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A ver os posts de Novembro, 2012

Câmeras panorÃâmicas: quatro lentes em um único equipamento

Desenvolver soluções em CFTV IP com maior resolução e mais economia é o princípio básico das soluções da canadense Avigilon distribuídas no Brasil pelo Grupo Policom. Para atender esse princípio, a Avigilon desenvolveu linha de produtos completa e variada, que inclui, entre outros itens, câmeras Dome IP panoràâmicas de alta definição com 8 megapixel.

Esses equipamentos são plug-and-play , ou seja, permitem autodetecção e autoconfiguração das câmeras para facilitar a instalação, e encontram aplicação em áreas com muitos corredores e salas.

De fácil instalação, as câmeras têm lentes pré-focadas e instaladas em fábrica, que dispensam ajustes de lentes durante a instalação. O dome é compacto e robusto, o que torna as câmeras à  prova de vandalismo, água e poeira, contando, também, com acessórios de montagem para instalação de teto, caixa elétrica e ambientes externos. O modelo de 360º é indicado para instalação em teto ou forro, posicionado ao centro de salas. Permite o monitoramento simultàâneo de quatro cenas como, por exemplo, corredores, acessos e vagas de estacionamento. O modelo de 180º é indicado para instalação em parede, permitindo, por exemplo, que uma ampla sala de espera seja monitorada de modo eficiente e econômico, em alta definição. Outros exemplos de aplicação destas câmeras são monitoramento de fileiras de caixas em lojas de varejo, monitoramento de prateleiras em estoques, entre outros ambientes semelhantes. Tanto a câmera de 180º quanto a de 360º possuem quatro lentes de 2 megapixel, totalizando 8 megapixel de resolução máxima. Além de capturar imagens com detalhes mínimos, essas câmeras panoràâmicas permitem PTZ digital ao vivo e gravado, assim como sincronização de gravação e detecção de movimentos da câmera com o sistema de alarmes do ambiente. E mais: favorecem a gravação de áudio de alta qualidade a partir de qualquer entrada ou microfone.  

As normas técnicas ajudam a inovar, a explorar com sucesso as novas ideias e garantem a segurança de seu negócio

Mauricio Ferraz de Paiva*

No mundo atual, é muito difícil enxergar as normas técnicas fora do contexto social, pois elas, tanto no campo industrial quanto na relação entre fabricantes e consumidores, passaram a cumprir alguns objetivos relacionados à  simplificação, comunicação, economia global, segurança, saúde e proteção da vida e proteção do consumidor e dos interesses da sociedade. Dessa forma, o processo de desenvolvimento das normas tornou-se imperativo e importante para garantir que qualquer pessoa envolvida dentro do processo, em qualquer das etapas, consiga obter o mesmo resultado de outra pessoa dentro do mesmo processo. Na prática, a normalização é uma forma de reduzir o desvio padrão dos processos, aumentando a eficiência da capacidade produtiva. Não se pode parar com este imenso e contínuo processo de melhoria, que traz cada vez produtos melhores e de baixo custo para a população.

Historicamente, pode-se dizer que a normalização não é uma atividade moderna, já que a palavra falada talvez seja a mais antiga das normas. Se as palavras não possuíssem significados definidos, não seria possível haver entendimento entre os seres vivos. Assim como as palavras, as letras e os números também são formas de expressões gráficas normalizadas dentro dos limites de uma extensão territorial na qual têm a mesma significação. As ferramentas de pedra do homem pré-histórico apresentam uma marcante semelhança nos materiais, forma e mesmo nas dimensões. O mesmo pode ser constatado nos tijolos antigos e em objetos encontrados em escavações de antigas civilizações. As piràâmides do Egito são exemplos marcantes de normalização na antiguidade.

Em resumo, pode-se dizer que a origem da normalização vem, historicamente, desde as remotas origens da cultura humana. Nos tempos antigos, a vida da comunidade era governada pelos costumes e pelas regras comuns, administrada por um chefe, o que fez surgir os primeiros padrões de vida: costumes e regras comuns da família, linguagem comum, escrita figurada, símbolos fonéticos, roupas e abrigos, religião, divisão de tempo, forma e tamanho dos produtos, dinheiro, pesos e medidas, e leis.

Assim, as primeiras normas técnicas foram as referentes à s medidas, devendo seu início na época em que o homem julgou necessário estimar dimensões e distàâncias para fins de construção de percursos e de confecção de utensílios e artigos para uso de todas as espécies. Para tanto, o homem empregava seus membros e seus dedos. Para medir objetos, empregava unidades como a largura da falange do dedo indicador, a palma da mão, o palmo, o comprimento do pé, o antebraço e a distàância entre as pontas dos dedos com os braços abertos. Para distàâncias maiores, as unidades eram um dia de viagem e passos. Tais medidas, muito embora aprimoradas para o uso comum dos mais esclarecidos, permanecem válidas em sua forma original em várias partes do mundo. O surgimento do conceito de produção em série ou em massa por meio da intercambialidade de peças ocorreu nos Estados Unidos onde, em 1798, o governo incumbiu Eli Whitney a fornecer dez mil mosquetões dentro de um prazo de dois anos. Ele é considerado o precursor do conceito de produção em massa. Ao final do primeiro ano, apenas 500 mosquetões foram entregues. O mesmo ocorreu ao findar o segundo ano. As armas eram confeccionadas por elementos altamente qualificados, cada um fabricava, ele mesmo, cada uma das diferentes peças que iriam formar finalmente o produto acabado. Em vista dos fracos resultados obtidos no cumprimento do seu contrato, Whitney organizou um sistema onde cada peça podia ser fabricada com precisão, por máquinas diferentes. As tarefas foram subdivididas e cada grupo de trabalhadores ocupava-se com uma determinada operação. As ferramentas para laminação, polimento e perfuração foram normalizadas. Assim, cada peça fabricada revela-se idêntica à s outras. Finalmente, ao serem montadas todas as peças, elas se encaixavam perfeitamente. Uma outra vantagem desse sistema é que também facilitava a substituição de peças gastas, além de estabelecer um nível de qualidade aos mosquetões. Nasceu assim, o conceito moderno de normalização e produção em série. Hoje, as normas técnicas são uma fonte de tecnologia, manutenção de qualidade e otimização de processos que asseguram que a produção de sua empresa esteja competitiva e adequada aos padrões nacionais e internacionais. Ela dá apoio tecnológico à s normas de gerenciamento de processos e produtos que por sua vez, garantem a qualidade, permanente do produto ou serviço, também dá apoio tecnológico à s normas de operação dirigidas ao operador que executa as atividades repetitivas. No Brasil, há uma dicotomia bastante pronunciada sobre o cumprimento obrigatório ou não das normas técnicas. Há uma grande confusão entre certificação compulsória e cumprimento de normas técnicas. Os produtos com certificação compulsória ou com regulamentação técnica são obrigados a provar antes de entrar no mercado que seguem determinadas normas com ensaios de laboratório e levam um selo de certificação. Isso não quer dizer que quando não tem esse tipo de certificação, um produto ou serviço não precisa seguir normas. Necessita observar as normas, somente não precisa ensaiar os seus produtos ou serviços. Para vender um forno de padaria que não precisa de selo de conformidade, o fabricante precisa seguir as normas. Ele não precisa mostrar isso antes para alguém, como terceira parte, mas é obrigado a seguir a norma. Como se pode viver em uma sociedade com apenas mais ou menos 200 produtos certificados? E o resto? E os celulares, e o aditivo para o radiador do carro, e as escadas metálicas, etc.? Atualmente, existem mais de 10.000 normas técnicas e mais ou menos 105 regulamentos técnicos. Quer dizer que só devem ser cumpridos os 105 regulamentos? E as outras mais de 9.800 normas? São para serem cumpridas. O cumprimento das normas técnicas estabelece uma presunção de conformidade, de qualidade, de atendimento aos requisitos técnicos mínimos de segurança e desempenho. A falta de atendimento à s normas técnicas impõe ao fabricante ou prestador de serviço o ônus de provar que o produto ou serviço atende aos requisitos mínimos de segurança e qualidade exigidos pela sociedade técnica e o mercado de consumo, ainda que não estejam normalizados. Na verdade, a observàância das normas técnicas brasileiras é obrigatória e já existe jurisprudência dos tribunais nacionais dizendo que há implicações criminais pela sua não observàância. Além disso, o mundo empresarial sentiu a necessidade de se aprimorar a administração com processos de gestão cada vez mais apurados para que os produtos e serviços não apenas tivessem uma concepção de projeto melhor, mas, também, que a sua produção fosse tão boa quanto os projetos. Surgiram então os modernos sistemas de gestão que garantem a produção de bens com um padrão uniforme e previsível, de acordo com a sua necessidade. A normalização técnica e os processos de gestão são o caminho para conduzir e operar com sucesso uma organização, pois é necessário dirigi-la e controlá-la de maneira transparente e sistemática.

* Mauricio Ferraz de Paiva é engenheiro eletricista, especialista em desenvolvimento em sistemas, presidente do Instituto Tecnológico de Estudos para a Normalização e Avaliação de Conformidade (Itenac) e presidente da Target Engenharia e Consultoria.

Grippon: Avigilon auxilia no combate às perdas no varejo

Com 2 mil metros quadrados distribuídos em três andares e inaugurada em dezembro de 2011, a 8ª loja da rede varejista de roupas Grippon no Rio de Janeiro, situada em Queimados (RJ) está equipada com sistema de CFTV de alta definição para segurança interna e monitoramento dos portões e estacionamento, com a finalidade de coibir o roubo de mercadorias e acidentes. A solução foi implementada pela TecnoComp, com equipamentos e materiais da fabricante canadense Avigilon, que são fornecidos pela Paris Cabos, empresa do Grupo Policom.O sistema de CFTV da Avigilon utilizado para a Grippon está formado por 40 câmeras de alta definição, fixas, que especificamente nesta aplicação permitem até quatro cenas simultàâneas em cada câmera.

Esta customização, de acordo com Alex Ribeiro, gerente de TI da Grippon, é um diferencial importante: “Tivemos uma redução de 50% no custo da infraestrutura ao optarmos pelas câmeras IP panoràâmicas de 180º e de 360º de alta qualidade, pois elas utilizam uma única infraestrutura e nos fornecem quatro imagens distintas, sendo assim menos pontos de rede e infraestrutura. Também reduzem o custo da manutenção futura, uma vez que o ambiente concentra 40 pontos para manter e administrar. Além disso, a solução da Avigilon garante qualidade e precisão na imagem, dando-nos mais segurança nos casos de ocorrências”.

Ribeiro garante que “essas vantagens compensam o custo inicial do projeto, que foi mais elevado do que em caso de uso da tecnologia analógica convencional, mas que devido à  economia gerada se pagará em, no máximo, dois anos.”

O diretor comercial da TecnoComp, Ricardo Perdigão, ratifica: “Essa economia é, certamente,  uma das maiores vantagens comerciais da solução aplicada com as câmeras da Avigilon”. E acrescenta: “Após a conclusão da implantação nós recebemos da Fukuoka, a construtora responsável pela obra civil da Grippon, um prêmio de reconhecimento pela qualidade dos serviços prestados e das soluções tecnológicas utilizadas”.

Neste aspecto, a equipe de engenharia e suporte da TecnoComp, de acordo com o gerente de TI da Grippon, demonstrou “sua qualidade e know-how neste mercado, no que diz respeito a infraestrutura e instalações, contando com uma equipe altamente qualificada e apta para implantar o que há de mais moderno no setor de tecnologia”.

        

Controle nos mínimos detalhes - A possibilidade de acesso remoto full time e em tempo real é outro benefício alinhado pelo gerente de TI da Grippon à s câmeras IP de 180º e de 360º da Avigilon, principalmente porque “não há perda de imagem nem trava o sistema e a transmissão, permitindo a gestão como se estivéssemos na loja”.

Justificando suas observações, Ribeiro explica: “no roubo, à s vezes, há três ou quatro pessoas envolvidas e se damos o foco em uma delas, perde-se o conjunto e a possibilidade de detectar as demais. Com o sistema Avigilon isso não acontece e temos condições de provar o que aconteceu utilizando o zoom, analisando a cena posteriormente, com qualidade e sem perder nenhum detalhe”.

Segundo ele, os resultados obtidos respondem pela meta da Grippon de implementar um sistema semelhante em outras lojas da rede, como nos centros comercias em construção em Belford Roxo e Pavuna, na capital carioca, que devem entrar em operação em 2012 e 2013, respectivamente.

O sistema de CFTV da Grippon - Nesta unidade da Grippon 40 câmeras de 1 MP e 2 MP fixas, que geram 87 imagens, obtêm o mesmo resultado que seria gerado por 120 câmeras convencionais. No projeto foram utilizadas câmeras dome IP panoràâmicas de alta definição com HSDM, permitindo que, a partir de uma câmera, quatro sensores façam cobertura panoràâmica (180º ou 360º). Com lentes pré-focadas e instaladas em fábrica, que dispensam ajustes durante a instalação, as câmeras são à  prova de vandalismo, água e poeira, contam com ajuste em três eixos para simples montagem em qualquer configuração e acessórios de montagem para instalação no teto, em caixa elétrica e ambientes externos. O modelo de 180º é indicado para amplos ambientes internos, como, por exemplo,

Além disso, toda a infraestrutura é PoE (Power over Ethernet), o que gera redução de custos de manutenção e com infraestrutura elétrica para funcionamento do sistema. O centro de controle é remoto e acessado via web. recepções e armazéns. Já uma única câmera de 360º, se colocada no centro de uma sala, permite cobertura simultàânea de todo o local. Ambas podem gerar quatro cenas simultàâneas consumindo, apenas, um ponto de rede, uma porta de switch e uma licença de software.

Merece destaque o fato de que este projeto é uma aplicação prática do conceito de plataforma aberta, pois, além das câmeras Avigilon, foram utilizadas câmeras Speed Dome IP de outro fabricante, que são gerenciadas pelo software Avigilon Control Center. Para tornar isso possível, foram utilizados encoders da Avigilon, que possuem quatro portas e são capazes de suportar padrões NTSC e PAL e formatos Composto, Componente e S-Vídeo, com altas taxas de imagens e gravação de até 30 IPS (imagens por segundo) a resolução de 4CIF para cada porta, num total de 120 imagens por segundo em todas as quatro portas.

A utilização de enconder, aliada ao software Avigilon Control Center, favorece a modernização consciente de uma instalação analógica existente “sem necessidade de substituição total do que está pronto, preservando parte do investimento inicial e incorporando estas câmeras analógicas ao sistema de gravação e gerenciamento digital”, explica Claudinei Maia, diretor comercial da Paris Cabos. O encoder Avigilon ainda apresenta a vantagem de consumir apenas uma porta de switch para cada quatro câmeras analógicas a ele conectadas.

Os encoders Avigilon possuem controle dinàâmico de consumo de largura de banda, entrada e saída de alarmes capaz de sincronizar a gravação e a detecção de movimentos da câmera com o sistema de alarmes do ambiente, além de suporte PTZ e gravação de áudio de alta qualidade a partir de qualquer entrada ou microfone. Por outro lado, o Avigilon Control Center com HDSM (Gerenciamento de Stream de Alta Definição) é uma premiada solução de gerenciamento de vídeo em rede de alta definição, que oferece alerta total de eventos com detalhamento inquestionável, reduzindo o tempo de resposta.

Disponível nas versões Standard ou Enterprise, o Avigilon Control Center é uma plataforma de segurança distribuída em rede preparada para capturar, gerenciar e armazenar vídeo monitoramento multi-megapixel de alta definição, com gerenciamento eficiente de largura de banda e armazenamento. Além disso, grava e gerencia áudio e vídeo de toda a linha de câmeras IP 1 a 29 megapixel. podendo acomodar câmeras analógicas PTZ, câmeras analógicas convencionais, encoders e câmeras IP de outros fabricantes do mercado.

O Avigilon Control Center oferece o melhor sistema de vigilàância em Alta Definição da indústria e preserva os investimentos já realizados pelo cliente, oferecendo a oportunidade de construir um sistema híbrido, que permite uma migração financeiramente coerente do analógico para o megapixel. Focado nas necessidades dos profissionais de segurança, o Avigilon Control Center tem uma interface poderosa, intuitiva e fácil de usar, permitindo aos operadores responder e avaliar eventos com eficiência, exigindo mínimo treinamento, e está totalmente traduzido para o português.

Sobre a Grippon - No Rio desde 1993, a loja de departamentos atende desde recém-nascido ate adulto, focada na comercialização de vestuários, calcados, bijuterias e decoração atendendo os públicos C, D, E, e traz um novo conceito de lojas com infraestrutura única, além de grande mix de produtos, com preços acessíveis. Concentra suas lojas em locais que possuem os maiores números de habitantes (baixa fluminense, Zona Oeste, Zona Norte e Interior - São Gonçalo). A Grippon tem planos de expansão no Rio de Janeiro, procurando difundir seu conceito de lojas, trazendo um ambiente agradável para as famílias incluirem a loja em seu roteiro de compras.

Sobre a TecnoComp - Com sede em São Bernardo do Campo (SP) e filiais em Goiàânia (GO) e Rio de Janeiro (RJ),  a TecnoComp entrega serviços para Grandes Empresas e Governos em quatro pilares de atendimento: Data Center, Service Desk, Infraestrutura e Gestão de Ativos.  A companhia atua em todo o território nacional com pontos de presença (diretos e credenciados) em mais de 500 cidades, o que a posiciona como uma das maiores redes de atendimento técnico do Brasil. Certificada ISO 20.000:2012 mantém parcerias estratégicas com grandes fabricantes e integradores de TI e um amplo portfolio de serviços inovadores com foco na redução dos custos fixos das organizações clientes e uma melhor gestão dos recursos de TI.  A TecnoComp foi criada há 26 anos e tem atualmente uma equipe de 400 colaboradores. Em 2011 a TecnoComp registrou uma receita de R$ 26 milhões, um crescimento de 27% em relação a 2010.

MHA comemora resultados de rede SYSTIMAX

   

Preservação do investimento e circulação, sem gargalos, de arquivos em CAD, além da telefonia, foram os objetivos da MHA Engenharia - empresa nacional especializada na engenharia consultiva - ao optar pela tecnologia SYSTIMAX Solutions® (fabricada pela CommScope® Enterprise Solutions, líder mundial em sistema de cabeamento estruturado através das linhas SYSTIMAX e UNIPRISE), implementada pela Luche com materiais fornecidos pelo Grupo Policom.

[caption id="attachment_1559" align="alignright" width="240"] Guilherme A. de Brito Neves, gerente de informática da MHA[/caption]

Em operação desde janeiro de 2010, quando da mudança para novo escritório, que ocupa todo um andar do Bloco E do Centro Empresarial de São Paulo, até o momento a rede registra ocorrência zero, mesmo depois da inclusão de mais um switch, de acordo com informações fornecidas por Guilherme A. de Brito Neves, gerente de informática da empresa.

A indicação pela tecnologia foi dada pelo Departamento de Projeto da MHA, diz Neves, ao comemorar os benefícios: “O melhor é não pensar no problema, penso na rede, sem preocupação e com a certeza de que quando todos os pontos estiverem ocupados, a rede continuará eficiente e segura”.

No total, 280 pontos de rede distribuídos por 1.000 m² atendem escritórios e 11 salas de reunião. “Implementamos uma rede com 50% do tamanho necessário à  época, para que ela fosse capaz de suportar o crescimento da empresa. Em 2011, ampliamos o quadro em mais de 100 profissionais, ativando apenas metade dos pontos em espera, e, por isso, ainda temos espaço para novos colaboradores”, garante Neves.

O gerente de informática da MHA alinha entre os ganhos à  facilidade de organização do layout, de mudança dos profissionais e de expansão da empresa, que soma-se à  organização do ambiente, com redução da poluição visual, e, para o usuário, a aumento de desempenho e velocidade, que agora é de 1 Gb.

A organização citada por Neves é também ressaltada por ele ao listar como diferenciais a ergonomia da sala técnica, a identificação dos pontos concentrados em três racks Top Solution Cabling, a facilidade de manutenção, a segurança e a confiabilidade.

Mas na MHA a estreia não ficou apenas por conta da tecnologia SYSTIMAX Solutions. Esse foi o primeiro relacionamento da empresa de projetos com a Luche e o Grupo Policom, e os resultados também são situados por Neves como positivos, ao relembrar: “Os nossos prazos eram muito apertados, com menos de 40 dias para estruturar toda a rede e fazer a mudança dos servidores, realizada em um final de semana. O cronograma foi cumprido à  risca e a atividade da empresa não foi prejudicada”.

Sobre a MHA

A MHA Engenharia (www.mha.com.br), empresa nacional especializada na engenharia consultiva, atua no mercado desde 1975. Dispondo de uma equipe de engenheiros de alto nível técnico, está capacitada a projetar e gerenciar os mais complexos empreendimentos setoriais na construção civil. Sua atuação é voltada para os setores público e privado, nacional e internacional, em parceria com empresas especializadas dos Estados Unidos e da Europa.

De seu acervo técnico constam cerca de 2.300 obras, totalizando mais de 23 milhões de m² de área projetada em instalações elétricas, hidráulicas, climatização e cálculo estrutural.

A MHA projeta instalações, gerenciado obras e executado cálculo estrutural para arrojados projetos arquitetônicos, de hospitais a shopping centers, de complexos industriais e centros empresariais a complexos de cultura e lazer, de hotéis a CPDs, além de projetos do setor automobilístico, químico, farmacêutico e alimentício. No setor de petróleo e petroquímica, estratégico para o País, a MHA presta serviços técnicos de engenharia de processos a detalhamento em refinarias, centro de pesquisa, unidades de produção on shore e off shore.

A empresa é reconhecida, desde 1999, com o Certificado de Registro ISO 9001 (gestão de qualidade) e, desde 2009, com os certificados ISO 14001 (gestão ambiental) e OHSAS 18001 (gestão de segurança e saúde ocupacional), emitidos pela Fundação Vanzolini - INMETRO IQNET The International Certification Network.

Sobre a Luche

A Luche Tecnologia (www.luche.com.br) oferece soluções completas em projeto, execução e documentação de infraestrutura de redes elétricas e cabeamento estruturado, para conectar a sua empresa ao mundo informatizado. Contando com equipe técnica, constantemente treinada e motivada para oferecer as melhores soluções para cada projeto, constituída por engenheiros, projetistas e técnicos especializados, a Luche está apta a atender necessidades em conectividade com prazo, segurança e confiabilidade.

A execução dos projetos segue os mais rigorosos padrões de qualidade e acabamento, em conformidade com as normas pertinentes a cada caso e utilizando equipamentos de testes com tecnologia atualizada, garantindo que o produto final atenda plenamente as expectativas dos clientes. A identificação clara e completa de todos os racks, quadros elétricos e tomadas é um dos destaques dos serviços da Luche.

Além disso, a empresa fornece uma documentação completa, tipo as-built , de toda a instalação realizada, incluindo plantas, planilhas e arquivos com os resultados dos testes efetuados.

Grupo Policom lança acessórios para CFTV

[caption id="attachment_1540" align="alignright" width="158"] Caixa com emissor infravermelho (IR)[/caption]

Investindo continuamente no desenvolvimento de acessórios para as linhas de soluções em CFTV IP de alta definição que comercializa em todo o território nacional, o Grupo Policom lança quatro modelos de caixas IP66 para câmera fixa, todos construídos em alumínio fundido tratado com grau de proteção IP66, o que permite sua utilização em ambiente externo, suportando intempéries tais como chuva, calor excessivo, vendo, detritos de poeira, poluição etc.

Os novos modelos de caixa contam com suporte gerenciável, ou seja, se corretamente instalada, o cabo de rede que alimenta a câmera fica oculto, correndo por dentro do suporte.

[caption id="attachment_1544" align="alignleft" width="110"] Suporte IP66[/caption]

Disponíveis para pronta entrega, esses acessórios, como informa Anderson Luiz Carvalho, gerente de Marketing do Grupo Policom, “oferecem excelente relação custo-benefício, sendo ideais para protegerem câmeras de alta qualidade, como os padrões Avigilon, Pelco e Micronet que oferecemos. Além disso, são compatíveis com qualquer câmera fixa que caiba no espaço interno disponível”.

[caption id="attachment_1546" align="alignright" width="180"] Caixa IP66[/caption]

Os quatro modelos possuem certificações CE, FCC, RoHS, podem ser segmentados em dois grupos: Especificamente as caixas da família 85100 e 85101, com emissor infravermelho (IR), enquanto que as 85109 e 85110 são desprovidos desse complemento. Em comum as quatro opções de caixas para câmeras fixas está a tampa articulada lateralmente, o que facilita o acesso ao seu interior e travas laterais através de parafusos, além de contarem com um berço deslizante e ajustável para fixar câmera e prensa cabos selado.

Os emissores infravermelho dos modelos 85100 e 85101 possuem àângulo de 30º e alcance entre 20m e 35m lineares.

A caixa modelo 85109 é a mais simples das quatro, não possuindo IR e ventilador / aquecedor.