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Grupo Policom aplica treinamento exclusivo em CFTV IP

pscComo parte de sua constante contribuição com o desenvolvimento do mercado e de olho na crescente demanda por formação técnica de qualidade, o Grupo Policom® formata um treinamento exclusivo com 8 horas de duração em conceitos básicos de CFTV IP. A primeira edição será no dia 26 de novembro de 2015, das 8h à s 18h, e, dará ao participante acesso aos fundamentos necessários para projetar e especificar sistemas de CFTV IP.

O programa é segmentado em três partes e enfoca Ciência de Vídeo (desde Iluminação, Lux, Tempo de Exposição, Lentes, Filtro IR, Dispositivos Day/Night, Profundidade de Campo, Foco,  até características de diferenciais entre Sistema Analógico, Sistema Híbrido, Sistema Digital, Compressão de Vídeo, Grau de Proteção, Tipos de Câmeras); Transmissão de Vídeo (Encapsulamento / Desencapsulamento, Camadas de Rede, Topologias, Portas, PoE, Spanning Tree, Agregação de Link, RTP, Dados x Vídeo, Controle de Transmissão, Métodos de Transmissão, Largura de Banda, Priorização de Tráfego, Análise de Stream de Vídeo etc.); e Gerenciamento de Vídeo (Arquitetura de Sistema, Disco Rígido, RAID, Gravação de Vídeo, Cálculo de Armazenamento, Marca d”™ agua, Exportação de Vídeo, Vídeo Analítico, Sistemas de Mapa, Monitoramento de Vídeo, Sala de Monitoramento, NTP Gerenciamento de Energia, Ambiente, Manutenção Preventiva).

Realizado no Policom Solution Center na sede do Grupo Policom, na capital paulista, o treinamento permitirá aos participantes conferir na prática os produtos utilizados no dia a dia do instalador.

O treinamento em conceitos básicos de CFTV IP será ministrado por Clayton Mattos, CCTV Specialist da GM net Soluções Tecnológicas. à‰ direcionado a profissionais interessados em projeto e instalação de sistemas de CFTV IP. As inscrições devem ser feitas pela seção EVENTOS do site do Grupo Policom. O investimento por participante é de R$ 190,00, inclui coffee breaks e material didático e o pagamento é via cartão de crédito pelo PayPal ou depósito bancário. à‰ oferecido desconto para grupos.

Ascenty, a melhor em serviços de data center no Brasil, é cliente do Grupo Policom

Todas as instalações da provedora possuem infraestrutura de rede com cabeamento estruturado e óptico da tecnologia SYSTIMAX, fornecida pelo Grupo Policom Montagem Ascenty A Ascenty acaba de obter um reconhecimento importante no Brasil: o prêmio DatacenterDynamics 2015 como Melhor Provedor de Serviço de Data Center. A premiação, única no País voltada exclusivamente para esse segmento de mercado, foi divulgada em 10 de novembro, em São Paulo (SP), e contemplou oito projetos de organizações nacionais - entre centenas de candidatos - que se destacaram em cada uma das categorias avaliadas pelo júri.

O prêmio de Melhor Provedor de Serviço de Data Center, que neste ano foi concedido à  Ascenty, é atribuído a projetos que apresentam um enfoque inovador e pioneiro no design de um novo data center (que atua como provedor de serviços), ou na realização de importantes modificações ou atualizações em uma instalação existente. “Para nós, esse prêmio representa o reconhecimento do esforço da Ascenty no sentido de oferecer ao mercado brasileiro uma infraestrutura e serviços de data center com padrão de qualidade internacional”, afirma Chris Torto, fundador e CEO da empresa. “E reforça a posição da Ascenty como referência no mercado de serviços gerenciados de data center, com soluções que têm como diferenciais a segurança, flexibilidade, escalabilidade e a eficiência na gestão dos recursos de TI”, acrescenta.

Organizado pela DatacenterDynamics, o prêmio foi criado há sete anos, em Londres, e faz parte de uma série global, que vem sendo realizada pela América Latina, América do Norte e àsia-Pacífico. O objetivo do DatacenterDynamics Awards é promover e reconhecer as melhores práticas do mercado relacionadas à  gestão de alta performance, operação e iniciativas de sucesso em data center.

Fluke Networks apresenta novo testador de certificação para inspeção de fibra óptica de extremidade dupla

CertiFiberO CertiFiber® Pro permite aos instaladores carregar, analisar e gerenciar os resultados dos testes de fibra e cobre a qualquer hora e em qualquer lugar

A Fluke Networks, líder mundial no fornecimento de soluções de teste de rede e monitoramento, acaba de disponibilizar no mercado brasileiro seus novos testadores de certificação CertiFiber® Pro com capacidade de inspeção de fibra óptica de extremidade dupla. O novo equipamento faz parte da família de Testadores para Certificação de Cabos Versiv®, especialmente concebida para auxiliar os instaladores de infraestrutura de comunicação de dados a atingir a “aceitação do sistema”, tanto em soluções de redes com cabeamento de cobre como de fibra óptica, de maneira muito mais rápida, precisa e rentável.

De acordo com Richard Landim, especialista de produtos da Fluke Networks Brasil, a contaminação da terminação dos conectores é uma das principais causas de falha de fibras. “O teste de perda de fibra pode expor este problema, mas em muitos casos, as conexões sujas tornam o teste de fibra demorado e impreciso. Já que a sujeira pode ser um problema antes, durante ou depois do teste de certificação de fibra ótica, os dois lados de qualquer conexão devem sempre ser limpos e inspecionados”, alerta Landim.

A capacidade de inspeção de fibra óptica de extremidade dupla do CertiFiber® Pro da Fluke Networks permite a verificação e certificação dos terminais do conector de fibra óptica pela IEC 61300-3-35, em ambas as extremidades de seu link de fibra, em menos de dois segundos, eliminando etapas redundantes e garantindo que todos os testes sejam realizados corretamente já na primeira vez. E mais: a ferramenta possui uma interface que simplifica a configuração, elimina erros e acelera a resolução de problemas.

Além de agilizar cada etapa do processo de certificação de fibra, o conjunto de testes de perda óptica CertiFiber® Pro, analisa resultados de testes e cria relatórios profissionais por meio do LinkWare® Live, software de gerenciamento baseado em nuvem da Fluke Networks. Assim, os instaladores podem alcançar uma maior rentabilidade do projeto; aumentar o potencial de sucesso do projeto; e usar suas análises únicas e de benchmarking para melhorar os esforços de instalação, certificação e troubleshooting em campo.

O CertiFiber® Pro possibilita a inspeção da fibra óptica de extremidade dupla de duas maneiras. A primeira, atuando como uma unidade principal e a segunda, funcionando como uma unidade remota. Ainda é possível utilizar a unidade principal como unidade remota e, neste caso, uma interface de tela sensível ao toque fica disponível na extremidade remota, proporcionando a oportunidade de inspecionar visualmente os terminais da fibra.

"O novo recurso de inspeção de extremidade dupla é um grande avanço para a produtividade e a eficiência do processo de certificação de fibra óptica. Esta capacidade do CertiFiber Pro testar fibras em ambas as direções vai economizar tempo dos instaladores, reduzir significativamente os custos e finalizar os testes de certificação em tempo recorde”, finaliza Landim.

Nova norma de caminhos e espaços da ABNT entra em vigor

Grupo Policom® participou da equipe de elaboração

Wolf (33)Em vigor desde o dia 6 de setembro de 2015 (um mês após a publicação), a norma ABNT NBR 16415:2015 - Caminhos e espaços para cabeamento estruturado foi desenvolvida pela CE 03:046.05 do COBEI (CB-3/ABNT), composta por consultores, fabricantes de vários sistemas e subsistemas que se aplicam a cabeamento estruturado e integradores.  Coordenado pelo engenheiro Paulo Marin, o grupo é composto por 25 membros, entre os quais o Grupo Policom, representado pelo engenheiro de aplicações Carlos Cruz.

O desenvolvimento dessa norma, desde a primeira reunião, passando pelo período de Consulta Nacional de 60 dias e publicação do documento, levou 18 meses, que é citado por Marin como o período médio normal de desenvolvimento de uma norma nova pela ABNT. “Felizmente o trabalho fluiu de forma muito natural, a equipe é experiente tanto no desenvolvimento de normas, quanto no assunto objeto desta norma. Assim, tivemos poucas dificuldades no decorrer dos trabalhos. Talvez a maior dificuldade encontrada tenha sido procurar desenvolver uma norma consistente e eficiente e ainda, capaz de trazer especificações que atendam à s necessidades dos serviços de redes e telecomunicações dos usuários dos edifícios, enquanto viável para projetistas da infraestrutura de cabeamento, bem como construtores”, comenta.

Publicada em 6 de agosto, a norma agora está sendo divulgada como direcionamento nacional, oficial e vigente junto a projetistas, integradores, instaladores de cabeamento estruturado, usuários e construtores. Essa norma avança frente as similares internacionais e engloba cabeamento estruturado Categoria 7, mais usado em áreas industriais.

Como ressalta Marin, a ABNT NBR 16415:2015 trata de caminhos e espaços para cabeamento estruturado e, embora a cobertura seja muito parecida com o que é definido pela ANSI/TIA-569-C, as normas não são equivalentes. “Por se tratar de uma norma ABNT, instituição que pertence ao sistema ISO (Internacional) de normalização, nossas normas quando desenvolvidas com base em outras normas existentes, devem necessariamente, ser baseadas em normas ISO e/ou IEC. Não é permitido (de fato é ilegal) utilizar alguma norma de outra organização (que não a ISO e/ou IEC) como base para o desenvolvimento de uma norma nacional”, explica.

Presença - Carlos Cruz, além de representar o Grupo Policom no comitê, foi indicado pelos demais membros como secretário do CB-3/ABNT. Essa é a terceira vez que participa da elaboração de normas para a ABNT. A primeira experiência foi com a ABNT NBR 14565:2013, que trata de cabeamento estruturado, seguida da norma brasileira de cabeamento estruturado residencial, a ABNT NBR 16264:2014, que especifica um cabeamento estruturado para residências e considera aplicações de ICT (informática, basicamente), BCT (broadcast, TV, entretenimento, etc.) e CCCB (automação e controle residencial), e, neste momento, integra o grupo de especialistas que elabora a norma para cabeamento industrial.

Como explica Cruz, a participação do Grupo Policom na elaboração da norma comprova a permanente atualização do corpo técnico da empresa e o comprometimento com as boas práticas do mercado em que atua, proporcionando benefícios para os parceiros, pois “como atuamos em suporte ao integrados e realizamos treinamentos para a equipe comercial, levamos informações que são de nosso domínio”.

Escopo da ABNT NBR 16415:2015 - Essa nova norma se aplica, basicamente, a qualquer tipo de ambiente onde se planeja instalar um sistema de cabeamento estruturado, seja ele um edifício comercial, residencial, um data center, entre outros. Entre suas especificações, Marin cita o dimensionamento de salas de telecomunicações, da sala de equipamentos, de eletrocalhas, eletrodutos, pisos monolíticos, sistemas de proteção passiva contra incêndio, etc.

“Trata-se de um documento bastante completo e de aplicação prática tanto para o projetista quanto para o integrador”, comenta Marin, explicando que a ABNT NBR 16415:2015 especifica e recomenda critérios para a alocação de espaços no interior do edifício e considera edifícios monousuário e multiusuários. Em outras palavras, traz “especificações (portanto diretrizes objetivas) de como dimensionar espaços de telecomunicações (salas de telecomunicações, sala de equipamentos, infraestrutura de entrada, salas de telecomunicações de uso comum, etc.), bem como caminhos (eletrodutos, eletrocalhas, leitos, pisos elevados, monolíticos, etc.) para a instalação de sistemas de cabeamento estruturado em edifícios. Até a publicação dessa norma, não havia qualquer outra com tais especificações no sistema nacional de normalização”.

Desse modo, preenche uma lacuna muito importante no sistema de normalização nacional para cabeamento estruturado. O coordenador do CB-3 frisa que “temos normas importantes, atualizadas e em fase com a normalização internacional para cabeamento estruturado, porém faltava uma norma de infraestrutura para complementar o conjunto de normas”.

Desenvolvimento - A ABNT NBR 16415:2015 foi desenvolvida tendo como base as normas ISO/IEC 18010: Information technology - Pathways and spaces for customer premises cabling (Caminhos e espaços para cabeamento em edifícios) e ISO/IEC 14763-2: Information technology - Implementation and operation of customer premises cabling - Part 2: Planning and installation (Implementação e operação do cabeamento em edifícios - Parte 2: Planejamento e instalação, e traz conteúdo adicional que complementa as informações “importadas” daquelas normas. Marin informa que a ANSI/TIA-569-C também as utiliza como base.

Novidades - A entrada dessa nova norma em vigor, não dá por acabado o trabalho da comissão, que está trabalhando “no projeto de norma de cabeamento estruturado industrial, com previsão de publicação em meados de 2016. Além disso, temos outras normas na fila, como por exemplo uma norma de cabeamento estruturado para hospitais, outra para hotéis, entre outras”, comemora Marin.

Porto de Santos: sistema de CFTV fiscaliza 8 mil km²

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Maior Porto da América Latina, responsável por mais de 40% das importações e exportações brasileiras, o Porto de Santos soma 13 km de cais e 8 mil km² de área, distribuídos nas cidades de Santos e Guarujá. Tudo nesse complexo portuário é expressivo, e os números são impactantes.  Isso também se reflete nos sistemas de segurança instalados.

Hoje, o centro de controle opera um sistema de CFTV composto por 470 câmeras, sendo que parte significativa desse total utiliza tecnologia Pelco implementada pela Trielo com materiais fornecidos pelo Grupo Policom.

Interligado ao sistema de controle de acesso, o sistema de CFTV monitora o canal para o controle do acesso das embarcações, bem como o acesso de pessoas e veículos através de diversos “gates” para evitar intrusão, de acordo com os critérios definidos pelo ISPS Code (International Ship and Port Facility Security Code), um código Internacional para proteção de navios e instalações portuárias, também seguida pelos navios.

_MG_3679As 470 câmeras analógicas em operação cobrem três áreas principais: 106 câmeras fixas instaladas em 53 pontos de atracação - são 2 câmeras por navio - respondem pelo monitoramento ininterrupto (24h) da interface do cais com o navio. Complementando esse sistema, 30 câmeras Pelco Esprit PTZ monitoram a área molhada do canal. As demais cuidam do perímetro da área portuária com o município - são 28 áreas de acesso (“gates”) a serviços controlados - e também da área administrativa. Nesse complexo, circulam cerca de 20 mil pessoas.

Para operar o sistema há quatro posições de monitoramento diuturno, com dois monitores de 23 polegadas cada um, além de um painel com 14 monitores de 32 polegadas mais um monitor central de 54 polegadas. E mais: a alimentação do sistema é composta pela energia oriunda de uma usina hidrelétrica própria, interligada à  Concessionária Local, um conjunto estabilizador e no-break com autonomia de até 20 minutos, além do grupo motor-gerador com 81/78 KVA.

A transmissão das imagens utiliza tanto diversos enlaces de rádio micro-ondas quanto os cabos de fibra óptica. São cerca de 13 km em fibra óptica, outros 9 km de contingência secundária, além do sistema de radiocomunicação, cujo principal aspecto é a transmissão dos dados de controle de acesso e de CFTV coletados na Margem Esquerda (Guarujá) para a Margem Direita (Santos), onde se localiza o CCCOM - Centro de Controle e de Operações, que trabalha 24 horas x 7 dias.

_MG_3697Duas etapas

Um sistema desse porte não foi construído de uma vez nem em pouco tempo. Tudo teve começou em março de 2004, com o projeto que foi seguido das obras, iniciadas em julho do mesmo ano. Desde a primeira fase, a Trielo - e consequentemente Grupo Policom - se faz presente no processo licitatório, respondendo por 30% do sistema de CFTV mais o de controle de acesso e demais itens de Segurança, tais como o fornecimento dos cartões inteligentes (smart-card) e dos equipamentos de leitura da biometria da mão.

Como recorda Oliveira, o sistema entrou em operação em agosto de 2005: “Eram 228 câmeras, sendo 30 móveis. Em 2008, iniciamos a segunda fase do projeto, que foi finalizada em dezembro de 2010. Nova licitação agregando mais 230 câmeras e alguns serviços que ainda não tinham sido instalados, como a leitura automática de placas dos veículos de cargas, e a leitura automática do número de matrícula dos contêineres e a leitura da biometria da face”.

De forma detalhada, a primeira etapa envolveu a construção dos 28 gates; ações de melhoramento da iluminação; construção de muros e cercas; instalação das redes de fibra óptica; aquisição e instalação de câmeras, torniquetes, handkeys, catracas, cancelas, computadores e periféricos; montagem do Centro de Controle e Comunicação (CCCOM); montagem do Centro de Cadastramento; integração de todos os subsistemas de imagem, de comunicação e de controle de acesso; padronização e normalização. Somados, os contratos de tecnologia, envolvendo infraestrutura e equipamentos, exigiram investimentos superiores a R$ 26,6 milhões.

_MG_3595Na segunda fase do projeto, entre outras, foram implantadas tecnologias de motivação e monitoramento, biometria facial, tecnologias OCR, solução de rastreamento de veículos, novo grupo motor-gerador e painéis de mensagens variáveis. Concluída em agosto de 2010, essa etapa compreendeu a utilização de 17 Gates de acesso ao Cais, que permitem acesso de pessoas e veículos sob “motivação prévia”; instalação de mais 9.000 metros lineares de rede de cabos de fibra óptica para contingência; aquisição e instalação de novas 165 novas câmeras fixas, 35 novas cancelas, computadores e periféricos; montagem da nova Sala de Monitoramento no CCCOM, bem como da nova Sala de Servidores, tendo sido equipada com 30 servidores (10 apenas para CFTV) e storage de 120 Terabytes.

Naquele momento, somando o valor total das instalações de tecnologia, envolvendo infraestrutura e equipamentos, foram utilizados outros R$ 30,3 milhões. Este valor, acrescido de demais equipamentos que necessitaram ser adquiridos e ainda dos custos de manutenção de todo o parque instalado por 24 meses, desde dezembro de 2008 a dezembro de 2013, resultou num acréscimo de cerca de R$ 16 milhões.

Desafios a aprendizados

Desde o primeiro momento, desafios se fizeram presentes. Um deles tem relação direta com a instalação do backbone de fibra óptica e de 30% do sistema de rádio e é assim resumido pelo responsável pelo ISPS Code: instalar 13 km de fibra óptica em um porto em plena operação, batendo recordes sucessivos de operação, sem poder parar de operar e gerando a menor interferência possível, foi uma dificuldade. A mesma situação se repetiu na segunda etapa, quando foi construída a redundàância, tanto de fibra, quanto à  finalização do sistema de rádio, que atende os 9 km mais significativos.

_MG_3560Outra problemática vivenciada pela equipe do Porto de Santos, que gerou aprendizado importante, tem relação com os invólucros das câmeras de CFTV. As caixas tinham grau de proteção IP 66, mas, devido ao ambiente agressivo, perdemos a movimentação de diversas câmeras PTZ. Por isso, na segunda etapa, privilegiamos as câmeras tipo dome, com invólucro IP 67 (na realidade, a capacidade de suportar imersão em ambiente marinho até 1 m abaixo da água lhe concede a condição de suportar a elevada agressividade estuarina, uma vez que estão instaladas em postes a 18 m de altura).

Os cabos ópticos também mereceram atenção. Foram utilizados cabos cujas fibras ópticas têm proteção geleada e são dotados de capa com proteção anti-roedor.

Gravar e arquivar as imagens geradas também tem peculiaridades. Na primeira fase, o sistema contava com 22 servidores com capacidade de storage de 2,5 Terabytes. Na etapa de 2008, esses equipamentos foram substituídos por 30 servidores e mais três storages que somam 120 Terabytes. Desse total, 10 servidores são para imagem. Todo esse sistema de armazenamento fica instalado em data center da própria Companhia de Docas do Estado de São Paulo.

_MG_3558Futuro

Esse complexo sistema de CFTV, imprescindível à  operação portuária, está em constante atualização tecnológica. A cada cinco anos é preciso trocar muita coisa, pois a placa-mãe e os processadores já deixam de ser disponibilizados ao mercado, por política comercial dos fabricantes.

Por outro lado, as câmeras marca Pelco, devido à  qualidade do produto, ultrapassam esse princípio, pois no porto há câmeras instaladas desde 2004 operando normalmente, em condições de extrema salinidade do ar. No entanto, em 10 anos de uso o desempenho é atenuado. Por isso, o Porto de Santos pretende fazer uma readequação da rede, substituindo-se as câmeras analógicas por novas câmeras IP.

Completar a infraestrutura com enlaces de rádios formando poligonais é outra das metas, cobrindo todas as áreas do porto organizado de forma contingenciada.

_MG_3601Soluções Pelco

O sistema de CFTV atualmente instalado no Porto de Santos é analógico e conta exclusivamente com equipamentos de dois fabricantes (Pelco e Comtex), sendo que 30 das câmeras Pelco são do modelo Esprit PTZ.

Na fase da substituição estuda-se a utilização do novo modelo Esprit PTZ IP integrado e sistema de câmera pressurizada fornece recursos anteriormente reservados para cúpulas de alta velocidade, incluindo a janela dinàâmica cega, autotracking, relógio de programação interna, estabilização eletrônica de imagem, menus multi-linguagem e muito mais.

Pode-se utilizar, por exemplo, uma câmera de zoom óptico de 36x, Esprit e Esprit SE SE IP, que são sistemas de posicionamento remoto de alto desempenho que caracterizam uma câmera integrada e lente, a unidade pan-and-tilt, e um receptor multi-protocolo.

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Sobre o Porto de Santos

O marco oficial da inauguração do Porto de Santos é 2 de fevereiro de 1892, quando a então Companhia Docas de Santos - CDS, entregou à  navegação mundial os primeiros 260 m de cais, na área até hoje denominada do Valongo. Ao longo desses anos, o porto não parou de se expandir, atravessando todos os ciclos de crescimento econômico do País, aparecimento e desaparecimento de tipos de carga, até chegar ao período atual de amplo uso dos contêineres. Açúcar, café, laranja, algodão, adubo, carvão, trigo, sucos cítricos, soja, veículos, granéis líquidos diversos, em milhões de quilos, têm feito o cotidiano do porto, que já movimentou mais de l (um) bilhão de toneladas de cargas diversas, desde 1892, até hoje.

Em 1980, com o término do período legal de concessão da exploração do porto pela Companhia Docas de Santos, o Governo Federal criou a Companhia Docas do Estado de S. Paulo-Codesp, empresa de economia mista, de capital majoritário da União. O Porto de Santos conta com uma área de 7,7 milhões de m², ficando 3,7 milhões de m² na Margem Direita e 4,0 milhões m² na Margem Esquerda.

Possui 13 quilômetros de extensão de cais e um total de 59 berços, dos quais 49 públicos e 10 privados. Possui 55 quilômetros de dutos e 100 quilômetros de linhas férreas. Para armazenamento de granéis líquidos conta com uma capacidade estática de, aproximadamente, 700 mil m³; e para granéis sólidos, instalações para acondicionar mais de 2,5 milhões de toneladas.

_MG_3519Sua área de influência primária, que concentra mais de 50% do PIB, abrange os Estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A hinterlàândia secundária inclui os Estados da Bahia, Tocantins, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Cerca de 90% da base industrial do Estado de São Paulo está localizada a menos de 200 quilômetros do Porto de Santos.

O Complexo Portuário Santista responde por mais de um quarto da movimentação da balança comercial brasileira e inclui na pauta de suas principais cargas o açúcar, o complexo soja, cargas conteinerizadas, café, milho, trigo, sal, polpa cítrica, suco de laranja, papel, automóveis, álcool e outros granéis líquidos.

Atualmente, o Porto de Santos, movimenta, por ano, mais de 60 milhões de toneladas de cargas diversas, número inimaginável em 1892, quando operou 125 mil toneladas. Com 12 km de cais, entre as duas margens do estuário de Santos, o porto entrou em nova fase de exploração, consequência da Lei 8.630/93, com arrendamento de áreas e instalações à  iniciativa privada, mediante licitações públicas.

Sobre a Trielo

A atuação da Trielo Soluções Inteligentes fundamenta-se no comprometimento com os resultados de seus relacionamentos mantidos com os clientes, fornecedores, parceiros e colaboradores. Este comprometimento baseia-se na ética pessoal, profissional e comercial e manifesta-se nas fases de pré-venda, implantação e pós-venda de seus produtos. Além da tecnologia e qualidade, agrega valores como responsabilidade, confiabilidade, comprometimento e transparência aos produtos e serviços.

Esta postura é a garantia de crescimento sustentado da empresa. Fundada no início da década de 90, tem como atividade a Integração de Sistemas para o mercado de Segurança, Identificação e Coleta de Dados, desenvolve, vende e instala produtos de hardware e software para Controle de Acesso, Relógios de Ponto Eletrônico, Alarmes, Controle de Estacionamentos, Controle de Acesso a Restaurantes, Circuito Fechado de TV e outros todos na plataforma IP. Oferece serviços especializados de customizações, integrações e consultoria.