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CommScope inaugura laboratório para o desenvolvimento da nova geração de soluções Power over Ethernet

São Paulo, outubro de 2018 – A tecnologia Power over Ethernet (PoE) é uma das mais importantes tendências destacadas pelos gerentes da área de TI atualmente. Com o novo laboratório da CommScope para pesquisa e desenvolvimento, a empresa pretende demonstrar que os produtos PoE podem ir ainda mais longe.

Em seu novo laboratório, localizado em Greensboro, Carolina do Norte, nos Estados Unidos, a CommScope testará a próxima geração de aplicações para a PoE, para assim comprovar a performance e a segurança dos sistemas de cabos estruturados, especialmente quanto à performance térmica em diferentes condições de instalação. O laboratório também será utilizado para as demonstrações de outros produtos de última geração, como câmeras de vigilância de alta definição, sistemas wireless para edifícios e painéis de sinalização digital, em colaboração com parceiros da empresa.

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A tecnologia PoE permite o fornecimento de energia da corrente direta (dc) juntamente com a transmissão de dados com o uso de cabos comuns de cobre, como os da Categoria 6A. Trabalhadores de escritórios devem já conhecer a PoE, por conta do uso de telefones VoIP, que foram os primeiros dispositivos a utilizarem a tecnologia.

“Em conjunto com a transmissão de dados, a tecnologia PoE é, atualmente, uma das partes mais importantes para os dispositivos que utilizam cabos estruturados em edifícios comerciais, o que é essencial, uma vez que os gerentes de TI buscam melhores resultados, indo além de sua base instalada de cabos de cobre e necessitam conectar mais dispositivos”, afirma Ernie Pickens, vice-presidente sênior da área de soluções corporativas da CommScope. “A CommScope está comprometida com o aprimoramento da segurança, com a confiabilidade e com a alta performance de seus cabos e soluções de conectividade para dispositivos PoE, seja para os equipamentos atuais como para as novas gerações“, completa o executivo.

O novo laboratório da CommScope foi inaugurado assim que o Institute of Electrical and Electronics Engineers aprovou o novo padrão PoE de quatro pares (4pPoE) conhecido como IEEE 802.3bt, que permite conexões com maiores potências entre dispositivos, com até 90 watts na fonte de energia. Quanto maior a quantidade de energia que pode ser entregue pelos switches PoE, maior a pesquisa necessária para a verificação do impacto dos cabos estruturados em variadas condições de instalação. A lista de novos produtos PoE que serão alvo de testes do laboratório deve incluir:

• Câmeras de vigilância de alta tecnologia com atributos como zoom e reconhecimento facial
• Computadores com alimentação PoE, dispositivos thin client e painéis de sinalização digital
• Sistemas wireless para edifícios
• Sistemas de iluminação LED
• Sistemas de gerenciamento de edifícios que incorporem segurança, iluminação, controle HVAC, sistemas wireless internos e controle de acesso
• Redes IoT (Internet das coisas)

Ao longo do desenvolvimento do novo padrão IEEE, a CommScope tem compartilhado resultados de testes com os grupos de padronização em relação aos desafios teóricos na entrega de energia. Para a pesquisa inicial em seu novo laboratório, a CommScope tem utilizado equipamentos da Cisco, Signify (anteriormente conhecida como Philips Lighting) e Thinlabs para demonstrar um cenário de um smart office com iluminação, câmeras de segurança e switches LAN conectados via 4PPoE com cabos Systimax. Os engenheiros da CommScope irão analisar as emissões de calor do cabeamento em situações reais, com altos níveis de energia em instalações em forros e nas paredes.

Segundo um levantamento feito pela consultoria Grand View Research, o mercado global de soluções PoE chegará a US$ 3,77 bilhões em 2025, quando a tecnologia 4PPoE estará presente em cada vez mais aplicações e produtos.

Sobre a CommScope:
A CommScope (NASDAQ: COMM) ajuda as empresas no design, construção e administração de suas redes cabeadas e wireless em todo o mundo. Como líder em infraestrutura de telecomunicações, moldamos as redes do futuro. Por mais de 40 anos, nossa equipe global de mais de 20.000 empregados, inovadores e técnicos capacitam os clientes de todas as regiões do mundo a antecipar o que está por vir e ultrapassar os limites do possível.

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fonte: http://pt.commscope.com/

CommScope, via conectividade, contribui para o sucesso da Internet das Coisas

A CommScope conta com soluções que ressaltam a importância da conectividade para o sucesso da chamada Internet das Coisas (“IoT”).

“O segmento de automação e IoT é muito amplo, é um universo que abrange várias áreas como da indústria, da saúde, varejo, prédios inteligentes e muitos outros setores. A CommScope tem evoluído suas soluções nessas áreas, com o objetivo de estar cada vez mais conectada com as novas tecnologias”, destaca Lucio Marques, Gerente Regional da CommScope.

Automação industrial e Internet das Coisas visam a integrar processos e facilitar a resolução de problemas e são setores que têm ganhado cada vez mais espaço e força no mercado. Segundo a consultoria Bain & Company, o segmento de IoT deve movimentar cerca de US$ 300 bilhões até 2020. Além disso, gerará anualmente 5 trilhões de gigabytes de dados. Até 2025 teremos mais de 50 bilhões de dispositivos conectados à internet na indústria.

Para atender à demanda dessas tecnologias, é preciso contar com soluções com uma infraestrutura eficiente de cabeamento. Em números, podemos demonstrar a importância da fibra óptica para esses setores: estima-se que 7% de um projeto é infraestrutura, e 80% das falhas que ocorrem estão relacionadas a camadas físicas, ou seja, por escolhas de infraestrutura não adequadas.

 

Algumas soluções - As soluções de Cabeamento Estruturado preparam a infraestrutura para demandas atuais. Esse tipo de cabeamento não serve apenas para data centers ou departamentos de TI, é uma maneira padrão de gerenciar e utilizar a conectividade do seu edifício corporativo para aplicações como rede wireless, segurança, iluminação LED, entre outros. Já o Powered Fiber é um sistema de cabos de fibra energizada que aumenta a velocidade e simplifica a instalação, energização e comunicação de dispositivos de rede em até 30x, quando comparados aos sistemas a cabo CAT tradicionais.

Estádios do futuro: conectados e inteligentes para atrair mais público

Arenas para o entretenimento, como os complexos esportivos, oferecem grandes oportunidades para os fornecedores de infraestrutura tecnológica

Melissa Strait* 

Os estádios e autódromos são estruturas enormes, criadas com o objetivo de oferecer experiências empolgantes para o público. Seja para uma partida de futebol, um grande show ou uma corrida de automóveis, todas essas arenas ao redor do mundo têm como objetivo oferecer uma experiência inesquecível aos fãs. Em um mundo digital, sempre conectado, o segredo para que os usuários tenham uma permanência satisfatória inclui uma boa conexão com a internet, segura, estável e rápida, que permita, por exemplo, fazer o upload de fotos e vídeos para as redes sociais sem gargalos.

Embora os estádios tragam grandes desafios estruturais para atingir conectividade de primeira linha, por outro lado oferecem oportunidades excepcionais quando a infraestrutura de rede está em ordem. Afinal, as lojas das arenas, câmeras, luzes e até a área de fast food, tudo demanda uma largura de banda maior para poder suportar a quantidade de dados transmitidos pela Internet durante um evento, em uma praça de esportes conectada.

Por isso, cada vez mais os estádios ao redor do mundo funcionarão como pequenas cidades inteligentes. Da mesma forma que as chamadas smart cities, um estádio deve contar com uma infraestrutura que garanta aos usuários a conectividade e disponibilidade de rede necessária para satisfazer cada uma de suas necessidades, em todos os espaços. Um exemplo disso é o Estádio NRG, em Houston Texas, que conta com 783 antenas estrategicamente espalhadas pela CommScope no local, fornecendo maior largura de banda, não só dentro do estádio, mas também na região em torno dessa arena.

A conexão de alta velocidade permite também que os fãs encontrem restaurantes próximos, hospedagem, etc. Desta forma, cria-se um ecossistema de hotéis, meios de transporte, restaurantes e outros estabelecimentos, toda uma experiência envolvente para que as pessoas prefiram ir ao estádio que ficar em casa e ver o jogo pela televisão, por exemplo.

Nos Estados Unidos, empresas como a CommScope disponibilizam soluções de cobre e fibra em estádios e autódromos, como o Daytona International Speedway, para aumentar a capacidade de Wi-Fi. Na América Latina há estádios de futebol como do Monterrey, no México, com avançado sistema para tornar mais eficiente a rede celular, ampliar a cobertura das conexões sem fio, garantir o correto funcionamento dos sistemas de vídeo e áudio, etc. Seja em estádios de futebol americano, shows ou autódromos, os service providers precisam estar preparados para atender às expectativas dos torcedores e suportar as exigências futuras.

 

*Melissa Strait é jornalista, editora e trabalha como assistente executiva da diretoria de tecnologia da CommScope.

A acelerada evolução das redes de banda larga

As redes das cidades inteligentes precisarão de infraestrutura adequada, o que inclui uma mistura de fibra óptica, cobre e sistemas Wi-Fi.

 

Eduardo A. Estella Lee*

 

Os serviços de banda larga nunca foram tão procurados como agora. As implementações de rede estão aceleradas não só nas cidades, mas também nas áreas rurais. Por isso as operadoras estão tentando conectar tudo, desde empresas até redes de serviços públicos e small cells para implementações 4G e 5G. Em meio a todo este crescimento, a diversidade de meios de conectividade e modelos de negócio de operadoras de rede variam mais do que nunca. As redes agora incorporam fibra, cobre e tecnologias sem fio; ao mesmo tempo, os provedores de Internet tradicionais, empresas de cabo e empresas de serviços públicos estão construindo ou considerando redes de banda larga em um esforço para satisfazer a crescente demanda de largura de banda.

Historicamente, os provedores de serviços, como as empresas de telecomunicações, operadoras de cabo e operadoras de satélites eram os provedores exclusivos de banda larga, mas esta situação mudou nos últimos cinco anos. Devido aos seus requisitos ROI, os provedores de serviços tradicionais costumam não levar muito em conta as zonas rurais, mas agora os municípios locais e as empresas de serviços públicos estão agindo para satisfazer a demanda de banda larga também nesses lugares. Estas entidades locais agora podem ter acesso aos subsídios de infraestrutura de comunicação administrados pela FCC (Comissão Federal de Comunicações, entidade Norte Americana semelhante à ANATEL) e também podem usar bônus de rendimentos distribuídos devido aos pagamentos de utilização da rede ao longo de 10, 20 ou até mesmo 30 anos.

Atualmente os governos locais começaram a planejar iniciativas de cidades inteligentes que conectem a extensa gama de sensores, câmeras, small cells, pontos de acesso Wi-Fi entre outros dispositivos, em um sistema que ajude as cidades a utilizarem a automatização para reduzir custos operacionais e a melhorar a qualidade de vida. Estas novas redes precisarão de infraestrutura e isso inclui uma mistura de fibra óptica, cobre e sistemas Wi-Fi.

Evolução da tecnologia

As operadoras de rede podem reduzir o custo por bit de largura de banda combinando tecnologias mais recentes em sua infraestrutura. Existem algumas opções viáveis para isso:

Fibra Óptica: Apesar da diversidade de tecnologias de rede disponíveis, os serviços de banda larga convergem em fibra óptica porque oferecem uma largura de banda muito maior. Estas redes devem ser desenhadas levando em conta duas questões: flexibilidade para adaptar-se a diferentes tecnologias e manter os custos sob controle mediante ao uso de tecnologias, como a multiplexação por divisão de comprimento de onda (WDM) para expandir a capacidade de largura de banda das redes de fibra existentes.

G.fast: Nos circuitos com menos de 1000 pés (cerca de 304 metros), a tecnologia G.fast, uma variante de DSL de alta velocidade, pode entregar 1Gbps sobre o cabo de par trançado existente. As operadoras de rede podem utilizar fibra até mesmo em um complexo de apartamentos, por exemplo, e aproveitar o G.fast para entregar banda larga de alta velocidade através do cabeamento de par trançado dentro do edifício.

WDM PON: Muitas redes existentes de última milha foram construídas como redes ópticas passivas (PON), e agora a WDM está ampliando a capacidade de PON ao acrescentar novos comprimentos de onda à fibra. Isto estimulou importantes melhorias de largura de banda nos últimos anos, já que o chamado NGPON2 pode oferecer serviço de 1Gbps em um único comprimento de onda.

Acesso sem fio: Em áreas onde o arranjo de fibra é muito caro e o G.fast não alcança a distância suficiente, o acesso Wi-Fi proporciona um serviço ponto a ponto (PtP) ou de ponto a multiponto (PtMP) para residências ou empresas, tecnologia que geralmente os provedores de serviços de Internet sem fio oferecem (WISP) no lugar dos operadores tradicionais de telecomunicações ou de cabo. A passagem do 4G móvel sem fio para 5G mudará significativamente a viabilidade desta tecnologia, porque a quinta geração de conectividade de rede oferece uma largura de banda muito maior.

Em cada local as operadoras de rede utilizarão uma combinação destas tecnologias. Atualmente já estão começando a construir redes pensadas na implementação do 5G, por isso todas as tecnologias devem ser consideradas.

Para aumentar a capacidade das redes de fibra e PON existentes, por exemplo, faz sentido aproveitar a WDM, enquanto o G.fast é a opção óbvia para as unidades de residências múltiplas (MDU). Com uma boa combinação de tecnologias e modelos de negócio é possível otimizar essas novas redes de custo por bit e suportar capacidades futuras sem gastos extremamente excessivos. É fundamental que as cidades, os serviços públicos e os provedores comecem a planejar e construir hoje.

 

*Eduardo A. Estella Lee é diretor para a área de produtos de conectividade da CommScope para as regiões da América Latina e Caribe.