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CommScope, via conectividade, contribui para o sucesso da Internet das Coisas

A CommScope conta com soluções que ressaltam a importância da conectividade para o sucesso da chamada Internet das Coisas (“IoT”).

“O segmento de automação e IoT é muito amplo, é um universo que abrange várias áreas como da indústria, da saúde, varejo, prédios inteligentes e muitos outros setores. A CommScope tem evoluído suas soluções nessas áreas, com o objetivo de estar cada vez mais conectada com as novas tecnologias”, destaca Lucio Marques, Gerente Regional da CommScope.

Automação industrial e Internet das Coisas visam a integrar processos e facilitar a resolução de problemas e são setores que têm ganhado cada vez mais espaço e força no mercado. Segundo a consultoria Bain & Company, o segmento de IoT deve movimentar cerca de US$ 300 bilhões até 2020. Além disso, gerará anualmente 5 trilhões de gigabytes de dados. Até 2025 teremos mais de 50 bilhões de dispositivos conectados à internet na indústria.

Para atender à demanda dessas tecnologias, é preciso contar com soluções com uma infraestrutura eficiente de cabeamento. Em números, podemos demonstrar a importância da fibra óptica para esses setores: estima-se que 7% de um projeto é infraestrutura, e 80% das falhas que ocorrem estão relacionadas a camadas físicas, ou seja, por escolhas de infraestrutura não adequadas.

 

Algumas soluções - As soluções de Cabeamento Estruturado preparam a infraestrutura para demandas atuais. Esse tipo de cabeamento não serve apenas para data centers ou departamentos de TI, é uma maneira padrão de gerenciar e utilizar a conectividade do seu edifício corporativo para aplicações como rede wireless, segurança, iluminação LED, entre outros. Já o Powered Fiber é um sistema de cabos de fibra energizada que aumenta a velocidade e simplifica a instalação, energização e comunicação de dispositivos de rede em até 30x, quando comparados aos sistemas a cabo CAT tradicionais.

Sonda com filtro para rastreamento claro e preciso do cabeamento de comunicação: novidade da Fluke Networks

A sonda com filtro Pro3000™ acaba com o “chiado” gerado por interferência de sinais exteriores e oferece aos técnicos um descanso dos ruídos para que rastreiem a fiação com mais eficiência

A Fluke Networks lançou a sonda com filtro PRO3000F, mais recente versão da clássica família de sondas e geradores de tons Pro3000. A Pro3000F apresenta um filtro avançado que remove a interferência de sinais de 50Hz ou 60 Hz e suas frequências harmônicas. O filtro permite que técnicos encontrem facilmente o cabo ou fio que rastreiam mesmo na presença de fontes externas de ruído, como cabos de energia e de iluminação.

“A Pro3000 é há muito tempo nossa ferramenta mais vendida de geração de tons. Ela combina preço reduzido e recursos como alto-falante com alcance de 16 km que permite gerar tons através de paredes de gesso. E tudo com a qualidade e confiabilidade que as pessoas esperam da Fluke Networks. Estamos extremamente orgulhosos, pois mais de 400 clientes deram ao produto uma avaliação 4,4 de 5 na Amazon”, declarou Harley Lang III, RCDD, diretor de marketing da Fluke Networks. “Levamos as opiniões de nossos clientes muito a sério. Por isso, adicionamos a versão com filtro à nossa linha de sondas e geradores de tons: era o aperfeiçoamento mais solicitado. O recurso de filtragem do Pro3000F é um divisor de águas em termos de desempenho.”

Rastrear e gerar tons no cabeamento são atividades que fazem parte do fluxo de trabalho de técnicos de cabeamento de novas instalações ou da manutenção de redes mais antigas. Os técnicos podem usar geradores de tons e sondas para verificar continuidade, identificar conexões com problemas e manter o cabeamento organizado.

Em determinados ambientes, como durante a reforma de um edifício, fontes de interferência de sinais — inclusive fontes de alimentação de ferramentas elétricas, iluminação e ventiladores — podem sobrecarregar o tom enviado por um gerador de tons convencional. Geralmente, o ruído tem frequência de 60 Hz ou 50Hz e suas harmônicas, o que pode dificultar o fluxo de trabalho dos técnicos ou até impossibilitar que eles rastreiem o cabeamento de forma precisa.

“Gerar tons em cabos na presença de ruído indesejável pode ser uma tarefa demorada e requer prática e paciência”, comentou John Seger, diretor técnico especialista e engenheiro de aplicações da Leviton Network Solutions, importante fornecedora de produtos e sistemas de infraestrutura de rede de alto desempenho. “Sondas com a capacidade de filtrar interferências de corrente alternada tornam o trabalho na obra muito mais fácil e eficiente para os técnicos de campo.”

A sonda com filtro PRO3000F é vendida separadamente ou com o gerador de tons Pro3000, que apresenta a tecnologia SmartTone™ com cinco tons distintos para a identificação do par exato. Ela também é compatível com geradores analógicos antigos e com aqueles integrados aos produtos da Fluke Networks, inclusive das séries MicroScanner2™, CableIQ™ e DSX CableAnalyzer™. A nova sonda da Fluke Networks está disponível em todo o mundo nas versões de 60 Hz e 50 Hz, por meio de revendedores autorizados de todo o mundo.

Fluke do Brasil participa da Fenasucro & Agrocana

Objetivo é fortalecer relacionamento com setor sucroenergético e com integradores de redes de dados e de automação industrial

      

Líder  mundial em Instrumentos e ferramentas de teste e medição, equipamentos para calibração, a Fluke do Brasil esteve presente na edição 2018 da Fenasucro & Agrocana, realizada de 21 a 24 de agosto, no Centro de Eventos Zanini, em Sertãozinho (SP).

De acordo com Rodrigo Cunha, gerente Nacional de Vendas da empresa, “historicamente participamos da Fenasucro & Agrocana pelo potencial da região e pela oportunidade de nos aproximarmos ainda mais das empresas, das usinas de açúcar e álcool e dos prestadores de serviços da região”.

Para atender seus objetivos, a Fluke do Brasil destacou em seu estande produtos voltados à manutenção preditiva e análise de vibrações, que compõem a linha da Fluke Industrial, e especificadores de rede da linhas DSV, além de certificadores Versiv, entre outros itens do portfólio da Fluke Networks.

O Grupo Policom é o maior distribuidor Fluke Networks para o mercado brasileiro e mantém equipe focada no atendimento de parceiros no interior do Estado de São Paulo e corpo técnico especializado nas soluções da Fluke do Brasil, seja na linha Industrial, seja nos certificadores das linhas DSX e Versiv.

A feira é uma realização do Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis (CEISE Br), organizada e promovida pela Reed Exhibitions Alcantara Machado. Durante os quatro dias, segundo a organização, o evento superou as expectativas, tendo recebido mais de 40 mil visitantes e gerado negócios ao redor de R$ 4 bilhões. Na área do conhecimento, foram 5 mil congressistas e 370 palestrantes em uma programação que contou com mais de 350 horas de eventos de conteúdo. Em 2019, a Fenasucro & Agrocana já tem data marcada: 20 a 23 de agosto.

A acelerada evolução das redes de banda larga

As redes das cidades inteligentes precisarão de infraestrutura adequada, o que inclui uma mistura de fibra óptica, cobre e sistemas Wi-Fi.

 

Eduardo A. Estella Lee*

 

Os serviços de banda larga nunca foram tão procurados como agora. As implementações de rede estão aceleradas não só nas cidades, mas também nas áreas rurais. Por isso as operadoras estão tentando conectar tudo, desde empresas até redes de serviços públicos e small cells para implementações 4G e 5G. Em meio a todo este crescimento, a diversidade de meios de conectividade e modelos de negócio de operadoras de rede variam mais do que nunca. As redes agora incorporam fibra, cobre e tecnologias sem fio; ao mesmo tempo, os provedores de Internet tradicionais, empresas de cabo e empresas de serviços públicos estão construindo ou considerando redes de banda larga em um esforço para satisfazer a crescente demanda de largura de banda.

Historicamente, os provedores de serviços, como as empresas de telecomunicações, operadoras de cabo e operadoras de satélites eram os provedores exclusivos de banda larga, mas esta situação mudou nos últimos cinco anos. Devido aos seus requisitos ROI, os provedores de serviços tradicionais costumam não levar muito em conta as zonas rurais, mas agora os municípios locais e as empresas de serviços públicos estão agindo para satisfazer a demanda de banda larga também nesses lugares. Estas entidades locais agora podem ter acesso aos subsídios de infraestrutura de comunicação administrados pela FCC (Comissão Federal de Comunicações, entidade Norte Americana semelhante à ANATEL) e também podem usar bônus de rendimentos distribuídos devido aos pagamentos de utilização da rede ao longo de 10, 20 ou até mesmo 30 anos.

Atualmente os governos locais começaram a planejar iniciativas de cidades inteligentes que conectem a extensa gama de sensores, câmeras, small cells, pontos de acesso Wi-Fi entre outros dispositivos, em um sistema que ajude as cidades a utilizarem a automatização para reduzir custos operacionais e a melhorar a qualidade de vida. Estas novas redes precisarão de infraestrutura e isso inclui uma mistura de fibra óptica, cobre e sistemas Wi-Fi.

Evolução da tecnologia

As operadoras de rede podem reduzir o custo por bit de largura de banda combinando tecnologias mais recentes em sua infraestrutura. Existem algumas opções viáveis para isso:

Fibra Óptica: Apesar da diversidade de tecnologias de rede disponíveis, os serviços de banda larga convergem em fibra óptica porque oferecem uma largura de banda muito maior. Estas redes devem ser desenhadas levando em conta duas questões: flexibilidade para adaptar-se a diferentes tecnologias e manter os custos sob controle mediante ao uso de tecnologias, como a multiplexação por divisão de comprimento de onda (WDM) para expandir a capacidade de largura de banda das redes de fibra existentes.

G.fast: Nos circuitos com menos de 1000 pés (cerca de 304 metros), a tecnologia G.fast, uma variante de DSL de alta velocidade, pode entregar 1Gbps sobre o cabo de par trançado existente. As operadoras de rede podem utilizar fibra até mesmo em um complexo de apartamentos, por exemplo, e aproveitar o G.fast para entregar banda larga de alta velocidade através do cabeamento de par trançado dentro do edifício.

WDM PON: Muitas redes existentes de última milha foram construídas como redes ópticas passivas (PON), e agora a WDM está ampliando a capacidade de PON ao acrescentar novos comprimentos de onda à fibra. Isto estimulou importantes melhorias de largura de banda nos últimos anos, já que o chamado NGPON2 pode oferecer serviço de 1Gbps em um único comprimento de onda.

Acesso sem fio: Em áreas onde o arranjo de fibra é muito caro e o G.fast não alcança a distância suficiente, o acesso Wi-Fi proporciona um serviço ponto a ponto (PtP) ou de ponto a multiponto (PtMP) para residências ou empresas, tecnologia que geralmente os provedores de serviços de Internet sem fio oferecem (WISP) no lugar dos operadores tradicionais de telecomunicações ou de cabo. A passagem do 4G móvel sem fio para 5G mudará significativamente a viabilidade desta tecnologia, porque a quinta geração de conectividade de rede oferece uma largura de banda muito maior.

Em cada local as operadoras de rede utilizarão uma combinação destas tecnologias. Atualmente já estão começando a construir redes pensadas na implementação do 5G, por isso todas as tecnologias devem ser consideradas.

Para aumentar a capacidade das redes de fibra e PON existentes, por exemplo, faz sentido aproveitar a WDM, enquanto o G.fast é a opção óbvia para as unidades de residências múltiplas (MDU). Com uma boa combinação de tecnologias e modelos de negócio é possível otimizar essas novas redes de custo por bit e suportar capacidades futuras sem gastos extremamente excessivos. É fundamental que as cidades, os serviços públicos e os provedores comecem a planejar e construir hoje.

 

*Eduardo A. Estella Lee é diretor para a área de produtos de conectividade da CommScope para as regiões da América Latina e Caribe.

 

Grupo Policom promove workshop com parceiros sobre inovações tecnológicas

No dia 2 de agosto, das 9h às 12h30, o Grupo Policom – em parceria com Dahua, Nexans, TP-Link e Netscout – promoveu workshop sobre Inovações Tecnológicas, apresentando soluções inovadoras de alta performance para cabeamento estruturado, CFTV e WI-FI, capazes de proporcionar boa relação custo-benefício. 

A cargo de Sergio Besessa , engenheiro da Data Cable  Nexans, ficou a apresentação do conceito LANactive, voltado à descentralização da estrutura convencional de LAN, soluções de cabeamento estruturado e aplicações e tecnologias de fibra óptica em diferentes cenários. 

Ismael Mota, responsável pela área de pré-vendas da TP – Link, discorreu sobre as aplicações WI-FI disponíveis, com ênfase para as soluções  tecnológicas para o mercado SMB e a identificação de oportunidades de negócios com as soluções TP-Link. 

Na sequência, o engenheiro Marcos Paulo, do Grupo Policom, falou sobre projetos de CFTV IP, destacando as soluções Dahua integradas à inteligência internacional do mundo IoT e as aplicações m ais indicadas. 

A apresentação da linha da Netscout e seus benefícios e possibilidades de aplicação foi feita por Giselle Krambeck, gerente de distribuição da empresa no Brasil. Entre os temas, estiveram práticas para implementação de CFTV, principais problemas solucionados com as soluções Netscout e projeto de redes Wi-FI à prova de falhas.

As apresentações feitas no evento estão disponíveis em http://bit.ly/2M9onMI para download.