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Grupo Policom reforça equipe comercial e amplia alcance nacional

O ano de 2018 para o Grupo Policom – referência nacional e líder no mercado nacional de distribuição de produtos para Cabeamento Estruturado e CFTV, entre outras tecnologias – está sendo marcado por um processo de reestruturação em âmbito administrativo e comercial, tendo como objetivo a maior aproximação com o mercado, os parceiros e os clientes finais.

A mais recente conquista tem relação com a ampliação da equipe comercial da Policom São Paulo, com o ingresso de seis profissionais. Dois profissionais de alto conhecimento técnico, especialmente em segurança eletrônica, que há alguns anos vêm atuando na empresa como pré-vendas de CFTV e controle de acesso, foram transferidos para a área comercial, como vendedores: Jacson Dias e Deivid Guedes.

A eles, somam-se  quatro novos representantes de vendas: Evandro Posselt, com atuação em todo o Estado de Santa Catarina; Paulo Castelani, com foco em Sorocaba e regiões próximas no interior paulista; Marcelo Jaqueti, para todo o Estado do Paraná; e Rogério Gonçalves, para todo o Estado do Rio Grande do Sul

Agilidade – Para ganhar agilidade e se facilitar o acesso do cliente ao seu corpo de consultores técnico-comerciais, o Grupo Policom está atendendo pelo WhatsApp Business, através do número 11 2065 0800. Como explica Anderson Carvalho, gerente de Marketing do Grupo Policom, esse novo canal de comunicação, “além de agilizar o atendimento a clientes de todo o Brasil, permite agendamento de visitas e solicitação de cotações e se agrega ao nosso tradicional e-mail contato@policom.com.br”.

Essa novidade soma-se à nova operação logística iniciada em maio de 2018, a partir de Vila Velha (ES), via GP Cabling  com a finalidade de otimizar prazos de entrega e ampliar eficiência logística.

Fluke Day no Grupo Policom

No dia 25 de setembro, das 9h às 12h, o Grupo Policom e a Fluke do Brasil realizam o Fluke Day, um evento técnico-comercial voltado à apresentação de novidades em certificações e testes de redes de dados e elétrica.

Na programação estão duas palestras exclusivas: Atualizações em normas para certificação de cobre e fibra, ministrada por Jim Davis, diretor de vendas para América Latina da Fluke Networks; e Soluções Fluke para Eficiência Energética, a cargo de Carlos Cruz, engenheiro de aplicações do Grupo Policom.

Inscrições gratuitas em www.grupopolicom.com.br/agenda

Fluke anuncia novo Gerente Nacional de Vendas

Rodrigo Cunha, que atua no Grupo Fortive desde 2014, assume o desafio de liderar a operação comercial no Brasil das divisões industrial, networks e de calibração

Comprometida com o objetivo de fortalecer a sua posição de liderança no mercado de teste e medição e aprimorar o desenvolvimento e adoção de suas inovadoras ferramentas, a Fluke nomeia Rodrigo Cunha para a Gerência Nacional de Vendas. Com quase 20 anos de experiência na área industrial, o executivo é graduado em Engenharia Elétrica pela Mauá e pós-graduado em Administração de Empresas com ênfase em finanças pela FGV. Nos últimos cinco anos, Cunha passou por duas empresas do Grupo Fortive, sendo quatro anos na Fluke e um ano na Tektronix. Sua experiência anterior inclui organizações renomadas como Ericsson, AON Warranty e Apex Tools.

Cunha possui sólida experiência e assume a posição com a intenção de alavancar ainda mais a área de vendas da companhia. Para alcançar seus objetivos e metas de crescimento, o executivo planeja estreitar ainda mais o relacionamento com a rede de distribuidores, impulsionando o desenvolvimento técnico de seus especialistas e aumentando a geração de demanda dentro dos canais de vendas. “Estar próximo do distribuidor e do usuário de nossas soluções nos aproxima de suas necessidades, deixando-nos ainda mais atentos para atender de maneira estratégica e assertiva cada região e segmento de mercado”, enfatiza Cunha.

No Brasil, a Fluke conta com uma equipe de 70 distribuidores, mais de 2000 produtos comercializados e 200 pontos de venda. A companhia pertence ao Grupo Fortive, conglomerado independente, de capital aberto, que reúne um grupo de empresas líderes em seus mercados que representam um faturamento global da ordem de US$ 6.2 bilhões.

De acordo com o novo Gerente Nacional de Vendas, “a Fluke passa por uma reestruturação e se alinha cada vez mais às principais tendências de mercado. Deixamos de focar no produto e passamos a enfatizar soluções, embutidas em conceitos macro como indústria 4.0, eficiência energética, manutenção preditiva, entre outros”.  Para Cunha, um desafio adicional será buscar este crescimento contínuo em um cenário de incertezas políticas e econômicas, especialmente em relação à variação do dólar. Os setores de Oil&Gas, energia, datacenter, mineração, siderurgia e automotivo, seguem como prioritários.

Estádios do futuro: conectados e inteligentes para atrair mais público

Arenas para o entretenimento, como os complexos esportivos, oferecem grandes oportunidades para os fornecedores de infraestrutura tecnológica

Melissa Strait* 

Os estádios e autódromos são estruturas enormes, criadas com o objetivo de oferecer experiências empolgantes para o público. Seja para uma partida de futebol, um grande show ou uma corrida de automóveis, todas essas arenas ao redor do mundo têm como objetivo oferecer uma experiência inesquecível aos fãs. Em um mundo digital, sempre conectado, o segredo para que os usuários tenham uma permanência satisfatória inclui uma boa conexão com a internet, segura, estável e rápida, que permita, por exemplo, fazer o upload de fotos e vídeos para as redes sociais sem gargalos.

Embora os estádios tragam grandes desafios estruturais para atingir conectividade de primeira linha, por outro lado oferecem oportunidades excepcionais quando a infraestrutura de rede está em ordem. Afinal, as lojas das arenas, câmeras, luzes e até a área de fast food, tudo demanda uma largura de banda maior para poder suportar a quantidade de dados transmitidos pela Internet durante um evento, em uma praça de esportes conectada.

Por isso, cada vez mais os estádios ao redor do mundo funcionarão como pequenas cidades inteligentes. Da mesma forma que as chamadas smart cities, um estádio deve contar com uma infraestrutura que garanta aos usuários a conectividade e disponibilidade de rede necessária para satisfazer cada uma de suas necessidades, em todos os espaços. Um exemplo disso é o Estádio NRG, em Houston Texas, que conta com 783 antenas estrategicamente espalhadas pela CommScope no local, fornecendo maior largura de banda, não só dentro do estádio, mas também na região em torno dessa arena.

A conexão de alta velocidade permite também que os fãs encontrem restaurantes próximos, hospedagem, etc. Desta forma, cria-se um ecossistema de hotéis, meios de transporte, restaurantes e outros estabelecimentos, toda uma experiência envolvente para que as pessoas prefiram ir ao estádio que ficar em casa e ver o jogo pela televisão, por exemplo.

Nos Estados Unidos, empresas como a CommScope disponibilizam soluções de cobre e fibra em estádios e autódromos, como o Daytona International Speedway, para aumentar a capacidade de Wi-Fi. Na América Latina há estádios de futebol como do Monterrey, no México, com avançado sistema para tornar mais eficiente a rede celular, ampliar a cobertura das conexões sem fio, garantir o correto funcionamento dos sistemas de vídeo e áudio, etc. Seja em estádios de futebol americano, shows ou autódromos, os service providers precisam estar preparados para atender às expectativas dos torcedores e suportar as exigências futuras.

 

*Melissa Strait é jornalista, editora e trabalha como assistente executiva da diretoria de tecnologia da CommScope.

Fluke do Brasil participa da Fenasucro & Agrocana

Objetivo é fortalecer relacionamento com setor sucroenergético e com integradores de redes de dados e de automação industrial

      

Líder  mundial em Instrumentos e ferramentas de teste e medição, equipamentos para calibração, a Fluke do Brasil esteve presente na edição 2018 da Fenasucro & Agrocana, realizada de 21 a 24 de agosto, no Centro de Eventos Zanini, em Sertãozinho (SP).

De acordo com Rodrigo Cunha, gerente Nacional de Vendas da empresa, “historicamente participamos da Fenasucro & Agrocana pelo potencial da região e pela oportunidade de nos aproximarmos ainda mais das empresas, das usinas de açúcar e álcool e dos prestadores de serviços da região”.

Para atender seus objetivos, a Fluke do Brasil destacou em seu estande produtos voltados à manutenção preditiva e análise de vibrações, que compõem a linha da Fluke Industrial, e especificadores de rede da linhas DSV, além de certificadores Versiv, entre outros itens do portfólio da Fluke Networks.

O Grupo Policom é o maior distribuidor Fluke Networks para o mercado brasileiro e mantém equipe focada no atendimento de parceiros no interior do Estado de São Paulo e corpo técnico especializado nas soluções da Fluke do Brasil, seja na linha Industrial, seja nos certificadores das linhas DSX e Versiv.

A feira é uma realização do Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis (CEISE Br), organizada e promovida pela Reed Exhibitions Alcantara Machado. Durante os quatro dias, segundo a organização, o evento superou as expectativas, tendo recebido mais de 40 mil visitantes e gerado negócios ao redor de R$ 4 bilhões. Na área do conhecimento, foram 5 mil congressistas e 370 palestrantes em uma programação que contou com mais de 350 horas de eventos de conteúdo. Em 2019, a Fenasucro & Agrocana já tem data marcada: 20 a 23 de agosto.

Como a Internet das Coisas impacta o universo do cabeamento

Richard Landim*

A Internet das Coisas (IoT) está entre os principais temas discutidos nas grandes empresas, que buscam tecnologias e soluções inovadoras para aplicar em seus negócios. De acordo com o estudo do BNDES “Internet das Coisas: um plano de ação para o Brasil”, em 2025, os benefícios gerados pela IoT atingirão 10% do PIB nacional, movimentando cerca de R$ 200 bilhões por ano. O relatório é parte do recém-lançado Plano Nacional de Internet das Coisas desenvolvido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), que prevê regulamentações, políticas públicas e o posicionamento do Brasil como uma referência mundial no segmento.

Hoje, a IoT emerge como um elemento chave para as estratégias de negócio e o conceito já é aplicado em todos os setores, especialmente saúde, varejo e indústria,  nos quais essa tecnologia viabiliza operar equipamentos através da internet ou gerenciar dispositivos totalmente conectados. Na área de cabeamento o cenário não é diferente e é imperativo entender como o segmento pode se beneficiar, utilizar ou se preocupar com esse tipo de tecnologia.

A Internet das Coisas e a rede

Uma rede consiste em diversos processadores interligados que compartilham recursos entre si. A necessidade de trocar informações entre esses módulos de processamento aumentou, dando vez a outros tipos de redes.

As redes do tipo PAN (Personal Area Network), também conhecidas como Redes de Área Pessoal, são utilizadas para que dispositivos muito próximos comuniquem-se dentro de uma distância limitada, como a rede Bluetooth, por exemplo. Já a Rede Local ou LAN (Local Area Networks), é uma rede corporativa e residencial que interliga os computadores presentes dentro de um mesmo espaço físico. Existe ainda a Metropolitan Area Network (MAN) ou Rede Metropolitana, que apesar de ser menos comum, é importante para o segmento de cabeamento, uma vez que conecta diversas redes locais em um raio de alguns quilômetros. Por fim, o Wide Area Network, WAN ou Rede de Longa Distância, abrange uma área maior, como um país ou até mesmo um continente.

A IoT impacta diretamente não somente essas redes, mas também os cabos de cobre, Wi-Fi, backbones, 4G/LTE, Data Centers das operadoras, além da área de Rádio/Fibra nos atuais ISPs. Todas essas são mídias possíveis para conexão dos dispositivos. E o crescente número de conexões impulsionadas pela IoT significa mais dispositivos conectados, exigindo maior consistência e testes em mais padrões de aplicativos.

A internet das coisas já está presente em nossos dispositivos. As Smart TVs são um bom exemplo, pois se conectam à rede via internet. Atualmente existem televisões que estão se beneficiando do PoE ou 3bt para que ela seja matizada através do próprio cabeamento.

A Internet das Coisas e os certificadores

Está claro que uma infraestrutura de rede saudável está diretamente ligada à produtividade, eficiência e expansão de serviços, ou seja, sem uma infraestrutura confiável, não há base para a Internet das Coisas. Quanto mais inteligentes as empresas se tornem, com a incorporação de uma variedade de tecnologias conectadas através da Internet das Coisas, aumenta a necessidade de segurança e gerenciamento de rede.

Vamos imaginar uma situação: se um cabista está em campo e precisa alterar algo em seu projeto, a conectividade proporcionada pela internet das coisas permite não só a alteração no computador, como a atualização do gerente de TI em tempo real. No smartphone, por exemplo, é possível acompanhar a execução do projeto, os percentuais, as falhas, e ainda ajudar o profissional em campo a resolver problemas. Os certificadores de rede possibilitam carregar, analisar e gerenciar os resultados dos testes de cabeamento a qualquer hora e lugar, otimizando o tempo de conclusão e a eficiência dos projetos.

Para que estes dispositivos de fato agreguem valor, precisam estar conectados à rede de forma contínua, sem interrupções. Isso é essencial para que a IoT atenda às expectativas. Todos, de alguma maneira, utilizarão a IoT em diferentes dispositivos e tipos de conexão. Entender a necessidade e o tipo de corporação é fundamental para remanejar o seu negócio. A Internet das Coisas vem criando novas demandas nas redes, fazendo com que um sistema conectado seja mais crítico do que nunca para projetar as redes do futuro.

*Richard Landim é especialista em vendas de produtos na Fluke Networks.