2016 às 22:07

commscope-na-futurecomA CommScope - detentora da marca SYSTIMAX, entre outras - participou da 18ª edição do Futurecom, realizado em São Paulo (SP), de 17 a 20 de outubro.

Líder em infraestrutura de redes de comunicação, a CommScope oferece uma diversificada gama de produtos e soluções para atender empresas e empreendimentos que compõem o ecossistema de telecomunicações e TI, desde operadoras de telefonia e TV por assinatura até infraestrutura de prédios inteligentes.

Em seu estande, a empresa mostrou soluções para telecomunicações, como a FTTx da CommScope para redes de fibra; antenas e jumpers de RF e de fibra; conversor universal de radiofrequência para redes de TI, que permite adicionar operadores, bandas ou tecnologias de rede sem necessidade de novas infraestruturas; linha para telefonia fixa, com cabos coaxiais e fibras ópticas; além de novidades na área de cabeamento estruturado, com a fibra óptica multimodo de alta performance OM5, um produto com tecnologia WideBand Multimode Fiber, direcionado a edifícios inteligentes e Data Centers.

Além disso, a participação no Futurecom configura-se a primeira apresentação das linhas da TE Connectivity e AMP adquiridas pela CommScope em 2015.

Como frisa Adriana Antonelli, gerente regional de Marketing da CommScope, a presença dessa empresa que é líder mundial em infraestrutura de redes de última milha teve como objetivo levar ao público que frequenta o Futurecom “nossa visão de marca. Para isso, trouxemos todas as soluções de infraestrutura, mostrando a abrangência de nossa linha de produtos”.

Palestras

Os especialistas da CommScope também participaram de três palestras no Congresso Internacional do Futurecom, com a meta de para contribuir no debate sobre os desafios e futuras tendências do mercado.

No dia 17, Eduardo Jedruch, arquiteto de rede para a América Latina expos os principais desafios na implementação de redes de acesso, com foco no futuro, a partir de propostas para preparar o setor de telecomunicações e TI para o crescimento de usuários, uma vez que a internet das coisas (IoT) deve acrescentar cerca de dez bilhões de dispositivos a uma rede que já dá sinais de estar no limite de acessibilidade.

Pablo Dillon, arquiteto de soluções para Data Center no Caribe e América Latina, falou no dia 18 de outubro sobre a necessidade de velocidades cada vez maiores de conexão e outras características dos ecosistemas de Data Centers, por meio de estudos de caso de soluções desenvolvidas pela CommScope.

A terceira palestra sob a responsabilidade da CommScope aconteceu no dia 19, e foi ministrada por Robert Irvin, gerente da América do Norte para projetos de Soluções de Cobertura e Capacidade Distribuídas. Na ocasião, fez explanação sobre as melhores práticas, projetos, desenhos e testes de soluções DAS de alta performance, apontando as soluções mais eficazes para cada tipo de aplicação.

om5-ilustracao-de-aplicacaoOM5

OM5 é a nomenclatura escolhida pelos comitês da Norma Internacional ISO/IEC 11801 para um novo tipo de fibra: a WideBand Multimode Fiber, que é direcionada a edifícios inteligentes e Data Centers. Este é um marco importante no mundo da padronização, desse tipo de produto.

Falando sobre o produto, Simone Vieira - engenheira de aplicação da CommScope - explica que a OM5 agrega benefícios das fibras multimodo, informa que a OM%5 “já se encontra disponível globalmente pela CommScope nas versões pré-terminadas e para terminação em campo” e lista outras quatro razões para optar-se por esta fibra. São elas:

As especificações já se encontram aprovadas e publicadas pela Telecommunications Industry Association como TIA-492AAAE, que está no estágio final para ser publicada junto a IEC como IEC 60793-2-10 edition 6; OM5 e TIA-492AAAE já serão reconhecidas na próxima edição da ISO/IEC 11801 Edition 3 e na American National Standards Institute cabling standard ANSI/TIA-568.3-D. OM5 cabling suporta todo o legado das aplicações já existentes para fibra multimodo e é 100% compatível com as fibras OM3 e OM4; Essa fibra é projetada para suportar no mínimo quatro comprimentos de ondas nas janelas entre 850-953 nm, possibilitando suporte completo para as novas tecnologias emergentes. Além disso, conta com Shortwave Wavelength Division Multiplexing (SWDM), que reduz o número de fibras e permite o uso de somente 2 fibras para 40/100 Gb/s no lugar da arquitetura em paralelo 100GBASE-SR4 que utilizaria 8 fibras.