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ENTREVISTA EXCLUSIVA: Jim Davis, diretor de Vendas da América Latina da Fluke Networks

Diretor de Vendas da América Latina da Fluke Networks e membro de diversos comitês de padrões de cabeamento internacionais, somando mais de 25 anos de experiência na indústria de cabeamento, Jim Davis, ministrou treinamento no Grupo Policom, direcionado a profissionais que realizam instalação de redes de cabeamento e focado em certificação. Na ocasião, foi entrevistado pelo Cabling News.

Confira!

 

Quando falamos em certificação, há sempre duas vertentes: a da rede e a dos profissionais responsáveis pela instalação do cabeamento estruturado ou óptico. Focando inicialmente na rede, qual a importância da certificação?

A certificação do cabeamento é vista por muitos como custo, mas, na realidade, é uma garantia de que o cabeamento está corretamente instalado e que o cliente está recebendo o que está pagando. É uma garantia para todos os envolvidos no projeto.

E a certificação do profissional, qual sua importância?

Uma equipe formada por profissionais com conhecimento técnico dos certificadores de rede configura corretamente o equipamento de testes e leva em conta as diferenças entre medições de canal e de enlace permanente, entre outros aspectos, com ganhos de tempo e de produtividade. Estudo realizado pela Fluke mostrou os gargalos nas medições, que levam à perda de tempo, e as correções implementadas possibilitaram redução de tempo de 12 segundos para 8 segundos por teste. Individualmente parece pouco, mas, em instalações Cat 6A, esses 4 segundos fazem diferença. No entanto, esses ganhos só são possíveis com profissionais treinados e certificados, pois a certificação amplia o conhecimento técnico do profissional e a eficiência do trabalhador.

O DTX está saindo do mercado e sendo substituído pela família Versiv, mas nota-se resistência à substituição, pois há um parque instalado em perfeitas condições de uso...

Os equipamentos da Fluke Networks são conhecidos por serem muito robustos e resistentes. O DTX foi lançado em 2003, e o mercado e a tecnologia evoluíram muito de lá para cá. O DTX está sendo descontinuado por falta de componentes e até de cartão de memória com menos de 2 GB. Além disso, os componentes do DTX não seguem o requerimento mundial ROHS. Em vez de fazermos alterações no projeto e gastar dinheiro com substituição de componentes, optamos por desenvolver uma plataforma que acompanhe a evolução da tecnologia. Assim, surgiu a linha Versiv, que traz ganhos tecnológicos importantes, que se refletem em mais agilidade e produtividade, além de integração com a nuvem, gratuitamente, o que impede a perda de dados e favorece o uso de configuração customizada para grandes obras com mais de um certificador, a configuração arquivada na nuvem é automaticamente transmitida para as máquinas. Além disso, a cada novo firmeware, a atualização é automática e gratuita.

A plataforma Versiv tem integração com a CommScope. Como funciona essa parceria?

Trabalhamos muito de perto com a CommScope para medições de fibra e incorporamos a calculadora de perda de enlace (ou Link Loss Calculator) Systimax) ao conjunto de teste de perda óptica CertiFiber Pro, da Fluke Networks, e ao serviço de nuvem LinkWare Live. A parceria traz ganhos importantes para o integrador e o cliente final, pois, em uma instalação com tecnologia CommScope, o integrador coloca os dados e os componentes utilizados e o certificador avisa se os resultados obtidos são aceitáveis ou não.

Como vê o mercado atual?

É muito crescente a instalação de data centers até porque eles têm de estar fisicamente próximos ao usuário, pois não é viável ter um só data center onde a energia é mais barata, mas longe das pessoas. Por isso, tende a ter mais obras, aumentando a necessidade de certificação.

 

 

Dicas rápidas para ajudar profissionais de rede a trabalhar mais rápido e de modo mais inteligente

Nossa dependência crescente de complexos sistemas de informação, com números cada vez maiores de pontos de extremidade de rede, faz com que o papel dos primeiros solucionadores de TI seja essencial.

Mais trabalho está sendo exigido de um número cada vez menor, e muitas vezes menos qualificado, de técnicos de rede e de PC. A expansão de suas redes por metrópoles, regiões e até mesmo o globo adiciona às dificuldades de manter os sistemas em execução.

Essa dependência do mundo conectado exige que o pessoal da linha de frente mantenha redes operacionais, seja solucionando o problema do usuário final, configurando novos cubículos ou implantando novas tecnologias, como VoIP, vigilância IP ou pontos de acesso Wi-Fi.

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Originalmente publicado por @Netscout

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