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Novo vice-presidente da CommScope veio ao Brasil para participar de evento de canais e discutir soluções para smart buildings

Ed Solis, que acaba de assumir o cargo de VP para América Latina e Caribe, participou do Kick Off 2018, evento que deve reuniu 100 parceiros da empresa em SP

A CommScope realizou no dia 1˚ de março em São Paulo o Kick Off 2018, evento voltado para os canais e que reuniu mais de 100 parceiros da empresa para falar sobre as estratégias, tendências e objetivos da empresa para 2018. Na lista de companhias participantes está o Grupo Policom.

O evento contou com a presença do novo vice-presidente de vendas corporativas para a região da América Latina e Caribe, Ed Solis, que falou sobre oportunidades de negócios na área de infraestrutura para o setor de prédios inteligentes na palestra “Edifícios Comerciais: a evolução de inteligente para smart”.

Solis, que comandava anteriormente a equipe responsável pela estratégia para as áreas de Building Market Development e Enterprise, entrou na empresa em 2005 e tem como principais responsabilidades do novo cargo liderar a equipe de vendas da companhia, garantir seu crescimento na região e ampliar a participação no programa PartnerPRO.

Na área de produtos, um dos destaques do encontro foi a solução Powered Fiber Cable System, que acaba de ser lançada pela companhia. Com ela, a CommScope permite simplificar, agilizar e tornar mais econômica as instalações que exigem transmissão de dados e energia, atingindo distâncias 30 vezes maiores que as instalações tradicionais. Composta por um cabo híbrido, um extensor PoE, uma fonte e um distribuidor óptico, ela fornece alimentação e comunicação de dados a distancias de até 3km.  

Outra ferramenta estratégica da empresa abordada no evento foi o imVision, sistema de gestão de infraestrutura automatizada que fornece um novo nível de inteligência em tempo real, com redução do downtime, aumento da produtividade e segurança, entre outros benefícios. Graças à contínua comunicação com os switches e ao monitoramento do cabeamento estruturado, o imVision detecta a presença ou movimento dos dispositivos IP e identifica a localização geográfica dos equipamentos. A ferramenta permite aumentar a visibilidade sobre o funcionamento da rede, detectando falhas e alertando os administradores. Assim erros podem ser corrigidos remotamente, mesmo antes de o usuário poder notá-lo. 

E a companhia também busca ampliar sua capilaridade no Brasil. Para a área de produtos AMP Netconnect, destinada a soluções de cabeamento, a CommScope quer novos canais certificados. “Queremos sair dos atuais 74 parceiros para pelo menos 100 ativos, com destaque para regiões como Centro-Oeste e Norte, além do Oeste dos estados de Santa Catarina e Paraná”, ressalta Alex Cornetta, gerente de canais da CommScope Brasil.

Durante o evento também foram premiados os canais da empresa de maior destaque no ano anterior, com cinco categorias de premiação, destacando os parceiros com melhor resultado em vendas, com maior volume de certificações concluídas e o canal com maior número de garantias estendidas emitidas, entre outras.

Grupo Policom sedia evento de lançamento da tecnologia de Powered Fiber Commscope

O Grupo Policom, em parceria com CommScope e Pelco by Schneider Electric, em 1 de março de 2018, realizou evento de lançamento tecnologia de Powered Fiber Commscope, voltado a empresas de projeto e instalação com experiência em CFTV e/ou cabeamento óptico.

No período das 9h às 12h15, os presentes ao Policom Solution Center SP – Rua Costa Aguiar 1714, Ipiranga, São Paulo (SP) – tomaram contato com a tecnologia através de palestra de Eduardo Ventiruni, Field Application Engineer Manager Brazil da CommScope.

Os temas tratados por Venturini envolveram apresentação detalhada da solução Powered Fiber Cable System CommScope; custo, que é mais competitivo que soluções tradicionais; e instalação de soluções completas, do rack ao dispositivo, provendo energia e comunicação a dispositivos PoE/PoE+ rompendo a limitação dos 100 metros de distância. Ele também falou sobre o case de instalação no Brasil, executado por um canal do Grupo Policom, em uma das maiores indústrias de papel e celulose.

Na sequência, Hugo Campos, engenheiro da Pelco, apresentou a linha de produtos para CFTV IP da fabricante, discorrendo sobre os diferenciais dos produtos e as ferrments dispoaniveis, como video analitics, software de compressao de imagens e de gestão do sistema de monitoramento de vídeo.

A solução Powered Fiber Cable System está disponível no Brasil através das empresas do Grupo Policom.

#fibraopticaenergizada #poweredfiber #fibraenergizada

Testador wireless AirCheck G2 para rede WiFi é tema de vídeo do canal ProfessorRamos.com

Fabricado pela  Netscout , o analisador de rede WiFi Aircheck G2, comercializado pelo Grupo Policom, oferece isolamento e resolução de problemas rápidos, simples e precisos, reduzindo assim o tempo para a resolução de problemas com internet sem fio. Neste vídeo no canal #ProfessorRamos.com, o Professor Ramos fala sobre as benefícios do testador de rede. O produto está disponível no CotaONLINE do Grupo Policom.

Confira!

Powered Fiber Commscope: Solução que alimenta seus dispositivos remotos de conectados via fibra óptica será lançada em São Paulo

O Grupo Policom, em parceria com CommScope e Pelco by Schneider Electric, em 1 de março de 2018, realiza o lançamento tecnologia de Powered Fiber Commscope, em evento exclusivo para empresas de projeto e instalação com experiência em CFTV e/ou cabeamento óptico.

No período das 9h às 12h15, os presentes ao Policom Solution Center SP – Rua Costa Aguiar 1714, Ipiranga, São Paulo (SP) – terão contato com a tecnologia através de palestras de Eduardo Ventiruni, Field Application Engineer Manager Brazil da CommScope, e de Wesley de Moraes, Regional Sales Manager da Pelco, que mostrará como as soluções de CFTV IP utilizam a tecnologia CommScope e os benefícios obtidos no equacionamento de problemas de conectividade e energia em instalações de longa distância.

Os temas tratados envolvem apresentação detalhada da solução Powered Fiber Cable System CommScope; custo, que é mais competitivo que soluções tradicionais; e instalação de soluções completas, do rack ao dispositivo, provendo energia e comunicação a dispositivos PoE/PoE+ rompendo a limitação dos 100 metros de distância;

A solução Powered Fiber Cable System está disponível no Brasil através das empresas do Grupo Policom e já tem um case no Brasil: “Uma das maiores indústrias de papel e celulose do País já está se beneficiando da solução Powered Fiber Cable System Commscope, com Instalações de até 1.300m de câmeras de 15W”, informa Anderson Carvalho, gerente de Marketing do Grupo Policom.

Inscrições pelo email mkt@policom.com.br ou pelo whatsapp 11 – 97690-8402.

Artigo – O que é diferente nos TRCs e como escolher?

Richard Landim - FlukeEmbora possam parecer, os Cordões de Referência para Testes (sigla em Inglês TRCs) não são patch-cords, ou seja, cabos de interconexão usados em cabeamento estruturado na conexão ou na área de trabalho para ligação entre equipamentos e tomada de rede. Existem pequenas diferenças entre esses cordões, utilizados para a certificação de sistemas de cabeamento de fibras para os padrões ANSI/TIA, ISO/IEC, ABNT/NBR ou IEEE.

O que é diferente?

Os TRCs são construídos com cabos de referência e finalizados com conectores graduados para referência.

Conectores graduados para referência possuem tolerâncias muito mais apertadas com um diâmetro de núcleo consistente e concentricidade de núcleo/revestimento, – isto é, redondeza -, em todo o cabo. Estes conectores também têm tolerâncias mais estritas que os conectores padrões – segundo as atuais Normas conectores de referência multimodo devem ter uma perda acoplada de ≤ 0.10 dB e conectores de referência monomodo devem ter uma perda acoplada de ≤ 0.20 dB.

Em contrapartida, um padrão regular de cordão pode ter variações no diâmetro do núcleo e na geometria do cabo, com uma perda de conector típica que varia entre 0,20 e 0,5 dB para multimodo e entre 0,3 e 1,0 dB para o monomodo.

O desempenho dos conectores graduados para referência é definido pelos padrões da indústria ANSI / TIA-526-14-C e IEC 61280-4-2 e pela última revisão do padrão ANSI / TIA-568. O padrão 3-D exige limites de teste ainda menores no acoplamento entre os conectores de referência para conectores padrão.

Por que preciso deles?

Quando se trata de testar sistemas de fibra, é importante entender que perda do conector se refere à perda de um par acoplado de conectores – na verdade, é impossível medir um único conector. Então, para testar a perda do primeiro conector, ele deve ser acoplado a um conector de qualidade conhecida semelhante. O conector graduado para referência do TRC não afetará negativamente a medição – independente do conector ao qual esteja acoplado.

Por exemplo, supondo que você esteja instalando conectores LC de baixa perda, que têm uma perda típica de cerca de 0.15 dB. Se você testasse esse conector acoplando-o a um conector que tenha uma perda superior a 0.15, você terá um péssimo resultado. Mais importante ainda, se o conector que você estiver usando para testar tiver uma perda elevada, você poderá ter gastos acima de seu orçamento e falhar no que é realmente uma excelente ligação.

Os TRCs também são necessários para medir a potência de saída do seu testador para que possam ser calibrados com 0dB de perda. Isso é feito ao definir uma referência com o TRC conectado ao testador para levar em conta sua perda. É um processo semelhante a colocar uma tigela em uma escala e depois calibrar a escala para zero para obter uma leitura precisa do peso do que foi colocado na tigela.

Como escolho um TRC?

Em primeiro lugar, é preciso ter certeza de que o TRC escolhido combina com o tipo de cabo e conectores que estão sendo testados. Se o sistema possui conectores LC, o TRC precisar ter um conector LC. Já em um sistema que utiliza fibra multimodo, o TRC precisa ser construído de fibra multimodo. Por fim, se o sistema monomodo utiliza conectores polidos em ângulo, o TRC deve ser monomodo com um conector polido angular.

E enquanto você pensa que pode usar um patch-cord padrão ou fazer seu próprio TRC em campo, lembre-se que a precisão de suas medidas depende da qualidade de seu TRC. Fazer TRCs em campo que atendam às rigorosas tolerâncias necessárias é praticamente impossível e não deve ser tentada. Veja aqui as especificações detalhadas dos TRCs.

Os TRCs também precisam ser mantidos limpos e em boas condições, e testar TRCs deve fazer parte do procedimento operacional padrão. Para garantir que o TRC não tenha degradado seu desempenho é recomendável testá-los antes de cada ciclo de teste ou em intervalos regulares. Testar os TRCs após 288 testes de fibra é uma boa regra geral, mas em ambientes onde a poeira é um problema, é preciso realizar testes em intervalos mais curtos. Hoje já existem ferramentas no mercado que acompanham o processo de teste e gravação de valores dos TRC. Verificar os TRCs é a melhor maneira de garantir resultados previsíveis e precisos, além de saber que, quando um link falhar, o problema não foi causado por um TRC ruim.

Artigo escrito por Richard Landim, especialista de Produtos da Fluke Networks Brasil, líder mundial no fornecimento de soluções de teste de rede e monitoramento.

Vídeo do canal ProfessorRamos.com fala sobre switch gigabit de 24 portas para uso empresarial

Em novo vídeo no canal #ProfessorRamos.com, o Professor Ramos fala sobre as características e aplicações do Switch Gigabit de Gerenciamento Básico L2 de 24 portas com 4 slots SFP Combo JetStreamTL-SG3424, da TP-Link, voltado a aplicações empresariais. O produto está disponível no CotaONLINE do Grupo Policom.

Confira!

Grupo Policom e Seventh: novos parceiros

D-Guard_Monitor_Box (4) Situator_Monitor_Box-(7)Monitores

O Grupo Policom – referência no mercado nacional de distribuição de produtos dos principais fabricantes do mercado, para Cabeamento Estruturado direcionados a aplicações de dados, voz, vídeo e controles prediais – e a Seventh – empresa brasileira que desenvolve tecnologia para gerenciamento de imagens e controle de acesso a distância – anunciam parceria comercial.

Desse modo, o Grupo Policom “passa a oferecer tecnologias mais inteligentes para videomonitoramento e controle de acesso. Com as soluções mais poderosas do mercado, é possível destacar-se perante a concorrência e oferecer a tecnologia de excelência Seventh, que atualmente, desenvolve os sistemas mais utilizados pelas gigantes do mercado da segurança”, destaca Luís Fernando Franzoi.

Esta é mais uma conquista do Grupo Policom na busca de oferecer a seus parceiros novas oportunidade de negócios e opções de soluções. “Com a nova parceria, as soluções D-Guard (VMS), Situator e D-Cloud, da Seventh, já fazem parte das soluções disponíveis no CotaOnline”, lembra Anderson Carvalho, gerente de Marketing do Grupo Policom.

D-Guard (VMS) – Sistema híbrido de videomonitoramento integrado com câmeras IPs, DVRs, NVRs, câmeras em nuvem e módulos de automação.  O sistema D-Guard é integrado com os principais sistemas de monitoramento de alarmes e atualmente é líder no mercado de centrais de monitoramento.

Situator – Sistema PSIM desenvolvido para realizar o gerenciamento de eventos e o controle de acesso a distância, possibilitando o serviço de portaria remota. O Situator é totalmente web e integrado aos sistemas de monitoramento de vídeo (VMS) da Seventh e a softwares de telefonia VoIP.

D-Cloud – Esta solução traz todos os benefícios do armazenamento de vídeos em nuvem, proporcionando mais segurança das imagens em caso de falha, roubo ou sabotagem dos equipamentos. Com o D-Cloud é possível realizar o download das gravações com recursos de áudio e vídeo integrados, além do compartilhamento das imagens com terceiros, de maneira fácil e rápida.

CommScope anuncia parceria com Fluke Networks para certificação de redes de data centers de alta performance

  • Pelo acordo, a calculadora de perda de enlace Systimax será incorporada ao conjunto de teste CertiFiber Pro.

  • As soluções Systimax e Fluke Networks são distribuídas pelo Grupo Policom, que se destaca entre os principais distribuidores das marcas no Brasil. Da Fluke Networks, por exemplo, o Grupo Policom é o maior distribuidor da América Latina pelo segundo ano consecutivo.

  • Esta nova função do CertiFiber® Pro e da calculadora de perda de enlace Systimax pode ser conferida ao vivo no Policom Solution Center. 

A CommScope, líder mundial em soluções de infraestrutura para redes de comunicações, anuncia uma parceria com a Fluke Networks®, principal empresa da área de certificação de cabos, com o objetivo de garantir o melhor desempenho do cabeamento de fibra óptica. Com o acordo, a calculadora de perda de enlace (ou Link Loss Calculator) Systimax® será incorporada ao conjunto de teste de perda óptica CertiFiber® Pro, da Fluke Networks (que faz parte do Versiv™ Cabling Certification System) e ao serviço de nuvem LinkWare™ Live. Isso marca uma mudança na certificação de perda ultrabaixa singlemode e banda larga multimode nos projetos de rede de fibra óptica de data centers.

A calculadora (disponível para parceiros da CommScope no mycommscope.com) é uma ferramenta que avalia com precisão o desempenho da perda do enlace total para os sistemas Systimax Low LossUltra Low Loss. Os requisitos de teste estabelecem valores de desempenho que excedem os padrões da indústria, fornecendo suporte superior para redes de altas velocidades, arquiteturas e aplicações. A Integração da ferramenta com o Versiv, da Fluke Networks, oferece o calculo automatizado de desempenho para certificação do sistema e garantia para fibras monomodo (SM) e multimodo (MM).

"Nossos estudos mostram que a eliminação de erros no processo de certificação leva a economias significativas para quem contrata serviços de cabeamento", afirma Eric Conley, vice-presidente e gerente geral da Fluke Networks. "Ao incorporar a calculadora ao Versiv e ao LinkWare Live, os clientes podem reduzir a complexidade e garantir que a certificação seja feita corretamente na primeira tentativa", destaca o executivo.

O CertiFiber Pro melhora a eficiência da certificação de fibra óptica, simplificando a configuração, ao eliminar erros e acelerar a solução de problemas, além de oferecer um conjunto de teste de perda óptica com duas fibras em dois comprimentos de onda em apenas três segundos.

O seu design modular também é compatível com a reflectometria óptica no domínio do tempo (OTDR), inspeção visual da face do conector de fibra optica e módulos de certificação de cobre. O serviço na nuvem LinkWare Live permite aos gerentes de projetos configurar e rastrear múltiplos testadores e projetos de seu escritório, otimizando tempo e reduzindo a chance de erros de configuração. Com mais de oito milhões de resultados de testes até o momento, esse é o principal serviço em nuvem para projetos de certificação de cabos.

 "Estamos satisfeitos com esta parceria, pois sabemos que será muito útil para nossos clientes no futuro", destaca John Schmidt, vice-presidente de engenharia da CommScope. "Não só os instaladores terão as soluções mais completas, aprovadas para certificação. Os usuários podem ter certeza de que a infraestrutura atingirá os mais altos padrões exigidos para a nuvem, hyperscale ou as aplicações empresariais e necessidades de arquitetura atuais e do futuro", ressalta.

Policom Solution Center Rio realiza Semana Data Center em fevereiro com treinamentos CCTT e DC100

Além disso, de 26 a 28 de março, acontece DCDA do DC PRO Development, certificação inédita na cidade do Rio de Janeiro 

Localizado na sede da Policom Rio, o Policom Solution Center Rio, de 19 a 23 de fevereiro, promove a Semana Data Center, com condições especiais aos interessados em fazer os dois cursos agendados: DC100 Fundamentos de Infraestrutura de Data Center e CCTT Fluke Networks, ministrados por Marcelo Barboza, RCDD/NTS/ATS, que soma 30 anos de experiência em TI, é membro da BICSI e da comissão de estudos sobre cabeamento estruturado da ABNT/COBEI, conta com várias certificações e é especializado em monitoramento de infraestrutura de data centers, conceitos e critérios de avaliação. 

“Serão cinco dias de conhecimento de altíssimo nível, com condições especialmente proporcionadas pelo Grupo Policom” comenta Anderson Luiz Carvalho, gerente de Marketing do Grupo Policom, reforçando o ineditismo de levar treinamentos técnicos aos profissionais da área de infraestrutura de redes de TIC (TI e Comunicações), Data Center e CFTV IP, na capital fluminense. 

A promoção, detalhada em http://www.oraculoead.com.br/combos/semana-data-center-na-policom-rio?utm_source=mailchimp&utm_campaign=0300d6c2e1f0&utm_medium=page, compreende duas opções – 10% de desconto para pagamento em 2x, no cartão de crédito online, ou 15% de desconto no pagamento à vista via depósito bancário – dá R$ 680,00 em cursos online bonificados da Oráculo EAD. Além disso, há condições especiais para dois ou mais alunos da mesma empresa. 

Além disso, em março, no período de 26 a 28, pela primeira vez a cidade do Rio de Janeiro (RJ), receberá a certificação DCDA, que se constitui curso preparatório da Estrutura de Progressão Profissional de DCPro e serve para apresentar aos estudantes as principais disciplinas relacionadas com os Data Centers. Essa ação marca a extensão da parceria do Grupo Policom com a DC PRO Development para a capital fluminense, nos mesmos moldes de São Paulo. Essa é uma certificação do Datacenter Dynamics e o Grupo Policom é parceiro na atividade para as regiões brasileiras Sul e Sudeste. 

Mais informações sobre os treinamentos em https://mailchi.mp/policom.com.br/treinamentos 

DC100 – Fundamentos de Infraestrutura de Data Center 

O curso DC100 é uma exclusividade do Grupo Policom, sendo voltado a profissionais da área de TI e telecomunicações, engenharia elétrica e mecânica, arquitetos, gerentes de projeto de TI e data center, assim como a todos os profissionais que estão entrando na área de infraestrutura de data centers. 

Durante 14 horas divididas em dois dias (19 e 20 de fevereiro de 2018), das 9h às 17h, o DC100 objetiva introduzir o aluno no mundo dos Data Centers, apresentando os principais elementos e disciplinas de engenharia que compõe esses ambientes críticos de processamento e armazenamento de dados. Será dada uma visão geral de cada área, preparando o aluno para posteriores especializações. 

O investimento inclui apostila e coffee-breaks.  

O programa envolve: 

  • Introdução – visão geral do data center: evolução, tipos e normas; 
  • Tecnologia da informação – componentes de TI no data center: servidores, armazenamento, comunicação de dados, virtualização; 
  • Disponibilidade – conceitos, redundância e manutenção planejada; 
  • Arquitetura – a estrutura física de um data center, seus espaços críticos, áreas de suporte, forro e piso elevado; 
  • Cabeamento estruturado – topologia, espaços, distribuidores, subsistemas, mídias, racks e caminhos; 
  • Energia elétrica – principais componentes (transformador, gerador, UPS e outros), redundância e diagrama; 
  • Climatização – conceitos, recomendações ambientais, tipos de máquinas, eficiência, free cooling e redundância; 
  • Segurança física – patrimonial (acesso e CFTV) e incêndio (passivo e ativo); 
  • Gerenciamento, automação e identificação; 
  • Projeto – fases, seleção do site, disponibilidade, layout e capacidade; 
  • Eficiência energética – data centers verdes, métricas e melhores práticas; 
  • Certificação – um selo para o mercado; 
  • O curso é totalmente baseado em normas nacionais e internacionais e guias de melhores práticas para infraestrutura de Data Centers  

CCTT  

Esse curso é especialmente indicado para profissionais que operam o equipamento de certificação Versiv™, tanto no meio óptico como em cobre, capacitando-os, com aulas práticas e teóricas, à realização correta dos diagnósticos e das leituras resultantes das análises que podem ser executadas pelo equipamento.  

Realizada na plataforma Versiv™da Fluke Networks, cobrindo todo ciclo da certificação para testes em cobre nas categorias 3, 5e, 6A, F e FA e Cat 8 em fibra óptica, incluindo inspeção óptica e testes de certificação Tier 1 e Tier 2, a certificação é dividida em duas partes: CCTT Cobre ou CCTT Fibra, de um dia e meio cada. Além disso, em sala de aula, estarão disponíveis os equipamentos DSX-8000, CertiFiber Pro, OptiFiber Pro OTDR e FiberInspector. 

O investimento inclui o material didático necessário.  

Data Center Design Awareness  

A certificação DCDA acontecerá no período de 26 a 28 de março e se constitui curso preparatório da Estrutura de Progressão Profissional de DCPro e serve para apresentar aos estudantes as principais disciplinas relacionadas com os Data Centers.  É especialmente indicado para profissionais envolvidas direta ou indiretamente na gestão e na operação de um data center existente ou com projeto em fase de construção. 

Essa certificação se constitui um dos níveis do programa DC PRO Development e tem como diferenciais alinhamento aos padrões internacionais; instrutores especializados com mais de 10 anos de experiência; e aprendizado interativo, online e presencial. Além disso, a metodologia aplicada contribui para a progressão de carreira para especialista, pois a formação profissional oferecida tem como objetivo fornecer certificação, conhecimento e melhores práticas, para os profissionais de data centers que, usualmente, são provenientes de áreas diversas, como Telecom, Mecânica, Energia ou Sistemas que necessitam convergir as multidisciplinas que circulam no ambiente de um data center. 

Em todos os cursos, os participantes são incentivados a debater sobre experiências reais de trabalho e os exercícios oferecem a oportunidade de pôr em prática o que foi aprendido e poder aplicar mais tarde, em seu próprio ambiente de data center.  As demais certificações são Energy and Cost Management (CEM), que explora o uso eficaz da energia por software, sistemas de TIC e infraestrutura de apoio do data center; Data Center Power Professional – DCPP – que busca desenvolver nos participantes a compreensão de como as necessidades de energia impactam o projeto e a operação do data center, a partir dos fundamentos de distribuição crítica dos componentes de energia, segurança e manutenção relacionados a investimentos em infraestrutura, e gerenciamento de suas complexidades e mudanças; Energy Efficiency Best Practices (EEBP), uma certificação que explora estratégias para o uso eficaz de energia em data center e, para isso, está alinhado com as normas do Código de Conduta Europeu, ASHRAE, The Green Grid e BCS – The Chartered Institute for IT; e Critical Operations Professional é de nível avançado e cobre a operação de data center por facilities, mudanças e alterações de equipes de cabeamento, e avalia a criticidade do negócio e níveis Tier por meio de procedimentos operacionais. 

De olho na Internet das Coisas, CommScope aprimora imVision para a tecnologia PoE

Mercado global de Power over Ethernet movimentará mais de US$ 3,75 bilhões até 2025

A CommScope, líder global em soluções de infraestrutura de rede, acaba de aprimorar o imVision, seu sistema exclusivo de gestão de infraestrutura automatizada (AIM). Entre as novidades está o recurso que permite que os gerentes de TI acompanhem a localização dos dispositivos PoE (Power over Ethernet) e tenham uma visibilidade ainda maior dos pontos onde os serviços estão e podem ser implementados.

A tendência de crescimento da tecnologia de PoE é resultado do aumento contínuo de dispositivos de Internet das Coisas nos edifícios, por exemplo, em sistemas de iluminação LED, câmeras de segurança, pontos de acesso sem fio, além da convergência de TI e tecnologia de operações prediais. Ela transmite com segurança eletricidade e dados usando cabos de par trançado para dispositivos remotos. A maioria das pessoas já teve contato com a PoE nos telefones VoIP, que foram os primeiros dispositivos de uso massivo a utilizá-la.

“O atual mercado de construção inteligente envolve suporte para PoE e uma abordagem de ecossistema que reúne líderes de tecnologia para oferecer as melhores soluções do setor”, destaca Ed Solis, diretor de estratégia corporativa da CommScope. “Os especialistas em rede da CommScope trabalham com as organizações do setor para ajudar a desenvolver os padrões de PoE e diretamente com parceiros e clientes para fornecer soluções eficientes de entrega para essa tecnologia”, completa.

As projeções para a tecnologia Power over Ethernet (PoE) são de crescimento rápido:

Relatório da Grand View Research estima que o mercado global de PoE movimentará mais de US$ 3,75 bilhões até 2025.

Segundo o  Data Center Journal, o número de portas PoE instaladas globalmente já ultrapassa 100 milhões.

O padrão PoE de quatro pares deve ser aprovado no ano que vem, abrindo espaço para outros 45 milhões de dispositivos operados em rede.

Para saber mais sobre essa tecnologia, acompanhe o webinar exclusivo More power to you: How PoE is shaping modern networks (Mais energia para você: como a PoE está moldando as redes modernas)”, que analisa os padrões de PoE mais recentes, as implicações do uso da tecnologia em edifícios e como a solução de gestão imVision ajuda a atingir seu potencial máximo.

Veja também:

White Paper: Laying the groundwork for a new level of Power over Ethernet (Preparação para  a nova geração do Power over Ethernet)

Vídeo: Managing Power over Ethernet with imVision (Gerenciamento do Power over Ethernet com o imVision)

Paris Cabos amplia presença no interior e fortalece portfólio

O ano de 2017, no caso da Paris Cabos, trouxe conquistas significativas, que estão sendo comemoradas pelo seu controlador, o Grupo Policom, referência no mercado nacional de distribuição de produtos dos principais fabricantes do mercado, reconhecido internacionalmente para Cabeamento Estruturado direcionados a aplicações de dados, voz, vídeo e controles prediais, e para CFTV IP.

A principal vitória tem relação com a maior presença no interior do Estado de São Paulo, comprovada pelo faturamento: “O interior, em nosso negócio, cresceu 13% em relação a 2016”, comemora Claudinei Maia, diretor comercial da Paris Cabos, frisando a importância dessa evolução em um período no qual o faturamento global da empresa ficou 15% abaixo do computado no ano anterior. Para 2018, a intenção é continuar atuando através de profissional focado na identificação de projetos, elevando o índice a 30% do faturamento total.

Outra conquista destacada por Maia envolve a consolidação da empresa nos mercados industriais, de Saúde, Educação e de construção civil, além de crescimento superior a 3.000 % em um segmento pouco explorado pela Paris Cabos: data centers.

Essa leitura de Maia sobre os resultados da empresa sinalizou, também, que a Paris Cabos atua junto a três tipos de clientes: canais de venda direta (integradores e revendas), cliente final e canal de vendas indiretas (escritórios de arquitetura, projetistas, construtoras, empresas de engenharia etc.). O primeiro grupo responde por 66% das vendas e, por isso, o planejamento para 2018 compreende “olhar as empresas que compraram e os segmentos em que nossa presença cresceu, melhorando a atuação e a presença junto a essas empresas via nossos diferenciais significativos para elas”, comenta o diretor comercial.

Os planos da Paris Cabos para o próximo ano incluem, ainda, a ampliação do mercado de CFTV em 20%, elevando a participação no faturamento global em 30%, “meta viabilizada pela parceria com a Dahua”, comenta Maia.

Testador sem fio AirCheck G2 é específico para redes wi-fi

    Produto da NetScout é comercializado pelo Grupo Policom

    Testador robusto e portátil (peso 0,51 kg e mede 9,7 cm x 19,6 cm x 4,1 cm), desenvolvido especificamente para rede sem fio, compatível com as últimas tecnologias Wi-Fi (802.11a/b/g/n/ac). Resumidamente, este é o AirCheck G2 Wireless, da NetScout, que soluciona problemas de redes de internet sem fio com rapidez, precisão e de modo simples.

    Solução de troubleshooting e análise de performance, permite aos instaladores a oferta de um serviço de melhor qualidade e precisão, pois já na primeira visita podem identificar todos os problemas das redes wi-fi de seus clientes, agregando valor ao seu contrato de serviços. “Essa oportunidade de negócios justifica ter o AirCheck G2 ‘dentro de casa’, pois um time de TI equipado com ao menos um AirCheck G2 vai resolver os problemas de suporte com uma velocidade e precisão muito maior, se comparado a métodos tradicionais de verificação wi-fi”, recomenda Anderson Carvalho, gerente de Marketing do Grupo Policom, frisando que “o AirCheck G2 verifica com precisão estes tipos de problemas: redew wi-fi lente; dificuldades para conectar; access points invasores e utilização alta dos canais”.

    Giselle Lopes, gerente de canais da NetScout para o Brasil, ressalta uma nova função: “Identificação e localização física de interferências não-WiFi, como por exemplo telefone sem fio, forno de microondas, bluetooth entre outros, que afetam a performance das redes”.

    details-front

    Funcionamento

    O AirCheck G2 conta com botão de autoteste, que fornece rapidamente uma indicação de aprovação/rejeição do ambiente sem fio e identifica problemas comuns, e permite visualização instantânea dos resultados de teste, incluindo disponibilidade, conectividade, utilização, configurações de segurança, descobrimento de invasores e detecção de interferência na rede. Além disso, está conectado a uma plataforma centralizada de gestão dos resultados de testes, a Link-Live, que facilita a melhor visibilidade de trabalhos, controle de projetos e gestão de frota para ambientes com maior distribuição.

    A interface de usuário é intuitiva e, somada à plataforma de gestão do AirCheck G2, oferece dados capazes de simplificar a resolução de problemas e ajudar a acelerar o fechamento do protocolo de problemas, com ganhos tais como satisfação do usuário e otimização dos recursos da equipe de TI.

    O AirCheck G2 Wireless possui tela sensível ao toque de 5 polegadas em LCD colorido, realiza testes de conexões de rede, inclusive de Ethernet Cabeada; detecta pontos de acesso, utilização e interferência de canal, contando com suporte para vários idiomas.

    São vários modelos, desde acompanhado apenas de estojo, carregador CA e cabo USB, até modelo com todos os opcionais, a exemplo de guia de início rápido, antena direcional externa, coldre e carregador de automóvel, acompanhado do testador LinkRunner AT 2000 com bateria de íon de lítio, carregador CA, IntelliTone PRO 200, conjunto de IDs de cabo Wireview 2-6, bolsa grande do kit de teste dobrável, coldre, conector RJ-45, CD do software LinkRunner AT Manager, cabo USB, guia de introdução, estojo macio. Há ainda possibilidades de suporte de ferramentas Gold, de 1 a 3 anos.

    O AirCheck G2 está disponível para pronta entrega no Grupo Policom. Consulte preços e versões no portal cotaONLINE. www.gruppolicom.com.br/cotaonline

    Treinamentos na plataforma Vault: agenda de fevereiro

    A agenda de treinamentos da Vault Assa Abloy, para fevereiro de 2018, está definida. São seis cursos voltados à capacitação de canais.
    • Nuuo Main Console (integração com Vault Enterprise) – 19 de fevereiro
    • Básico Vault Enterprise – 20, 21 e 22 de fevereiro
    • TF1700 (operação autônomo e integrado com Vault Enterprise) – 23 de fevereiro
    • V480 e V1800 – 26 de fevereiro
    • Intertravamento com ILM 500 – 27 de fevereiro
    • Módulo SCAIIP-CF-ALM e ELV – 28 de fevereiro

    Os treinamentos são gratuitos e realizados no showroom da Vault, que conta com as principais tecnologias desenvolvidas pela empresa mundial, além de grande parte dos acessórios para controle de acesso, os sistemas Vault Enterprise e SBOX. O showroom está localizado na Rua Augusto Ferreira Moraes, 618, bairro paulistano do Socorro.

    Mais informações no menu Agenda do site do Grupo Policom (www.grupopolicom.com.br/agenda).

    O Grupo Policom é parceiro da Vault desde 2016.

    Vault Assa Abloy

    Grupo Policom leva certificações inéditas para o Rio de Janeiro

    LOGOTIPO POLICOM SOLUTION CENTER

    CCTT, Nexans e DC Pro serão realizadas no Policom Solution Center Rio

    Em funcionamento desde 5 de outubro, o Policom Solution Center Rio, localizado na sede da Policom Rio, está com agenda de cursos e certificações, confirmando seu objetivo de levar aos profissionais do Rio de Janeiro eventos inéditos.

    A primeira ação acontece de 6 a 8 de dezembro de 2017, das 9h às 18h, e envolve a certificação CCTT (Certified Cabling Test Technicial), da Fluke Networks, que tem o Grupo Policom como um dos seus principais parceiros de divulgação do treinamento. A meta desse curso que tem validade internacional é de levar aos participantes o entendimento das normas e das tecnologias que envolvem os sistemas de cabeamento de alta performance; capacitar à aplicação dos certificadores de cabos num projeto, no mundo real, para testar, certificar e atingir alta performance nas instalações.

    Em uma ação pioneira, o Grupo Policom e a Nexans realizarão nos dias 13 e 14 de dezembro, das 9h às 18h, curso de Certificação Nexans no Policom Solution Center Rio (PSC Rio). O curso – que será ministrado pela Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia, (FDTE), vinculada à Universidade de São Paulo/USP – é dedicado a profissionais da área de infraestrutura de cabeamento que atuam com instalações de sistemas de infraestrutura de transmissão de dados (integradores e canais), o curso abrange temas como revisão de normas técnicas, análise teórica e prática de produtos, promovendo capacitação profissional e certificação validada pela Nexans.

    Para 2018 está confirmada a realização da certificação Data Center Design Awareness (DCDA), que marca a extensão da parceria do Grupo Policom com a DC PRO Development para a capital fluminense, nos mesmos moldes de São Paulo. Essa é uma certificação do Datacenter Dynamics e o Grupo Policom é parceiro na atividade para as regiões brasileiras Sul e Sudeste.

    CCTT

    Esse curso é especialmente indicado para profissionais que operam o equipamento de certificação Versiv para as mídias óptica e cobre, permitindo a esses técnicos, entre outros pontos, conhecer a variedade de aplicações instalando sistemas de cabos UTP e fibra óptica; e aprender a realizar diagnósticos, capacitando-os à análise proporcionada por esses certificadores em obras e projetos. Com aulas práticas e teóricas em testes em cobre e fibra óptica.

    Realizada na plataforma Versiv™da Fluke Networks, cobrindo todo ciclo da certificação para testes em cobre nas categorias 3, 5e, 6A, F e FA e em fibra óptica, incluindo inspeção óptica e testes de certificação Tier 1 e Tier 2, a certificação é dividido em duas partes: CCTT Cobre ou CCTT Fibra, de um dia e meio cada. Além disso, em sala de aula, estarão disponíveis os equipamentos DSX-5000, CertiFiber Pro, OptiFiber Pro OTDR e FiberInspector Pro.

    O investimento para o curso completo de três dias é de R$ 1.200,00, pagáveis em até 2 parcelas no cartão de crédito online, e até 30 de novembro é dado 10% de desconto no pagamento à vista. Em todos os casos, está incluído o material didático necessário.

    O CCTT é ministrado por Marcelo Barboza, RCDD/NTS/ATS, que soma 30 anos de experiência em TI, é membro da BICSI e da comissão de estudos sobre cabeamento estruturado da ABNT/COBEI, conta com várias certificações e é especializado em monitoramento de infraestrutura de data centers, conceitos e critérios de avaliação.

    Informações e inscrições na sessão AGENDA no site do Grupo Policom (www.grupopolicom.com.br).

    Certificação Nexans

    Entre os temas enfocados – fundamentalmente vinculados à tecnologia e às soluções Nexans para rede local – estão normas, práticas e manuseio de soluções para cabeamento estruturado, assim como garantias e políticas do fabricante global. Ao final, será aplicada prova e os aprovados receberão certificado.

    Data Center Design Awareness

    A certificação DCDA acontecerá no período de 26 a 28 de março e se constitui curso preparatório da Estrutura de Progressão Profissional de DCPro e serve para apresentar aos estudantes as principais disciplinas relacionadas com os data centers.  É especialmente indicado para profissionais envolvidas direta ou indiretamente na gestão e na operação de um data center existente ou com projeto em fase de construção.

    Como informa Anderson Carvalho – gerente de Marketing do Grupo Policom – clientes da Policom RJ têm desconto na inscrição. As informações devem ser solicitadas pelo email mkt@policom.com.br.

    Essa certificação se constitui um dos níveis do programa DC PRO Development e tem como diferenciais alinhamento aos padrões internacionais; instrutores especializados com mais de 10 anos de experiência; e aprendizado interativo, online e presencial. Além disso, a metodologia aplicada contribui para a progressão de carreira para especialista, pois a formação profissional oferecida tem como objetivo fornecer certificação, conhecimento e melhores práticas, para os profissionais de data centers que, usualmente, são provenientes de áreas diversas, como Telecom, Mecânica, Energia ou Sistemas que necessitam convergir as multidisciplinas que circulam no ambiente de um data center.

    Em todos os cursos, os participantes são incentivados a debater sobre experiências reais de trabalho e os exercícios oferecem a oportunidade de pôr em prática o que foi aprendido e poder aplicar mais tarde, em seu próprio ambiente de data center.  As demais certificações são Energy and Cost Management (CEM), que explora o uso eficaz da energia por software, sistemas de TIC e infraestrutura de apoio do data center; Data Center Power Professional – DCPP – que busca desenvolver nos participantes a compreensão de como as necessidades de energia impactam o projeto e a operação do data center, a partir dos fundamentos de distribuição crítica dos componentes de energia, segurança e manutenção relacionados a investimentos em infraestrutura, e gerenciamento de suas complexidades e mudanças; Energy Efficiency Best Practices (EEBP), uma certificação que explora estratégias para o uso eficaz de energia em data center e, para isso, está alinhado com as normas do Código de Conduta Europeu, ASHRAE, The Green Grid e BCS – The Chartered Institute for IT; e Critical Operations Professional é de nível avançado e cobre a operação de data center por facilities, mudanças e alterações de equipes de cabeamento, e avalia a criticidade do negócio e níveis Tier por meio de procedimentos operacionais.

    Como planejar a migração de data centers de alta velocidade

    *Por Carlos Morrison Fell

    Tendências como Big Data, mobilidade e Internet das Coisas (IoT) estão gerando um enorme volume de dados. E os provedores de serviços de data centers precisam encontrar formas de suportar velocidades cada vez mais altas. Muitos data centers foram projetados para suportar tráfego de 1 GB ou 10 GB entre os servidores, roteadores e switches. Só que o roadmap Ethernet de hoje vai de 25 /40 GB a até de 100/400 GB, e dentro de alguns anos, até 1 TB. Como resultado, os operadores de data centers têm uma necessidade imediata de migrar sua infraestrutura Layer 1 para suportar velocidades mais altas, e essa nova infraestrutura também deve fornecer latência mais baixa e maior agilidade e densidade.

     

    As tendências recentes apontam que os requisitos de banda larga continuarão crescendo de 25% a 35% ao ano, e o ponto fundamental para isso é a mudança para maiores velocidades de comutação. De acordo com um estudo recente realizado pela consultoria Dell’Oro, as receitas de switches Ethernet continuarão em crescimento até o final da década, com maiores vendas previstas para portas 25G e 100G. A mudança para 25G está bem encaminhada, já que os switches de comprimento de onda para adoção dessa tecnologia estão se tornando mais comuns. Espera-se que as capacidades desses switches continuem se duplicando, chegando em 100G até 2020 e proporcionando uma próxima geração de links de alta velocidade para switches. Uma série de fatores está impulsionando o aumento da velocidade de throughput nos data centers:

     

    • A densidade dos servidores tem aumentado aproximadamente 20% ao ano
    • Processadores com vários núcleos e unidades de processamento gráfico (GPUs)
    • A densidade de virtualização tem crescido em 30%, o que está impulsionando as velocidades de uplink para switches
    • O tráfego leste-oeste nos data centers ultrapassou o volume do tráfego norte-sul.
    •  As capacidades dos processadores estão crescendo

     

    Desafios da Migração
    Há vários aspectos de design e evolução de cabeamento de data centers que apresentam desafios para aqueles que desejam migrar para velocidades mais altas.

    Todo data center é diferente: não existe um método padrão de implantação de cabeamento. Embora os padrões sejam continuamente refinados em torno de tecnologia de cabo e conector de fibra óptica, não existe um roadmap para implementação que se adapte a todos ou à maioria dos data centers. 

    O ritmo das mudanças está acelerado: o movimento de 1G para 10G Ethernet levou quase uma década, mas a migração de 10G para 25G e 100G levará metade do tempo. Muitas redes foram projetadas inicialmente com infraestrutura que não é tão escalável quanto precisa ser; os especialistas poderiam antecipar um eventual movimento de 1G para 10G, por exemplo, mas, na maioria dos casos, o cabeamento que foi instalado há alguns anos está desatualizado. Os gerentes de data centers precisam atualizar a fibra ou adicionar mais fibras, e essas devem suportar avanços rápidos para 100G ou mais.

    Os padrões estão evoluindo: muitos data centers usam fibra multimodo para conectar servidores e switches, mas há alguns anos o estado da arte nessa área de fibra era OM3 ou OM4. Em 2016, os órgãos de regulamentação aprovaram o padrão OM5, que tem rendimento quatro vezes maior de throughput que o OM3.

     Os data centers estão se densificando: nos data centers multi-tenant, em particular, os clientes estão reduzindo o tamanho de suas implantações, consolidando a estrutura de rede em etapas menores. Como resultado, eles precisam ser capazes de expandir sua capacidade de rede dentro de um ambiente menor. Alguns sistemas de gerenciamento de cabos mais antigos e painéis de patch não suportam densidades mais altas.

     A migração é cara e disruptiva: substituir o cabeamento é um grande salto, mas quando o data center também precisa de sistemas de gerenciamento de cabos de alta densidade e painéis de patch, pode ser um verdadeiro pesadelo. Em grandes data centers empresariais, onde muitas vezes há mais espaço, a migração pode ocorrer em seções, o que reduz a quantidade de interrupções provocadas pela mudança, mas essa não é uma opção nos multi-tenants, por exemplo.

    Planejamento da Migração
    A estratégia mais importante para a migração de alta velocidade é o planejamento em longo prazo. Muitos data centers permanecem com sua principal infraestrutura atualizada para suportar a próxima geração de switches, roteadores e servidores. O ritmo de mudança está acelerado, por isso, o melhor é fazer um planejamento longo. Escolha um ponto (400G, por exemplo), suponha que o data center exigirá mais fios de fibras do que os disponíveis hoje e compre as fibras mais recentes (multimodo ou monomodo) disponíveis, para que possam suportar a migração futura sem perder o que já foi investido.

    Além disso, os arquitetos de data centers devem adotar projetos de baixa latência – atualmente importante para as aplicações para mercado financeiro – e que será um requisito cada vez mais exigido para suportar serviços de IoT, como o uso de carros conectados, por exemplo. Os cabos e conectores que utilizam componentes de perda ultrabaixa oferecerão maior flexibilidade para alcançar baixa latência.

    Os responsáveis pela migração devem considerar também as fibras monomodo e multimodo. A primeira delas fornece a mais alta taxa de transferência e alcance, importante em data centers maiores, enquanto a fibra multimodo é mais acessível economicamente e mais fácil de implantar.

    Finalmente, escolha o provedor Layer 1 de solução de infraestrutura certo. Os maiores provedores têm operações globais, dessa forma, eles podem fornecer soluções efetivas em todo o mundo. Esses provedores também contam com times de engenheiros na área de aplicativos que vão aos data centers e fazem recomendações apropriadas sobre quais produtos devem ser instalados para que atendam por um longo período de tempo, e garantias de que suas soluções de infraestrutura podem suportar qualquer aplicativo. 

    Construindo para o futuro
    Enquanto o roadmap Ethernet estende-se para mais de 1TB e as aplicações de data centers exigem maiores velocidades de transmissão, a arquitetura deve ser planejada para atender ao futuro. Com a infraestrutura de conectividade adequada, é possível fornecer uma base sólida para a migração de alta velocidade.

    Você encontra as soluções para DATA CENTERS da CommScope no Grupo Policom.

    Acesse www.grupopolicom.com.br/systimax para saber mais.

     

    *Carlos Morrison Fell é diretor de engenharia de aplicações da CommScope para as regiões da América Latina e Caribe