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Verificação, qualificação, certificação: Qual destas ferramentas de teste é a mais adequada?

Wolf  (33)Neste artigo, Richard Landim  - especialista de Produtos da Fluke Networks Brasil, empresa líder mundial no fornecimento de soluções de teste de rede e monitoramento - frisa que os testadores de certificação que atendem as normas do setor são os únicos capazes de oferecer o suporte e a segurança financeira necessária. Vale destacar que todos os produtos mencionados no artigo podem ser adquiridos no Grupo Policom e suas caracteríuticas estão disponíveis na seção FLUKE no site: http://www.grupopolicom.com.br/exibe_cat.php?iNCat=5&limit=20.

à€ medida que as redes crescem e se transformam, o desempenho do cabeamento torna-se crítico no que diz respeito à  qualidade do serviço entregue. Os administradores e usuários estão constantemente demandando novas tecnologias, serviços e melhor performance, o que, inevitavelmente, requer infraestrutura de rede avançada, confiável e segura.

landin-flukeNeste cenário, as ferramentas de teste de cabeamento tornaram-se essenciais para que instaladores, empreiteiros e técnicos garantam a qualidade e evitem falhas na infraestrutura da rede. Essencialmente existem três maneiras para se testar uma instalação de cabeamento: verificação, qualificação e certificação. Mas é preciso analisar cada tipo de teste para que o usuário certifique-se qual ferramenta melhor atende à s suas necessidades.

O cabeamento está conectorizado corretamente?

Os testes de verificação respondem a esta pergunta. Para o cabeamento de cobre, essas ferramentas de baixo custo e simples de utilizar realizam funções de continuidade básicas, como pinagem e geração de tons. A pinagem dirá que cada par está conectado aos pinos certos em plugues (machos) e soquetes (fêmeas) com bons contatos nas terminações, enquanto que a geração de tons é usada para auxiliar na identificação de um cabo específico em um grupo ou em uma extremidade remota.

Alguns testadores de verificação incluem um recurso de reflectometria no domínio do tempo (Time Domain Reflectometer, TDR) para ajudar a determinar a distàância até a extremidade de um cabo ou um local de problema. Esse tipo de ferramenta também é capaz de detectar se um switch está conectado ao cabo sob teste.

No caso da fibra, um localizador visual de falhas (Visual Fault Locator, VFL) pode servir como ferramenta de identificação, à  medida que verifica a continuidade das conexões de fibra para ajudar a encontrar interrupções, conectores e fusões com problemas. Além disso, o localizador visual de falhas verifica a polaridade e a orientação apropriadas das fibras em caixas de passagem, cassetes e DIOs.

Embora a verificação seja ideal para o troubleshooting e realmente a primeira linha de defesa na descoberta de problemas de cabeamento, a maioria dos testes de cabo exige mais do que uma simples verificação. Como consequência, raramente é o único método utilizado, a menos que esteja testando aplicações apenas de voz POTS (serviço telefônico convencional) rodando sobre cabos de voz simples como os de Categoria 3.

Sozinhos, os testes de verificação não averiguarão a capacidade do cabeamento para comportar aplicações específicas. E certamente não resultarão na capacidade de garantir as normas de conformidade necessárias para uma garantia de fabricante.

O cabeamento pode suportar a aplicação desejada?

Os testadores de qualificação incluem a funcionalidade de verificação, porém são mais sofisticados, capazes de qualificar a largura de banda do cabeamento. A qualificação fornece as informações necessárias para determinar se o cabeamento sob teste suportará a sinalização para aplicações específicas.

Combinados com o recurso de verificação, os testadores de qualificação também são excelentes ferramentas na solução de problemas. São ideais para pequenas adições, movimentos e alterações ou para a configuração de uma rede temporária que precisa estar qualificada a uma tecnologia de rede específica. Também podem ajudar a decidir se uma planta de cabeamento existente precisa ser atualizada para comportar uma nova aplicação.

Mas como os testes de verificação, a qualificação não realiza a certificação exigida pelos fabricantes de cabeamento ou pelas Normas atuais.

O cabeamento cumpre as normas do setor?

Os testadores de certificação são a única resposta para esta pergunta. Usados por instaladores/fornecedores e gerentes de unidades empresariais para assegurar que o novo cabeamento satisfaça plenamente aos requisitos das normas de cabeamento como a nova TIA-568.3-D, uma ISO 11801 ou a nossa ABNT NBR 14565, a certificação é a mais rigorosa de todos os testes de cabo. à‰ exigida pelos fabricantes de cabeamento para receber uma garantia.

A certificação inclui todos os testes que entram na verificação e na qualificação, mas também realizam várias medições por meio de faixas de frequência definidas previamente e compara os resultados detalhados aos padrões definidos pela TIA, ISO ou demais órgãos reguladores como a ABNT. Os resultados determinam aprovação ou reprovação de acordo com a norma e indicam se uma ligação está em conformidade com uma categoria ou classe específica de cabo, como a categoria 6A ou EA. Isso, por sua vez, diz qual aplicação esse link é capaz de suportar.

A escolha é importante

Embora a decisão de utilizar testes de verificação, qualificação ou certificação de cabeamento, em última análise, se trate do que o cliente necessita, os testadores de certificação que atendem as normas do setor são os únicos capazes de oferecer o suporte e a segurança financeira necessária. Qualquer outra escolha põe a responsabilidade única de garantia sobre você. E com um custo médio do link de pelo menos R$200,00 para uma instalação comercial, qualquer valor em risco é muito significativo.

   

Nova Pavuna: Avigilon monitora áreas comuns do centro de compras da Mais Megaloja

 pavuna-3p  pavuna-6-p Novo Centro Comercial Nova Pavuna conta com mais de 120 câmeras Avigilon, tornando-se a sexta unidade da rede a utilizar essa solução de CFTV IP, fornecida pelo Grupo Policom e instalada pela TecnoComp.

Em terreno de cerca de 6 mil metros quadrados, em Pavuna (RJ), o grupo VM Empreendimento, proprietário da rede varejista de roupas Mais Megaloja, edificou um centro comercial com quatro pavimentos e 130 vagas para estacionamento, totalizando mais de 10 mil metros quadrados de área construída.

pavuna-1-pDestacando-se pela localização e pela infraestrutura disponibilizada, o centro comercial Nova Pavuna possui áreas de compras, lazer e alimentação. Direcionado à s necessidades de consumo da nova classe C, que representa mais da metade da população brasileira, o novo centro de compras conta com quatro Superlojas à‚ncora -  Mais Megaloja, Lojas Americanas, Casa & Video e Bob”™s, - além de 14 lojas satélites, entre elas, Boticário e Casa Franklin, e outras 16 salas comerciais, que atendem a essa região localizada na Zona Norte da capital fluminense e que tem população superior a 1 milhão de pessoas.

pavuna-5-pPara monitorar todo o completo, a VM Empreendimentos optou por solução da fabricante canadense Avigilon, implementada pela TecnoComp com materiais fornecidos pelo Grupo Policom.

As premissas que nortearam o projeto envolviam qualidade do sistema, melhor resolução e visualização de imagens, software interativo e excelente facilidade de ampliação das imagens, pois a solução visa a coibir e a identificar furtos na loja, além de fazer o monitoramento da chegada de produtos e materiais.

O sistema - Sexta unidade do grupo a contar com essa solução de CFTV IP de alta definição, o centro de compras Nova Pavuna conta com um total de 120 câmeras IP de alta definição em resoluções de 2 MPx, 3 MPx, 5 MPx e 8 MPx. Destas 120 câmeras IP, 88 são da fabricante canadense Avigilon, modelos Speed Dome HD com zoom de 20x, câmeras dome panoràâmicas de 180° e 360° e câmeras dome para uso interno. “Esse sistema dá suporte à  segurança das áreas comuns, estacionamento e interior da loja e estoque da Mais Megaloja”, informa Alexsandro Ribeiro, gerente de TI da Mais Megaloja, destacando o fato de que dessa forma “foi possível construir um sistema de monitoramento sem pontos cegos”, com fácil acesso à  manutenção e menos infraestrutura, pois conta com câmeras 360º e 180º.

pavuna-2-pSeguindo padrão das instalações adotadas pela VM Empreendimentos em seus outros centros comerciais instalados na Região Metropolitana, Baixada Fluminense e São Gonçalo, o sistema é gerido pelo Avigilon Control Center 5.0, permitindo acesso local e remoto. 

O sistema de vídeo monitoramento é complementado por oito servidores (cinco integrados à  loja e os demais voltados à  administração do centro comercial como um todo), NVR Storage Rack Dell 2U 10 Teras; dois Workstation Client com 4 saídas; um Workstation Cliente para funcionamento em vídeo wall.

pavuna4-pComo infraestrutura para a solução Avigilon, o Grupo Policom forneceu solução de cabeamento estruturado Uniprise, da CommScope. No total, foram lançados 9 mil metros de cabos UTP Categoria 6 e 1 mil metros de fibra óptica, para interligação dos servidores e das áreas do complexo. A TecnoComp também respondeu pelas instalações elétrica e de telefonia.

E mais: toda a infraestrutura é PoE (Power over Ethernet), o que gera redução de custos de manutenção e com infraestrutura elétrica para funcionamento do sistema. O centro de controle é remoto e acessado via web.

pavuna-pDesafios e benefícios - André Afonso, gerente de Infraestrutura da TecnoComp, recorda que o principal desafio foi proporcionar o melhor posicionamento das câmeras para que não ficassem pontos cegos na loja. Por esse motivo, “optou-se pela instalação de 123 câmeras estrategicamente posicionadas em áreas externas, ambientes comuns de circulação, estacionamentos, refeitório e distribuídas em toda a loja, obtendo assim melhor desempenho do sistema e atendimento das necessidades do cliente”.

A esses benefícios, Afonso soma visualização em tempo real sem perda da qualidade das imagens de todos os ambientes, favorecendo a tomada rápida de decisões e fazendo com que qualquer ação necessária ocorra de imediato. 

Sobre a Mais Megaloja

No Rio de Janeiro desde 1993, a loja de departamentos atende desde recém-nascido até adulto, focada na comercialização de vestuários, calcados, bijuterias e decoração atendendo os públicos C, D, E, e traz um novo conceito de lojas com infraestrutura única, além de grande mix de produtos, com preços acessíveis. Concentra suas lojas em locais que possuem os maiores números de habitantes (baixa fluminense, Zona Oeste, Zona Norte e Interior - São Gonçalo).

A Mais Megaloja tem planos de expansão no Rio de Janeiro, procurando difundir seu conceito de lojas, trazendo um ambiente agradável para as famílias incluírem a loja em seu roteiro de compras.

APC promove webcast e certificação NetBotz, em novembro

netbotz-455Direcionada a segurança e monitoramento remoto de infraestrutura de TI, a solução NetBotz, da APC (American Power Conversion, da Schneider Electric) será tema de webcast em 10 de novembro, das 11h à s 11h30, e de certificação presencial em 18 de novembro, da 9h à s 12h, na Avenida das Nações Unidas, 18.605, na capital paulista.

O objetivo dos eventos - que são gratuitos - é apresentar os benefícios do APC NetBotz e mostrar como transformar esse sistema de gerenciamento de ambiente em oportunidades de negócios.

netbotz-no-psc-1A linha NetBotz é direcionada a monitoramento proativo de ativos de TI. De instalação rápida, tem interface intuitiva com o usuário.

O Grupo Policom distribui as soluções APC by Schneider Electric e mantém, no Policom Solution Center, em São Paulo (SP) um NetBotz modelo 455 instalado em operação. Para conhecer o produto ao vivo, é só agendar visitas no local ou demonstrações virtuais pelo e-mail contato@policom.com.br.

Inscrições para o webcast em https://www.eventials.com/schneiderelectric/seguranca-e-monitoramento-remoto-da-infrastrutura-de-ti/. Para a certificação, clique em http://tools.schneider-electric.com.br/eventos/public/inscricao/?id=XEWWR4122Z5KBLH .

Testes e verificação em redes Pon LAN, GPON e FTTx: conheça os instrumentos da Fluke Networks

simplifiberCada vez mais populares, em função da necessidade crescente de performance, confiabilidade, simplicidade e agilidade, devido à  imprescindibilidade de alta disponibilidade, assim como de otimização dos custos de gerenciamento e manutenção, as redes Pon LAN, GPON e FTTx vêm exigindo, por parte dos integradores, atenção especial, inclusive com relação a equipamentos de testes, na busca da melhor relação custo-benefício para seus clientes. Para acessar os documentos, clique nos links que estão no texto.

fi500-pCom a meta de contribuir com os integradores com soluções de menor investimento para testes e inspeções dessas redes ópticas, a Fluke Network desenvolveu documentos com orientações gerais e descrição de instrumentos que melhor se aplicação a cada fase, desde a inspeção e limpeza (que equacionam mais de 70% dos problemas usualmente encontrados) até a verificação do nível de potência do sinal, passando pela detecção do ponto de ruptura da fibra e do comprimento da fibra até a ruptura.

Veja as orientações da Fluke Networks para a aplicação do vídeo-microscópio FI-500 FiberInspector® Micro com iluminação PortBright®, do Fiber OneShot®, do SimpliFiber® Pro Optical Power Meter e de kits para testes de fibra.

Vale ressaltar que o Grupo Policom  é o maior distribuidor Fluke Networks da América Latina e tem os melhores preços do mercado e a maior equipe técnica especializada.

   

Grupo Policom e Datacenter Dynamics: certificações em novembro

cursosParceiro do Datacenter Dynamics em cursos para as regiões brasileiras Sul e Sudeste, o Grupo Policom promove duas certificações em novembro de 2016, Data Center Cooling Professional - DCCP e Critical Operations Professional - COP.

A certificação DCCP acontece nos dias 07, 10 e 11 de novembro - na semana do Data Center Dynamics SP 2016 - e será realizado no Policom Solution Center, no bairro paulistano do Ipiranga. Já o COP será ministrado no Paris Cabos Solution Center, de 23 a 25 de novembro, que está localizado na Av. Francisco Matarazzo, 1752, 6º andar, sala 618, no bairro paulistano da àgua Branca.

Essas certificações tratam dos elementos-chave que influenciam o projeto de data center moderno, desde a escolha do local da infraestrutura à  área de cabeamento, centrando-se nas competências necessárias para entender os conceitos de design nas interdependências associadas a cada disciplina.

A formação profissional oferecida tem como objetivo fornecer certificação, conhecimento e melhores práticas, para os profissionais de data centers que, usualmente, são provenientes de áreas diversas, como Telecom, Mecàânica, Energia ou Sistemas que necessitam convergir as multidisciplinas que circulam no ambiente de um data center.

Desse modo, como explica Anderson Carvalho, gerente de marketing do Grupo Policom, a empresa “cumpre seu objetivo de contribuir para o desenvolvimento dos profissionais brasileiros interessados em atuar na implementação e na manutenção de infraestruturas de Data Center e soma forças com a DCD na qualificação de alto nível no setor de TI brasileiro. Além disso, os participantes são incentivados a debater sobre experiências reais de trabalho, e os exercícios oferecem a oportunidade de pôr em prática o que foi aprendido e poder aplicar mais tarde, em seu próprio ambiente de data center”.

Os interessados devem entrar em contato com a área de Marketing do Grupo Policom por e-mail (mkt@policom.com.br).

Certificações

A certificação Data Center Cooling Professional leva o participante a compreender os fundamentos de arrefecimentos avançados, impactos sobre as operações e o design, bem como novos paràâmetros operacionais e métricas de eficiência. Ou seja, explica a temodinàâmica de refrigeração em um fácil entendimento a ser aplicada no data center. Mesmo não substituindo a necessidade de um expert em HVAC, fornece o aprendizado necessário para permitir que os participantes operem o sistema de refrigeração do Data Center com sucesso.  Discute, também, o free cooling e como essa prática pode ser adequada a vários cenários de Data Center, assim como a melhor forma de aplicar a modelagem dinàâmica de fluídos computacional (DCF) para ajudar a validar um projeto de data center e colocação de equipamentos adequados.

Critical Operations Professional - COP - é uma certificação que cobre desde a reavaliação essencial para o negócio aos níveis Tier de procedimentos em operações críticas e incentiva os alunos a discutir experiências reais em sala de aula. Ao concluir o COP, os participantes serão capazes de avaliar as necessidades do negócio de data center, identificar os requisitos de disponibilidade e classificação Tier e entender algumas técnicas de previsão de demanda; discutir e analisar orçamentos, termos e requisitos financeiros; e reconhecer os fatores humanos relacionados ao impacto do tempo de inatividade de seu negócio. Além disso, favorece o gerenciamento correto dos riscos, identificando os benefícios, com metodologias técnicas a nível global; a identificação dos impactos das operações críticas elétricas e mecàânicas com práticas seguras para data center; e a diferenciação entre os sistemas de refrigeração, paràâmetros de novas métricas de eficiência e seus impactos operacionais, seja de logísticas ou de apoio nas atividades de mudanças; entre outros pontos.

CommScope: atração no 18º Futurecom, com novidades

commscope-na-futurecomA CommScope - detentora da marca SYSTIMAX, entre outras - participou da 18ª edição do Futurecom, realizado em São Paulo (SP), de 17 a 20 de outubro.

Líder em infraestrutura de redes de comunicação, a CommScope oferece uma diversificada gama de produtos e soluções para atender empresas e empreendimentos que compõem o ecossistema de telecomunicações e TI, desde operadoras de telefonia e TV por assinatura até infraestrutura de prédios inteligentes.

Em seu estande, a empresa mostrou soluções para telecomunicações, como a FTTx da CommScope para redes de fibra; antenas e jumpers de RF e de fibra; conversor universal de radiofrequência para redes de TI, que permite adicionar operadores, bandas ou tecnologias de rede sem necessidade de novas infraestruturas; linha para telefonia fixa, com cabos coaxiais e fibras ópticas; além de novidades na área de cabeamento estruturado, com a fibra óptica multimodo de alta performance OM5, um produto com tecnologia WideBand Multimode Fiber, direcionado a edifícios inteligentes e Data Centers.

Além disso, a participação no Futurecom configura-se a primeira apresentação das linhas da TE Connectivity e AMP adquiridas pela CommScope em 2015.

Como frisa Adriana Antonelli, gerente regional de Marketing da CommScope, a presença dessa empresa que é líder mundial em infraestrutura de redes de última milha teve como objetivo levar ao público que frequenta o Futurecom “nossa visão de marca. Para isso, trouxemos todas as soluções de infraestrutura, mostrando a abrangência de nossa linha de produtos”.

Palestras

Os especialistas da CommScope também participaram de três palestras no Congresso Internacional do Futurecom, com a meta de para contribuir no debate sobre os desafios e futuras tendências do mercado.

No dia 17, Eduardo Jedruch, arquiteto de rede para a América Latina expos os principais desafios na implementação de redes de acesso, com foco no futuro, a partir de propostas para preparar o setor de telecomunicações e TI para o crescimento de usuários, uma vez que a internet das coisas (IoT) deve acrescentar cerca de dez bilhões de dispositivos a uma rede que já dá sinais de estar no limite de acessibilidade.

Pablo Dillon, arquiteto de soluções para Data Center no Caribe e América Latina, falou no dia 18 de outubro sobre a necessidade de velocidades cada vez maiores de conexão e outras características dos ecosistemas de Data Centers, por meio de estudos de caso de soluções desenvolvidas pela CommScope.

A terceira palestra sob a responsabilidade da CommScope aconteceu no dia 19, e foi ministrada por Robert Irvin, gerente da América do Norte para projetos de Soluções de Cobertura e Capacidade Distribuídas. Na ocasião, fez explanação sobre as melhores práticas, projetos, desenhos e testes de soluções DAS de alta performance, apontando as soluções mais eficazes para cada tipo de aplicação.

om5-ilustracao-de-aplicacaoOM5

OM5 é a nomenclatura escolhida pelos comitês da Norma Internacional ISO/IEC 11801 para um novo tipo de fibra: a WideBand Multimode Fiber, que é direcionada a edifícios inteligentes e Data Centers. Este é um marco importante no mundo da padronização, desse tipo de produto.

Falando sobre o produto, Simone Vieira - engenheira de aplicação da CommScope - explica que a OM5 agrega benefícios das fibras multimodo, informa que a OM%5 “já se encontra disponível globalmente pela CommScope nas versões pré-terminadas e para terminação em campo” e lista outras quatro razões para optar-se por esta fibra. São elas:

As especificações já se encontram aprovadas e publicadas pela Telecommunications Industry Association como TIA-492AAAE, que está no estágio final para ser publicada junto a IEC como IEC 60793-2-10 edition 6; OM5 e TIA-492AAAE já serão reconhecidas na próxima edição da ISO/IEC 11801 Edition 3 e na American National Standards Institute cabling standard ANSI/TIA-568.3-D. OM5 cabling suporta todo o legado das aplicações já existentes para fibra multimodo e é 100% compatível com as fibras OM3 e OM4; Essa fibra é projetada para suportar no mínimo quatro comprimentos de ondas nas janelas entre 850-953 nm, possibilitando suporte completo para as novas tecnologias emergentes. Além disso, conta com Shortwave Wavelength Division Multiplexing (SWDM), que reduz o número de fibras e permite o uso de somente 2 fibras para 40/100 Gb/s no lugar da arquitetura em paralelo 100GBASE-SR4 que utilizaria 8 fibras.    

Schneider apresenta nobreaks Smart-UPS

 

fotoNovidade da APC by Schneider Electric desde setembro de 2016, a linha de nobreaks Smart-UPS conta com 18 produtos em modelos rack e torre, nas configurações SMC, SMT e SMX, para atendimento das diversas faixas de usuários e diferentes necessidades do mercado brasileiro, com a melhor relação custo-benefício.

Para apresentar os produtos, a APC realizou um webcast apresentando os benefícios e diferenciais. Para assisti-lo, clique aqui.

O Grupo Policom comercializa produtos da APC, inclusive esta linha.

Sou mais Fluke: campanha vai até novembro de 2016

multimetro-flukeDe 10 de outubro a 25 de novembro, o Grupo Policom realiza uma campanha em conjunto com a Fluke Networks: na aquisição de qualquer certificador da linha VERSIV ou DTX 1500, nas empresas do Grupo Policom, o comprador receberá, gratuitamente, um multímetro Fluke 106, que será encaminhado pela fabricante.

O multímetro digital Fluke 106 foi projetado para caber na palma da mão e pode ser usado em qualquer local de trabalho. Entre os benefícios estão retenção de dados na tela, terminal de entrada para medições de corrente CA ou CC até 10 A e capacidade de medicação de tensão, resistência, continuidade e capacitàância.

Saiba mais sobre a promoção em www.grupopolicom.com.br/flukenetworks

Fluke Networks lança guia com as melhores práticas de testes em fibras ópticas

capa-melhores-praticasA Fluke Networks está disponibilizando gratuitamente guia de bolso com as melhores práticas para testes em links de fibras ópticas.

Voltado à  consulta rápida, em campo, o documento apresenta as 5 melhores práticas com o objetivo de instruir sobre as práticas importantes recomendadas para o manuseio da fibra óptica:

Inspeção e limpeza da fibra Teste de comprimento e perda da fibra (Certificação Nível 1) Caracterização e solução de problemas da estrutura de fibra (Certificação Nível 2) Documentação Manutenção e Suporte Técnico

Em cada item, há dicas sobre os instrumentos a serem usados, procedimentos e soluções de problemas, minimizando as visitas de retorno do técnico de rede para solução de problemas e reduzindo os períodos de paralisação da rede por falhas mensuráveis em testes. Apresenta, também, as melhores práticas para a manipulação de fibras ópticas.

Faça o download gratuito clicando aqui.

 

Cinco razões para mudar para o Versiv: whipe paper da Fluke Networks

Versiv out2015 menorIntroduzido em 2004, o DTX CableAnalyzer®, da Fluke Networks, tornou-se a ferramenta mais popular para certificação de instalações de cabeamento de cobre e fibra, com bilhões de links certificados. Apesar do enorme sucesso do DTX, querer usá-lo para sempre pode ser um desejo muito caro.

Confiável e robusto, o novo sistema de certificação de cabeamento Versiv, da Fluke Networks, foi projetado gerar economia em todas as fases de testes dos cabos e para maior rapidez da aceitação do sistema.

Visando a esclarecer os profissionais do setor sobre os benefícios do Versiv, a Fluke Networks preparou documento em que lista cinco razões para a atualização para o Versiv e a economia proporcionada, inclusive de dinheiro: configuração mais rápida, testes mais rápidos, redução de erros, relatórios mais rápidos e preparado para o futuro.

O documento com o detalhamento dos benefícios está disponível em http://grupopolicom.com.br/_mkt/fluke_networks/Cinco_razoes_porque_atualizar_para_o_VersivT_vai_economizar_seu_dinheiro-208307-pt-7000508%20.pdf

 

Grupo Policom disponibiliza gratuitamente vídeo de palestra de executivo da Fluke Networks

 

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A palestra com Jim Davis, gerente de distribuição para América Latina da Fluke Networks, realizada em 20 de setembro no Policom Solution Center, sobre o tema "Erros comuns realizados nas especificações de Certificação e Teste" foi proferida em português e gravada em vídeo, que está sendo disponibilizado gratuitamente pelo Grupo Policom.

 Como explica Anderson Luiz Carvalho, gerente de Marketing do Grupo Policom, essa palestra “traz um conteúdo exclusivo e orientações técnicas atualizadas, pois trata-se do mesmo conteúdo apresentado na palestra oficial da Fluke Networks na conferência Bicsi 2016”.

Para acessar a palestra em vídeo, os interessados devem se cadastrar no link http://eepurl.com/cdKErf.

 

DC100 - Fundamentos de infraestrutura de data centers: novo curso no Grupo Policom

Com 14 horas, será realizado nos dias 25 e 26 de outubro

cabeamentoDirecionado a profissionais da área de TI e telecomunicações, engenharia elétrica e mecàânica, arquitetos, gerentes de projeto de TI e data center, assim como a todos os profissionais que estão entrando na área de infraestrutura de data centers, o curso DC100 - Fundamentos de infraestrutura de data centers foi criado por Marcelo Barboza, da Apogee, em parceria com o Grupo Policom.

A primeira edição desse treinamento - que soma 14 horas/aula - acontecerá nos dias 25 e 26 de outubro, das 9h à s 17h, no Policom Solution Center, no bairro paulistano do Ipiranga. As inscrições estão abertas e devem ser feitas na seção EVENTOS do site do Grupo Policom (www.grupopolicom.com.br).

O objetivo, como frisa Anderson Luiz Carvalho, gerente de Marketing do Grupo Policom, é “introduzir o aluno n o mundo dos data centers, apresentando os principais elementos e disciplinas de engenharia que compõe esses ambientes críticos de processamento e armazenamento de dados. Será dada uma visão geral de cada área, preparando o aluno para posteriores especializações”.

Com investimento de R$ 800,00 por aluno, valor que inclui o livro “Data Centers - Engenharia: Infraestrutura Física” do Dr. Paulo Sérgio Marin, apostila e coffee-breaks, o curso tem preço especial para aqueles que já possuem o livro, ficando por R$ 720,00.

Programa

Introdução - visão geral do data center: evolução, tipos e normas; Tecnologia da informação - componentes de TI no data center: servidores, armazenamento, comunicação de dados, virtualização; Disponibilidade - conceitos, redundàância e manutenção planejada; Arquitetura - a estrutura física de um data center, seus espaços críticos, áreas de suporte, forro e piso elevado; Cabeamento estruturado - topologia, espaços, distribuidores, subsistemas, mídias, racks e caminhos; Energia elétrica - principais componentes (transformador, gerador, UPS e outros), redundàância e diagrama; Climatização - conceitos, recomendações ambientais, tipos de máquinas, eficiência, free cooling e redundàância; Segurança física - patrimonial (acesso e CFTV) e incêndio (passivo e ativo); Gerenciamento, automação e identificação; Projeto - fases, seleção do site, disponibilidade, layout e capacidade; Eficiência energética - data centers verdes, métricas e melhores práticas; Certificação - um selo para o mercado; O curso é totalmente baseado em normas nacionais e internacionais e guias de melhores práticas para infraestrutura de data centers

Sobre o instrutor - Marcelo Barboza, instrutor e autor do curso, é formado pelo Mackenzie, possui 30 anos de experiência em TI. Além disso, é membro da BICSI e da comissão de estudos sobre cabeamento estruturado da ABNT/COBEI, e conta com várias certificações, como BICSI (RCDD, DCDC e NTS), Uptime Institute (ATS) e DatacenterDynamics (Data Center Specialist - Design).

Novo dispositivo da Fluke Networks simplifica o processo de inspeção de fibra óptica

A sonda de vídeo com iluminação PortBright® e o recurso de autofoco fornecem imagens nítidas e estáveis em poucos segundos, permitindo que os técnicos identifiquem e inspecionem as fibras mais rapidamente

fi-500-fiberinspector-pequenoPara facilitar aos instaladores de rede inspecionar fibras, a Fluke Networks, líder mundial no fornecimento de soluções de teste de rede e monitoramento, anuncia ao mercado brasileiro a disponibilidade do novo FI-500 FiberInspector®, primeira sonda de inspeção de fibras por vídeo com lanterna integrada. O recurso PortBright® combinado com autofoco e visor grande e de alto contraste, torna o FI-500 um dispositivo fundamental para técnicos de fibra que atuam em ambientes densos com baixa luminosidade.

Terminais de fibras ópticas sujos são uma grande fonte de problemas tanto no sistema monomodo quanto no multimodo. O novo dispositivo da Fluke Networks permite que os técnicos determinem rapidamente se os terminais estão contaminados ou danificados e está posicionado entre dispositivos analógicos simples e modelos com vídeo automáticos de preço elevado. Embora o FI-500 seja quase metade do preço da maioria dos dispositivos de inspeção completamente automáticos, ele fornece muitos dos mesmos recursos, incluindo autofoco, visor com iluminação de fundo, uma visualização congelada, e uma ampla variedade de pontas para inspeção de praticamente qualquer terminal de fibra.

"Como a fibra é implantada mais profundamente na rede do data center, é importante ter acesso a uma gama completa de ferramentas de solução de problemas", disse Stuart Hoiness, vice-presidente sênior de redes corporativas para comunicações ópticas da Corning. "A limpeza da extremidade do conector é muitas vezes esquecida na solução de problemas. Assim, este dispositivo amigável de um líder de setor como a Fluke Networks beneficiará o mercado de data center e deve ser parte de qualquer kit de ferramentas do instalador de fibra", completa Hoiness.

O FI-500 fornece iluminação para ajudar o usuário a localizar a fibra ou a porta certa em painéis escuros ou congestionados, mais uma tecnologia para autofoco rápido. Controles na sonda permitem a operação com apenas uma mão, incluindo um botão de pausa que congela a imagem, tornando mais fácil inspecionar lugares de difícil alcance ou para ver quando a imagem simplesmente não fica parada. A sonda compacta proporciona um campo de visão de 610 X 460 mícrons, com uma gama de funções de zoom e centralização. O visor grande fornece uma visualização instantàânea de contaminação de fibra no anteparo ou cabos de conexão.

"Para técnicos de fibra tentando solucionar problemas em locais complexos, compactos e de baixa visibilidade, o FI-500 proporciona a simplicidade e praticidade de um dispositivo de inspeção manual, mas com recursos avançados para reduzir o tempo da inspeção e da solução de problemas”, ressalta Richard Landim, especialista de produto da Fluke Networks Brasil. “Acreditamos que nove entre 10 dentistas aprovariam o fato de que o FI-500 ajuda os técnicos a evitar segurar uma lanterna com os dentes”, ironiza.

“A facilidade de operação torna o novo FiberInspector uma ótima ferramenta para diagnósticos e solução de problemas de contaminação de terminais de fibra”, revela Greg Badnerosky, supervisor de projetos da Fisk Technologies, empresa líder em projetos e instalações de sistemas de cabeamento estruturados. “O recurso de lanterna é especialmente útil, pois muitas das caixas de fibras que encontramos em locais de construções não são bem iluminadas.”

Vendido por cerca de metade do preço de dispositivos com vídeo automáticos, o FI-500 está disponível por intermédio de diversos fornecedores tradicionais e online. Uma gama de adaptadores está incluída, atendendo à  maioria dos aplicativos sem compras adicionais, embora adaptadores especiais também estejam disponíveis.

FeijoAdded será em 15 de outubro

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No dia 15 de outubro de 2016, acontecerá a 13ª FeijoAdded, evento beneficente organizado pela Added, com duração de um sábado quase inteiro (das 11h à s 17h), onde o prato principal é feijoada... Além disso, são promovidas outras atrações, tais como barracas de brincadeiras para as crianças, barracas de doces, atrações musicais, bingo e etc.

Toda renda arrecadada é revertida em doação para ajudar na sobrevivência, crescimento e sustentabilidade da ONG Need.

Para a realização do evento beneficente, a Added conta com o apoio de seus parceiros, como a Paris Cabos, empresa do Grupo Policom.

O evento é realizado no Clune Atlético Ypiranga, na capital paulista.

Informações no site http://www.added.com.br/feijoadded

Cabeamento estruturado na era do IoT: participantes aprovam iniciativa

A primeira turma foi realizada em 13 e 14 de setembro de 2016

Nos dias 13 e 14 de setembro, o Grupo Policom promoveu o curso SCE100 - Fundamentos de cabeamento estruturado na era da Internet das Coisas (IoT, sigla em inglês).

O curso foi destinado a profissionais da área de TI e telecomunicações em geral, cabistas e projetistas de redes, foi organizado e apresentado por Marcelo Barboza, diretor da Apogee e contou com o apoio de Professor Doutor Paulo Marin, autor da obra distribuída na ocasião a todos os participantes: Cabeamento Estruturado - Projeto e Instalação.

E o resultado, segundo a opinião dos participantes, foi positivo.

Entre os participantes, esteve José Aloise, do Metro de São Paulo, que, ao falar do seu interesse, destacou o conteúdo enfocado por Barboza: “fiz o treinamento em função de uma implantação em andamento. O conteúdo foi muito bom e vai me ajudar neste trabalho”.

Postura semelhante é a de Moisés Silva, da Embratel, para quem “o curso foi muito bom e bem esclarecedor, didático, ficando dentro de minhas expectativas. Destaco especialmente o método de introdução à s normas técnicas”.

Outro participante que destacou a qualidade do programa foi Carlos Alberto, da Claro S.A. Segundo ele, além do curso e do material entregue, Marcelo Barboza mereceu reconhecimento: “o curso e o material foram excelentes. As informações e temas abordados serão de grande utilidade no desenvolvimento de novos projetos e na operação. Além disso, o Marcelo tem um grande domínio e conhecimento do tema”, constatou.

O sucesso obtido com a iniciativa, segundo Anderson Luiz Carvalho, gerente de Marketing do Grupo Policom, faz com que “esse curso passe a integrar oficialmente a grade de treinamentos do Grupo Policom, pois é mais uma ação voltada ao cumprimento da meta de contribuir, de modo efetivo, para o desenvolvimento do mercado e a formação de técnicos capazes de atender à  crescente demanda por mão de obra de qualidade. Ele é resultado de parceria com o Marcelo Barboza e o Professor Marin e comprova a atenção da nossa organização à s novas tecnologias que impactam as atividades de infraestrutura de rede de dados e CFTV IP”.

Como explica Paulo Marin, este curso “traz um conteúdo muito rico, organizado e atualizado sobre projeto e instalação de cabeamento estruturado para utilização em edifícios modernos. Trata-se de um curso completo, enfocando muito mais do que fundamentos de cabeamento estruturado, mas a relação entre a Internet das Coisas (IoT) e a infraestrutura de cabeamento. Por isso, é um excelente recurso para profissionais do setor e para aqueles que querem iniciar nesse mercado”.

Conteúdo programático

Introdução e Tecnologia - finalidade do cabeamento estruturado; o que é internet das coisas (IoT); principais tecnologias envolvidas, como Power over Ethernet (PoE), Wi-Fi, iluminação via UTP, etc.; normas nacionais e internacionais Espaços de Telecomunicações - áreas de trabalho, incluindo considerações sobre novas tecnologias (como Wi-Fi, automação, iluminação, CFTV, etc.); salas técnicas (de telecomunicações, de equipamentos e de entrada) e seus principais requisitos e recomendações Elementos Funcionais do Cabeamento - distribuidores (de campus, de edifício e de pavimento) e interfaces (pontos de consolidação e tomadas de telecomunicações); subsistemas de cabeamento (backbone e horizontal) e suas recomendações; considerações sobre patch cords Componentes e Desempenho - componentes em par trançado e fibra óptica de um sistema de cabeamento estruturado; suas principais características e classificações, incluindo: categorias e paràâmetros de desempenho, características físicas e de transmissão, comportamento frente a chamas, blindagens Caminhos Para Cabos - sistemas de suporte para cabeamento estruturado, suas principais características e recomendações, incluindo caminhos internos (piso elevado, canaletas, calhas, leitos, etc.) e externos (subterràâneo, aéreo e túnel); sistemas corta-fogo Administração do Cabeamento - componentes da administração; identificação, registros, base de dados e sistemas automatizados