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Estádios do futuro: conectados e inteligentes para atrair mais público

Arenas para o entretenimento, como os complexos esportivos, oferecem grandes oportunidades para os fornecedores de infraestrutura tecnológica

Melissa Strait* 

Os estádios e autódromos são estruturas enormes, criadas com o objetivo de oferecer experiências empolgantes para o público. Seja para uma partida de futebol, um grande show ou uma corrida de automóveis, todas essas arenas ao redor do mundo têm como objetivo oferecer uma experiência inesquecível aos fãs. Em um mundo digital, sempre conectado, o segredo para que os usuários tenham uma permanência satisfatória inclui uma boa conexão com a internet, segura, estável e rápida, que permita, por exemplo, fazer o upload de fotos e vídeos para as redes sociais sem gargalos.

Embora os estádios tragam grandes desafios estruturais para atingir conectividade de primeira linha, por outro lado oferecem oportunidades excepcionais quando a infraestrutura de rede está em ordem. Afinal, as lojas das arenas, câmeras, luzes e até a área de fast food, tudo demanda uma largura de banda maior para poder suportar a quantidade de dados transmitidos pela Internet durante um evento, em uma praça de esportes conectada.

Por isso, cada vez mais os estádios ao redor do mundo funcionarão como pequenas cidades inteligentes. Da mesma forma que as chamadas smart cities, um estádio deve contar com uma infraestrutura que garanta aos usuários a conectividade e disponibilidade de rede necessária para satisfazer cada uma de suas necessidades, em todos os espaços. Um exemplo disso é o Estádio NRG, em Houston Texas, que conta com 783 antenas estrategicamente espalhadas pela CommScope no local, fornecendo maior largura de banda, não só dentro do estádio, mas também na região em torno dessa arena.

A conexão de alta velocidade permite também que os fãs encontrem restaurantes próximos, hospedagem, etc. Desta forma, cria-se um ecossistema de hotéis, meios de transporte, restaurantes e outros estabelecimentos, toda uma experiência envolvente para que as pessoas prefiram ir ao estádio que ficar em casa e ver o jogo pela televisão, por exemplo.

Nos Estados Unidos, empresas como a CommScope disponibilizam soluções de cobre e fibra em estádios e autódromos, como o Daytona International Speedway, para aumentar a capacidade de Wi-Fi. Na América Latina há estádios de futebol como do Monterrey, no México, com avançado sistema para tornar mais eficiente a rede celular, ampliar a cobertura das conexões sem fio, garantir o correto funcionamento dos sistemas de vídeo e áudio, etc. Seja em estádios de futebol americano, shows ou autódromos, os service providers precisam estar preparados para atender às expectativas dos torcedores e suportar as exigências futuras.

 

*Melissa Strait é jornalista, editora e trabalha como assistente executiva da diretoria de tecnologia da CommScope.

Fluke do Brasil participa da Fenasucro & Agrocana

Objetivo é fortalecer relacionamento com setor sucroenergético e com integradores de redes de dados e de automação industrial

      

Líder  mundial em Instrumentos e ferramentas de teste e medição, equipamentos para calibração, a Fluke do Brasil esteve presente na edição 2018 da Fenasucro & Agrocana, realizada de 21 a 24 de agosto, no Centro de Eventos Zanini, em Sertãozinho (SP).

De acordo com Rodrigo Cunha, gerente Nacional de Vendas da empresa, “historicamente participamos da Fenasucro & Agrocana pelo potencial da região e pela oportunidade de nos aproximarmos ainda mais das empresas, das usinas de açúcar e álcool e dos prestadores de serviços da região”.

Para atender seus objetivos, a Fluke do Brasil destacou em seu estande produtos voltados à manutenção preditiva e análise de vibrações, que compõem a linha da Fluke Industrial, e especificadores de rede da linhas DSV, além de certificadores Versiv, entre outros itens do portfólio da Fluke Networks.

O Grupo Policom é o maior distribuidor Fluke Networks para o mercado brasileiro e mantém equipe focada no atendimento de parceiros no interior do Estado de São Paulo e corpo técnico especializado nas soluções da Fluke do Brasil, seja na linha Industrial, seja nos certificadores das linhas DSX e Versiv.

A feira é uma realização do Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis (CEISE Br), organizada e promovida pela Reed Exhibitions Alcantara Machado. Durante os quatro dias, segundo a organização, o evento superou as expectativas, tendo recebido mais de 40 mil visitantes e gerado negócios ao redor de R$ 4 bilhões. Na área do conhecimento, foram 5 mil congressistas e 370 palestrantes em uma programação que contou com mais de 350 horas de eventos de conteúdo. Em 2019, a Fenasucro & Agrocana já tem data marcada: 20 a 23 de agosto.

Como a Internet das Coisas impacta o universo do cabeamento

Richard Landim*

A Internet das Coisas (IoT) está entre os principais temas discutidos nas grandes empresas, que buscam tecnologias e soluções inovadoras para aplicar em seus negócios. De acordo com o estudo do BNDES “Internet das Coisas: um plano de ação para o Brasil”, em 2025, os benefícios gerados pela IoT atingirão 10% do PIB nacional, movimentando cerca de R$ 200 bilhões por ano. O relatório é parte do recém-lançado Plano Nacional de Internet das Coisas desenvolvido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), que prevê regulamentações, políticas públicas e o posicionamento do Brasil como uma referência mundial no segmento.

Hoje, a IoT emerge como um elemento chave para as estratégias de negócio e o conceito já é aplicado em todos os setores, especialmente saúde, varejo e indústria,  nos quais essa tecnologia viabiliza operar equipamentos através da internet ou gerenciar dispositivos totalmente conectados. Na área de cabeamento o cenário não é diferente e é imperativo entender como o segmento pode se beneficiar, utilizar ou se preocupar com esse tipo de tecnologia.

A Internet das Coisas e a rede

Uma rede consiste em diversos processadores interligados que compartilham recursos entre si. A necessidade de trocar informações entre esses módulos de processamento aumentou, dando vez a outros tipos de redes.

As redes do tipo PAN (Personal Area Network), também conhecidas como Redes de Área Pessoal, são utilizadas para que dispositivos muito próximos comuniquem-se dentro de uma distância limitada, como a rede Bluetooth, por exemplo. Já a Rede Local ou LAN (Local Area Networks), é uma rede corporativa e residencial que interliga os computadores presentes dentro de um mesmo espaço físico. Existe ainda a Metropolitan Area Network (MAN) ou Rede Metropolitana, que apesar de ser menos comum, é importante para o segmento de cabeamento, uma vez que conecta diversas redes locais em um raio de alguns quilômetros. Por fim, o Wide Area Network, WAN ou Rede de Longa Distância, abrange uma área maior, como um país ou até mesmo um continente.

A IoT impacta diretamente não somente essas redes, mas também os cabos de cobre, Wi-Fi, backbones, 4G/LTE, Data Centers das operadoras, além da área de Rádio/Fibra nos atuais ISPs. Todas essas são mídias possíveis para conexão dos dispositivos. E o crescente número de conexões impulsionadas pela IoT significa mais dispositivos conectados, exigindo maior consistência e testes em mais padrões de aplicativos.

A internet das coisas já está presente em nossos dispositivos. As Smart TVs são um bom exemplo, pois se conectam à rede via internet. Atualmente existem televisões que estão se beneficiando do PoE ou 3bt para que ela seja matizada através do próprio cabeamento.

A Internet das Coisas e os certificadores

Está claro que uma infraestrutura de rede saudável está diretamente ligada à produtividade, eficiência e expansão de serviços, ou seja, sem uma infraestrutura confiável, não há base para a Internet das Coisas. Quanto mais inteligentes as empresas se tornem, com a incorporação de uma variedade de tecnologias conectadas através da Internet das Coisas, aumenta a necessidade de segurança e gerenciamento de rede.

Vamos imaginar uma situação: se um cabista está em campo e precisa alterar algo em seu projeto, a conectividade proporcionada pela internet das coisas permite não só a alteração no computador, como a atualização do gerente de TI em tempo real. No smartphone, por exemplo, é possível acompanhar a execução do projeto, os percentuais, as falhas, e ainda ajudar o profissional em campo a resolver problemas. Os certificadores de rede possibilitam carregar, analisar e gerenciar os resultados dos testes de cabeamento a qualquer hora e lugar, otimizando o tempo de conclusão e a eficiência dos projetos.

Para que estes dispositivos de fato agreguem valor, precisam estar conectados à rede de forma contínua, sem interrupções. Isso é essencial para que a IoT atenda às expectativas. Todos, de alguma maneira, utilizarão a IoT em diferentes dispositivos e tipos de conexão. Entender a necessidade e o tipo de corporação é fundamental para remanejar o seu negócio. A Internet das Coisas vem criando novas demandas nas redes, fazendo com que um sistema conectado seja mais crítico do que nunca para projetar as redes do futuro.

*Richard Landim é especialista em vendas de produtos na Fluke Networks.

A acelerada evolução das redes de banda larga

As redes das cidades inteligentes precisarão de infraestrutura adequada, o que inclui uma mistura de fibra óptica, cobre e sistemas Wi-Fi.

 

Eduardo A. Estella Lee*

 

Os serviços de banda larga nunca foram tão procurados como agora. As implementações de rede estão aceleradas não só nas cidades, mas também nas áreas rurais. Por isso as operadoras estão tentando conectar tudo, desde empresas até redes de serviços públicos e small cells para implementações 4G e 5G. Em meio a todo este crescimento, a diversidade de meios de conectividade e modelos de negócio de operadoras de rede variam mais do que nunca. As redes agora incorporam fibra, cobre e tecnologias sem fio; ao mesmo tempo, os provedores de Internet tradicionais, empresas de cabo e empresas de serviços públicos estão construindo ou considerando redes de banda larga em um esforço para satisfazer a crescente demanda de largura de banda.

Historicamente, os provedores de serviços, como as empresas de telecomunicações, operadoras de cabo e operadoras de satélites eram os provedores exclusivos de banda larga, mas esta situação mudou nos últimos cinco anos. Devido aos seus requisitos ROI, os provedores de serviços tradicionais costumam não levar muito em conta as zonas rurais, mas agora os municípios locais e as empresas de serviços públicos estão agindo para satisfazer a demanda de banda larga também nesses lugares. Estas entidades locais agora podem ter acesso aos subsídios de infraestrutura de comunicação administrados pela FCC (Comissão Federal de Comunicações, entidade Norte Americana semelhante à ANATEL) e também podem usar bônus de rendimentos distribuídos devido aos pagamentos de utilização da rede ao longo de 10, 20 ou até mesmo 30 anos.

Atualmente os governos locais começaram a planejar iniciativas de cidades inteligentes que conectem a extensa gama de sensores, câmeras, small cells, pontos de acesso Wi-Fi entre outros dispositivos, em um sistema que ajude as cidades a utilizarem a automatização para reduzir custos operacionais e a melhorar a qualidade de vida. Estas novas redes precisarão de infraestrutura e isso inclui uma mistura de fibra óptica, cobre e sistemas Wi-Fi.

Evolução da tecnologia

As operadoras de rede podem reduzir o custo por bit de largura de banda combinando tecnologias mais recentes em sua infraestrutura. Existem algumas opções viáveis para isso:

Fibra Óptica: Apesar da diversidade de tecnologias de rede disponíveis, os serviços de banda larga convergem em fibra óptica porque oferecem uma largura de banda muito maior. Estas redes devem ser desenhadas levando em conta duas questões: flexibilidade para adaptar-se a diferentes tecnologias e manter os custos sob controle mediante ao uso de tecnologias, como a multiplexação por divisão de comprimento de onda (WDM) para expandir a capacidade de largura de banda das redes de fibra existentes.

G.fast: Nos circuitos com menos de 1000 pés (cerca de 304 metros), a tecnologia G.fast, uma variante de DSL de alta velocidade, pode entregar 1Gbps sobre o cabo de par trançado existente. As operadoras de rede podem utilizar fibra até mesmo em um complexo de apartamentos, por exemplo, e aproveitar o G.fast para entregar banda larga de alta velocidade através do cabeamento de par trançado dentro do edifício.

WDM PON: Muitas redes existentes de última milha foram construídas como redes ópticas passivas (PON), e agora a WDM está ampliando a capacidade de PON ao acrescentar novos comprimentos de onda à fibra. Isto estimulou importantes melhorias de largura de banda nos últimos anos, já que o chamado NGPON2 pode oferecer serviço de 1Gbps em um único comprimento de onda.

Acesso sem fio: Em áreas onde o arranjo de fibra é muito caro e o G.fast não alcança a distância suficiente, o acesso Wi-Fi proporciona um serviço ponto a ponto (PtP) ou de ponto a multiponto (PtMP) para residências ou empresas, tecnologia que geralmente os provedores de serviços de Internet sem fio oferecem (WISP) no lugar dos operadores tradicionais de telecomunicações ou de cabo. A passagem do 4G móvel sem fio para 5G mudará significativamente a viabilidade desta tecnologia, porque a quinta geração de conectividade de rede oferece uma largura de banda muito maior.

Em cada local as operadoras de rede utilizarão uma combinação destas tecnologias. Atualmente já estão começando a construir redes pensadas na implementação do 5G, por isso todas as tecnologias devem ser consideradas.

Para aumentar a capacidade das redes de fibra e PON existentes, por exemplo, faz sentido aproveitar a WDM, enquanto o G.fast é a opção óbvia para as unidades de residências múltiplas (MDU). Com uma boa combinação de tecnologias e modelos de negócio é possível otimizar essas novas redes de custo por bit e suportar capacidades futuras sem gastos extremamente excessivos. É fundamental que as cidades, os serviços públicos e os provedores comecem a planejar e construir hoje.

 

*Eduardo A. Estella Lee é diretor para a área de produtos de conectividade da CommScope para as regiões da América Latina e Caribe.

 

Simplifique a certificação de fibras ópticas CommScope SYSTIMAX utilizando os certificadores Versiv Fluke Networks

Reduza a complexidade e garanta a certificação

A demanda explosiva por largura de banda está levando equipes de data centers a repensar sua infraestrutura de rede, à medida que oferecem suporte a velocidades de dados mais rápidas, menores requisitos de latência e futuras alterações que ninguém pode prever. É mais fácil falar do que fazer.

Em uma parceria única entre a CommScope e a Fluke Networks, a tecnologia por trás da Calculadora de desempenho de fibra SYSTIMAX integra-se com os lançamentos mais recentes do Fluke Networks CertiFiber Pro® OLTS e do serviço de nuvem LinkWare Live.

Ambos fornecem metas de perda para configurações comuns de canais SYSTIMAX em uma ampla gama de aplicações. Os instaladores podem testar a perda total de canal e confirmar o suporte às aplicações em uma única e fácil etapa.

Para aqueles que instalam sistemas de fibra ótica, é essencial ter uma referência das perdas óticas que se deve esperar. Para que o cabeamento cumpra a expectativa do cliente e os requisitos padrões , o instalador deve verificar se o desempenho medido - perda de inserção especificamente está abaixo das perdas teóricas.

Com a Calculadora de desempenho de fibra SYSTIMAX, você pode calcular de forma rápida e fácil o desempenho de atenuação máximo para um canal de cabeamento SYSTIMAX proposto, saber quais aplicações o canal suportará e receber a garantia de suporte da CommScope por escrito. Confiança total.

A Integração da ferramenta com o Versiv, da Fluke Networks, oferece o cálculo automatizado de desempenho para certificação do sistema e garantia para fibras monomodo (SM) e multimodo (MM).

“Nossos estudos mostram que a eliminação de erros no processo de certificação leva a economias significativas para quem contrata serviços de cabeamento”, afirma Eric Conley, vice-presidente e gerente geral da Fluke Networks. “Ao incorporar a calculadora ao Versiv e ao LinkWare Live, os clientes podem reduzir a complexidade e garantir que a certificação seja feita corretamente na primeira tentativa”, destaca o executivo.

CONHEÇA OS CERTIFICADORES VERSIV FLUKE NETWORKS

CONHEÇA AS FIBRAS ÓPTICAS COMMSCOPE SYSTIMAX

Quer dominar a discilpila de certificação de redes? Conheça a CERTIFICAÇÃO CCTT FLUKE NETWORKS

CCTT: Grupo Policom e Fluke Networks divulgam agenda do segundo semestre de 2018

Especialmente indicada para profissionais que operam o equipamento de certificação Versiv™, tanto no meio óptico como em cobre, capacitando-os, com aulas práticas e teóricas, à realização correta dos diagnósticos e das leituras resultantes das análises que podem ser executadas pelo equipamento, a certificação Fluke Networks CertifiedCabling Test Technician (CCTT) é realizada ao longo de três dias consecutivos, em período comercial (das 9h às 18h), contando com parte teórica e prática, envolvendo normas e tecnologias relacionadas aos sistemas de cabeamento de alto desempenho.

Maior distribuidor Fluke Networks para o mercado brasileiro, o Grupo Policom participa ativamente da certificação, seja com benefícios para seus parceiros (como descontos) seja realizando edições do CCTT em seu showroom, o Policom Solution Center.

Para o segundo semestre deste ano, o Grupo Policom sedia duas edições, de  13 a 15 de agosto e de 21 a 23 de novembro. Além disso, a Fluke Networks, em sua sede, realizará em outras datas, mais especificamente de 3 a 5 de setembro e de 17 a 19 de novembro.

Criada há 20 anos e com centenas de profissionais formados, a certificação da Fluke Networks, única no país, possui validade internacional e tornou-se referência no mercado global de redes. Além disto, desde de o ano passado, com a recente parceria firmada com a Associação Mundial de Profissionais de Telecomunicações (Building Industry Consulting Service International - BICSI), os graduados no curso da Fluke Networks poderão obter até 14 pontos na graduação contínua da BICSI, que exige 50 pontos no total, o que reforça a importância da certificação da companhia. O onjetivo é aprimorar as habilidades do instalador bem como sua eficiência e produtividade na função de teste, certificação e identificação de falhas em sistemas de cabeamento. Com três dias de duração, é constituído por aulas teóricas, prática com os equipamentos, exercícios e por fim, o exame final para a certificação.

O treinamento é totalmente prático e realizado na plataforma Versiv™ da Fluke Networks, cobrindo todo o ciclo da certificação para testes em cobre nas categorias 3, 5e, 6A, F e FA, e em fibra óptica, incluindo inspeção óptica e testes de certificação Tier 1 e Tier 2. Novos tipos de testes ainda não obrigatórios por Norma já foram incluídos no curso, além de testes exigidos por Norma para o PoE (Power over Ethernet) mas presentes apenas em equipamentos da Fluke Networks também foram inseridos. O investimento inclui o material didático necessário.

Inscrições e mais informações – como vídeo sobre o curso, depoimentos de profissionais certificados e de empresas formadas – estão disponíveis na landpage do Grupo Policom: https://solucoes.grupopolicom.com.br/cctt

Grupo Policom promove workshop com parceiros sobre inovações tecnológicas

No dia 2 de agosto, das 9h às 12h30, o Grupo Policom – em parceria com Dahua, Nexans, TP-Link e Netscout – promoveu workshop sobre Inovações Tecnológicas, apresentando soluções inovadoras de alta performance para cabeamento estruturado, CFTV e WI-FI, capazes de proporcionar boa relação custo-benefício. 

A cargo de Sergio Besessa , engenheiro da Data Cable  Nexans, ficou a apresentação do conceito LANactive, voltado à descentralização da estrutura convencional de LAN, soluções de cabeamento estruturado e aplicações e tecnologias de fibra óptica em diferentes cenários. 

Ismael Mota, responsável pela área de pré-vendas da TP – Link, discorreu sobre as aplicações WI-FI disponíveis, com ênfase para as soluções  tecnológicas para o mercado SMB e a identificação de oportunidades de negócios com as soluções TP-Link. 

Na sequência, o engenheiro Marcos Paulo, do Grupo Policom, falou sobre projetos de CFTV IP, destacando as soluções Dahua integradas à inteligência internacional do mundo IoT e as aplicações m ais indicadas. 

A apresentação da linha da Netscout e seus benefícios e possibilidades de aplicação foi feita por Giselle Krambeck, gerente de distribuição da empresa no Brasil. Entre os temas, estiveram práticas para implementação de CFTV, principais problemas solucionados com as soluções Netscout e projeto de redes Wi-FI à prova de falhas.

As apresentações feitas no evento estão disponíveis em http://bit.ly/2M9onMI para download.

Grupo Policom comemora resultados do primeiro semestre

Estatísticas mostram evolução em novos mercados e novas marcas

O ano de 2018 levou o Grupo Policom a buscar novos desafios e reestruturar sua operação, inclusive revendo parcerias e marcas distribuídas. Os resultados consolidados do período de janeiro a junho mostram a assertividade da decisão: crescimento e desenvolvimento de novos mercados, sem perder espaços conquistados ao longo de quase 30 anos de atividades.

“Neste primeiro semestre do ano cresceram as vendas de soluções de parcerias mais recentes, fechadas a partir de 2016, quando comparadas ao mesmo período de 2017. Como exemplos, podemos citar a comercialização de soluções Vault, 119%; Netscout, 66%; e Nexans, 61%, além das soluções TP-LINK e Fluke Industrial, que embora estejam no portfólio há pouco menos de dois anos, já apresentam números consistentes”, comenta Luís Fernando M. de Oliveira, presidente do Grupo Policom.

Também estão sendo comemorados os resultados do primeiro semestre de 2018 por verticais, quando comparado aos seis primeiros meses de 2017. As soluções de infraestrutura de cabeamento estruturado – atividade em que o Grupo Policom é referência nacional – representou 66% das vendas, enquanto sistemas para CFTV IP ficou com 13% do total, com os restantes 21% sendo compartilhado entre as demais soluções, a exemplo de Fluke, Brady, APC, Racks etc.

Essas conquistas, de acordo com o presidente e do Grupo Policom, resultam de diversas iniciativas da empresa, com especial atenção “à diversificação da linha de produtos, dedicação a novos mercados, como eficiência energética, e o constante investimento na qualificação de nossos times”.

Power over Ethernet – Uma introdução

Por Marcelo Barboza, 23/jul/2018

Há muito tempo o cabo de cobre balanceado, mais conhecido como “cabo de par trançado” ou simplesmente UTP, é utilizado para a transmissão simultânea de informações e energia ao dispositivo remoto. Um exemplo clássico é o velho sistema analógico de telefonia, conhecido na bem-humorada sigla em inglês por POTS (Plain Old Telephone Service, ou ‘velho e simples serviço de telefonia’), onde o aparelho telefônico recebe, junto com os sinais de voz, uma alimentação elétrica em corrente continua proveniente da central, tudo pelo mesmo par de fios de cobre.


Sistemas privados de telefonia analógica (os onipresentes sistemas de PABX) também utilizam essa técnica de energização de aparelhos. Alguns sistemas utilizam até um par adicional do cabo para realizar a alimentação de alguns aparelhos mais “potentes”, como os ramais digitais ou sistemas KS.
Mais recentemente, sistemas de CFTV também começaram a utilizar pares do cabo para alimentar as câmeras através dos cabos de sinal de vídeo. Outros dispositivos utilizados em sistemas de automação também costumam utilizar essa técnica.


E qual a vantagem de se prover a alimentação elétrica ao dispositivo final remotamente, através do cabo de comunicação? Podemos ressaltar algumas:

  • Evitar a necessidade de tomada elétrica ao lado de cada dispositivo e respectivadistribuição de cabos e sua proteção;
  • Evitar a instalação de fontes de energia individuais em cada dispositivo, o querepresentaria menor eficiência e mais pontos de falha em relação a ter uma fontecentralizada;
  • Possibilidade de dotar todos os dispositivos com energia de backup (UPS e/ou gerador)de maneira central;
  • A distribuição de energia em corrente contínua a tensões usualmente menores que 50V é mais segura.


O problema é que historicamente nunca houve uma maneira padronizada de realizar essa alimentação elétrica pelos cabos de dados. Cada fabricante tinha sua própria solução, cada qual utilizando fios, tensões, correntes e proteções únicos, impossibilitando a interoperabilidade.


Com a universalização do protocolo Ethernet (para dados, sons, imagens e controles), tornou-se possível a padronização da alimentação elétrica remota por esse protocolo. Essa técnica de alimentação elétrica através de enlaces de comunicação Ethernet por cabos de par trançado ficou conhecida como PoE – Power over Ethernet. A primeira versão do PoE foi lançada em 2003, sob o padrão IEEE 802.3af. A versão seguinte veio em 2009, com o padrão IEEE 802.3at, ficando conhecido como PoE+ (PoE plus).

Webinar Fluke Networks. Integração com soluções BRADY em identificação.

No início de 2018 a Fluke Networks anunciou uma incrível integração entre os certificadores Versiv e as fibras ópticas CommScope SYSTIMAX, que ultrapassam consideravelmente os limites estabelecidos por norma. Não ficou sabendo? Acesse este link e confira.

Agora a Fluke Networks inova mais uma vez e anuncia a integração entra suas soluções de certificação com as soluções em identificação da BRADY. Esta grande novidade será anunciada em um webinar agendado para o próximo dia 26/07/2018 às 9h.

Faça sua inscrição gratuita aqui.

O Grupo Policom tem orgulho em distribuir no Brasil, há mais de 20 anos, as soluções em certificação de redes Fluke Networks e soluções em identificação Brady. Em 2018 nos tornamos bicampeões na categoria “Maior distribuidor Fluke Networks em volume de vendas da América Latina”.

Conheças os produtos disponíveis nos links abaixo:

SOLUÇÕES FLUKE NETWORKS NO GRUPO POLICOM

SOLUÇÕES BRADY NO GRUPO POLICOM

SOLUÇÕES SYSTIMAX NO GRUPO POLICOM

Fluke está com novo diretor geral para a América Latina

Desde abril, o argentino Hector Trabucco é o diretor geral para América Latina de toda operação de Fluke, Fluke Networks e Tektronics. Entre seus desafios está a manutenção do crescimento contínuo, reforçando a solidez conquistada pela companhia nos 20 anos de presença no continente. “Tenho 25 anos de vivência no mercado de Petróleo e, por isso, sempre fui usuário  – e fã – das ferramentas da Fluke. Agora tenho o desafio de tocar a empresa, trazer novas ideias, para poder contribuir com minha visão de fora do mercado e experimentar novas formas criativas de aproximar a empresa do mercado, gerando maior proximidade com o cliente final via canais de distribuição”, comentou. E o caminho para também alinhar os objetivos da empresa às metas mundiais da companhia, sinalizado pelo executivo, envolve “obter feedback do cliente para alimentar o funil de produtos e entender melhor a estratégia, ajustando estratégias e produtos”.

Além de presidente da Gilbarco Veeder-Root, exerceu posições de liderança em diversas empresas e tem  forte histórico em construção de equipes e em impulsionar crescimento. Formado em Engenharia Industrial pelo Instituto de Tecnologia de Buenos Aires (ITBA) e tem MBA no Centro de Estudos Macroeconômicos da Argentina (Universidade CEMA). O executivo atua no Grupo Fortive há mais de 10 anos e até então estava presidente da Gilbarco Veeder-Root América Latina.

Webinar de Lançamento das Câmeras Termográficas Fixas RSE300 e RSE600

No próximo dia 31 de Julho de 2018 às 10h30, a Fluke do Brasil vai promover o "Webinar de Lançamento das Câmeras Termográficas Fixas RSE300 e RSE600". 

Quando há mais sobre o infravermelho do que parece à primeira vista. Apresentamos as primeiras câmeras de infravermelho da Fluke com suporte e totalmente radiométricas: a série RSE.

Faça a sua inscrição gratuita AQUI.

Para conhecer a linha de produtos FLUKE disponíveis no Grupo Policom, acesse este link.

Fantasmas na rede: websérie do Grupo Policom ensina como solucionar problemas na rede

O Grupo Policom  em parceria com o Professor Ramos (ProfessorRamos.com) lançou websérie que tem como objetivo contribuir para a solução de problemas de ruídos e interferências na rede. Trata-se da “Fantasmas da Rede”, que usa como referência as soluções da NetScout, líder de mercado em soluções para garantia de serviço de redes.

Comercializada pelo Grupo Policom desde início de 2016, a linha de produtos da Netscout compreende soluções capazes de gerar ganhos significativos às empresas e aos provedores de serviços em função de favorecer a gestão de serviços de redes móveis e a identificação de problemas de desempenho na rede, assim como ajudar a rapidamente equacionar problemas que causam interrupções de negócios ou impactam negativamente nos usuários de TI.

“São soluções especialmente projetadas para os times de suporte de TI, operações de data center e também para profissionais que atuam com projetos de novas redes e precisam ter precisão ao definir sua infraestrutura Wi-Fi”, explica Anderson Carvalho, gerente de Marketing do Grupo Policom.

Entre os produtos demonstrados na websérie destacam-se LinkSprinter, LinkRunner G2,  OneTouch e AirCheck G2 – equipamentos portáteis direcionados a testes e análise de redes especialmente projetados para ajudar o dia a dia dos técnicos de suporte de rede e TI, tanto para redes cabeadas quanto Wi-Fi

Com produção de Priscila Nakamura, do Grupo Policom, estes conteúdos são disponibilizados gratuitamente e podem ser acessados pelo endereço www.grupopolicom.com.br/netscout.

Como escritórios centrais e data centers podem coexistir em harmonia

Especialista da CommScope fala sobre os desafios e as soluções para o planejamento e a gestão de serviços convergentes

 

Eduardo A. Estella Lee*

A constante evolução dos serviços de banda larga e as promessas da tecnologia 5G estão forçando os provedores de serviço a oferecerem um crescente mix de serviços em suas redes fixas e móveis. Em inúmeros casos, essa evolução trará a necessidade de aproximar a capacidade de entrega do serviço mais próximo à borda (edge) de rede. Como resultado, operadoras estão sendo forçadas a incorporar funcionalidades de data centers a seus escritórios centrais, juntamente com os serviços tradicionais de telecomunicações.

Essa convergência entre data centers e serviços de telecomunicações impulsionará os provedores de diferentes grupos de fornecedores de serviços a trabalharem em conjunto. No entanto, o desenvolvimento de aplicativos de processamento de dados de baixa latência e serviços de telecomunicações básicos na mesma unidade exigem que as operadoras sustentem o cenário do “rip and replace” (remoção e substituição), típico no data center, ao mesmo tempo que apoia e acompanha a evolução da infraestrutura tradicional dos escritórios centrais para um longo ciclo de vida. Neste artigo, abordaremos alguns dos desafios e projetos de sucesso para o planejamento e gestão de serviços convergentes nos escritórios centrais.

Migração do data center para a borda (edge)

Com a evolução das redes, as operadoras implementam múltiplas redes: fiber-to-the-home (FTTH – fibra para residências, em português), fiber-to-the-business (FTTB – fibra para o ambiente de negócios) e fibra para redes wireless, por exemplo. Os usos desses tipos de rede são diversificados, sendo um deles direcionado para serviços de baixa latência.  A latência é impulsionada pelo número de conversões eletrônicas feitas – o número de saltos que o sinal deve realizar para recuperar e transmitir todos os dados. Cada vez que uma conversão é feita, latência é adicionada. Contudo, a rede 5G não sustenta muitas conversões, por isso, traz a necessidade de ter data centers de borda mais próximos dos usuários.

Para uma operadora, um data center provavelmente ficará localizado em um escritório central, próximo à borda da rede. É nesse local que a operadora terá ao seu dispor os serviços tradicionais (FTTH, voz e vídeo) e também onde hospedará funcionalidades de data center de borda. Esse tipo de data center se conectará a outros centros de dados regionais: data centers de borda hospedarão aplicações que exigem baixa latência, enquanto algumas aplicações irão para data centers regionais. Esses centros regionais poderiam abrigar programas de vídeo menos populares, servidores de e-mail, servidores de SMS e outros serviços nos quais pequenos delays não são críticos. Muitas aplicações de data centers de borda estarão relacionadas à segurança e experiência dos usuários – como em jogos multi-player, de realidade aumentada ou de navegação para carros autônomos.

Considerações sobre os equipamentos

A arquitetura do data center, os padrões e os métodos de operação são bem diferentes da arquitetura e dos padrões dos escritórios centrais. Os data centers têm ciclo de vida curto,  entre 3 e 5 anos, e passam por fases de “desmonte e substituição” (do inglês “rip and replace”) periódicos, enquanto escritórios centrais operam com ciclos de vida de 10 a 20 anos.

Dentro do escritório central, a operadora terá de lidar com um sistema massivo de redes de fibra. Ela deverá ter um gabinete de distribuição de fibras ópticas com alta densidade que ofereça fácil acesso, muita flexibilidade e seja extremamente confiável para suportar um ciclo de 20 anos e ainda aguente múltiplas evoluções nas redes. A densidade e a acessibilidade são cruciais, assim como a confiança na rede, no longo prazo. Acima de tudo, o escritório central que hospeda o data center de borda aparentará algo completamente novo.

Expandindo o conhecimento

Enquanto escritórios centrais voltados à telecomunicações desenvolveram muito conhecimento com gerenciamento e conectividade de fibras ópticas monomodo, adicionar funcionalidades de data center exigirá muitas outras conexões multimodo. Como resultado, o sistema de telecomunicações necessita de evolução em seu sistema de gerenciamento e conectividade de fibra óptica multimodo.

Para suportar serviços habilitados para data centers, a operadora de telecomunicações deve também desenvolver conhecimento em virtualização. Os dias de utilização de inúmeros elementos de redes individuais para desempenho de função de rede única são coisa do passado, e as operadoras estão otimizando seus investimentos de CAPEX virtualizando as funções de redes com softwares em servidores e disseminando programas entre eles na forma de cargas de trabalho, utilizando tecnologias como virtualização das funções da rede e redes definidas por softwares (do inglês Software-defined networking -SDN). Os recursos de virtualização são mais rentáveis, utilizam menos espaço e geram custos menores.

Planejamento

Embora não seja possível saber do futuro, há três pontos para tentar entendê-lo: flexibilidade, densidade e acessibilidade.

- Flexibilidade – O uso dos conectores multifiber push-on (MPO) para cabos de fibra e patch cords deixam muito mais fácil e rentável a mudança de configuração, quando necessária. Painéis que incluem módulos que possibilitam facilmente alterações de LC para MPO e de volta ao LC, enquanto utilizam o mesmo cabo backbone, são cruciais com a evolução constante das fibras ópticas multimodo usadas em servidores de data centers e switches.

- Densidade – As operadoras devem optar por plataformas de fibra com a mais alta densidade e equipamentos de switch que possibilitam o crescimento futuro de conectividade para a entrega do serviço. Também devem optar pelo uso de equipamentos de multiplexação por divisão de comprimentos de onda para aumentar a capacidade de tráfego em redes de fibra já existentes.

-Acessibilidade – As operadoras devem optar por utilizar painéis de fibra e estruturas que maximizem o acesso às conexões de fibra.

Trabalhando com os parceiros corretos

Com relação à escolha certa na evolução da arquitetura do escritório central, as operadoras devem trabalhar com provedores de equipamento que oferecem tanto soluções de data center quanto o sistema de telecomunicações tradicionais e que estejam no mercado há décadas. Esses provedores possuem histórico e experiência para aconselhar as operadoras da melhor forma possível.

Por fim, a previsão da demanda é um desafio, assim como a junção da atual e de futuras tecnologias devem entrar na mesma equação. A flexibilidade e a capacidade de adaptação da infraestrutura que permitem aos provedores adequar e personalizar rapidamente seus serviços às demandas do cliente se mostrará essencial para a criação de um bem-sucedido plano de ação.

*Eduardo A. Estella Lee é diretor para a área de produtos de conectividade da CommScope para as regiões da América Latina e Caribe

Grupo Policom e UBIC juntos em Trade In Fluke Networks

A promoção vai até 30 de junho

Com o objetivo de atender os canais associados da União Brasileira dos Integradores de Soluções de Engenharia (Ubic) no Trade In Fluke Networks 2018, o Grupo Policom viabilizou até o dia 30 de junho condições especiais para atualização dos certificadores antigos para a nova plataforma VERSIV Fluke Networks.

Essa parceria, como explica Anderson Carvalho, gerente de Marketing do Grupo Policom, é positiva para todos os envolvidos: “A Ubic, como entidade, leva benefícios a seus associados; e o Grupo Policom mostra sua força como maior distribuidor Fluke Networks da América Latina, pelo segundo ano consecutivo. Já os canais filiados à Ubic contam com o maior time técnico de FNET Experts com formação CCTT Fluke Networks e centro de treinamento autorizado Fluke Networks”, explica, informando que para participar “é necessário apenas contatar nosso time comercial até 30 de junho de 2018”.

Essa promoção – que envolve apenas a migração para a linha Versiv –  soma-se à outra campanha com condições convidativas para interessados na linha de certificadores e testadores de rede Fluke: a Capitão Fluke, inspirada na Copa do Mundo de Futebol 2018. Neste caso, o Grupo Policom está premiando todos os integradores que adquirirem certificador Fluke Networks até final do campeonato.

Informações completas podem ser obtidas em www.grupopolicom.com.br/flukenetworks