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A acelerada evolução das redes de banda larga

As redes das cidades inteligentes precisarão de infraestrutura adequada, o que inclui uma mistura de fibra óptica, cobre e sistemas Wi-Fi.

 

Eduardo A. Estella Lee*

 

Os serviços de banda larga nunca foram tão procurados como agora. As implementações de rede estão aceleradas não só nas cidades, mas também nas áreas rurais. Por isso as operadoras estão tentando conectar tudo, desde empresas até redes de serviços públicos e small cells para implementações 4G e 5G. Em meio a todo este crescimento, a diversidade de meios de conectividade e modelos de negócio de operadoras de rede variam mais do que nunca. As redes agora incorporam fibra, cobre e tecnologias sem fio; ao mesmo tempo, os provedores de Internet tradicionais, empresas de cabo e empresas de serviços públicos estão construindo ou considerando redes de banda larga em um esforço para satisfazer a crescente demanda de largura de banda.

Historicamente, os provedores de serviços, como as empresas de telecomunicações, operadoras de cabo e operadoras de satélites eram os provedores exclusivos de banda larga, mas esta situação mudou nos últimos cinco anos. Devido aos seus requisitos ROI, os provedores de serviços tradicionais costumam não levar muito em conta as zonas rurais, mas agora os municípios locais e as empresas de serviços públicos estão agindo para satisfazer a demanda de banda larga também nesses lugares. Estas entidades locais agora podem ter acesso aos subsídios de infraestrutura de comunicação administrados pela FCC (Comissão Federal de Comunicações, entidade Norte Americana semelhante à ANATEL) e também podem usar bônus de rendimentos distribuídos devido aos pagamentos de utilização da rede ao longo de 10, 20 ou até mesmo 30 anos.

Atualmente os governos locais começaram a planejar iniciativas de cidades inteligentes que conectem a extensa gama de sensores, câmeras, small cells, pontos de acesso Wi-Fi entre outros dispositivos, em um sistema que ajude as cidades a utilizarem a automatização para reduzir custos operacionais e a melhorar a qualidade de vida. Estas novas redes precisarão de infraestrutura e isso inclui uma mistura de fibra óptica, cobre e sistemas Wi-Fi.

Evolução da tecnologia

As operadoras de rede podem reduzir o custo por bit de largura de banda combinando tecnologias mais recentes em sua infraestrutura. Existem algumas opções viáveis para isso:

Fibra Óptica: Apesar da diversidade de tecnologias de rede disponíveis, os serviços de banda larga convergem em fibra óptica porque oferecem uma largura de banda muito maior. Estas redes devem ser desenhadas levando em conta duas questões: flexibilidade para adaptar-se a diferentes tecnologias e manter os custos sob controle mediante ao uso de tecnologias, como a multiplexação por divisão de comprimento de onda (WDM) para expandir a capacidade de largura de banda das redes de fibra existentes.

G.fast: Nos circuitos com menos de 1000 pés (cerca de 304 metros), a tecnologia G.fast, uma variante de DSL de alta velocidade, pode entregar 1Gbps sobre o cabo de par trançado existente. As operadoras de rede podem utilizar fibra até mesmo em um complexo de apartamentos, por exemplo, e aproveitar o G.fast para entregar banda larga de alta velocidade através do cabeamento de par trançado dentro do edifício.

WDM PON: Muitas redes existentes de última milha foram construídas como redes ópticas passivas (PON), e agora a WDM está ampliando a capacidade de PON ao acrescentar novos comprimentos de onda à fibra. Isto estimulou importantes melhorias de largura de banda nos últimos anos, já que o chamado NGPON2 pode oferecer serviço de 1Gbps em um único comprimento de onda.

Acesso sem fio: Em áreas onde o arranjo de fibra é muito caro e o G.fast não alcança a distância suficiente, o acesso Wi-Fi proporciona um serviço ponto a ponto (PtP) ou de ponto a multiponto (PtMP) para residências ou empresas, tecnologia que geralmente os provedores de serviços de Internet sem fio oferecem (WISP) no lugar dos operadores tradicionais de telecomunicações ou de cabo. A passagem do 4G móvel sem fio para 5G mudará significativamente a viabilidade desta tecnologia, porque a quinta geração de conectividade de rede oferece uma largura de banda muito maior.

Em cada local as operadoras de rede utilizarão uma combinação destas tecnologias. Atualmente já estão começando a construir redes pensadas na implementação do 5G, por isso todas as tecnologias devem ser consideradas.

Para aumentar a capacidade das redes de fibra e PON existentes, por exemplo, faz sentido aproveitar a WDM, enquanto o G.fast é a opção óbvia para as unidades de residências múltiplas (MDU). Com uma boa combinação de tecnologias e modelos de negócio é possível otimizar essas novas redes de custo por bit e suportar capacidades futuras sem gastos extremamente excessivos. É fundamental que as cidades, os serviços públicos e os provedores comecem a planejar e construir hoje.

 

*Eduardo A. Estella Lee é diretor para a área de produtos de conectividade da CommScope para as regiões da América Latina e Caribe.

 

Simplifique a certificação de fibras ópticas CommScope SYSTIMAX utilizando os certificadores Versiv Fluke Networks

Reduza a complexidade e garanta a certificação

A demanda explosiva por largura de banda está levando equipes de data centers a repensar sua infraestrutura de rede, à medida que oferecem suporte a velocidades de dados mais rápidas, menores requisitos de latência e futuras alterações que ninguém pode prever. É mais fácil falar do que fazer.

Em uma parceria única entre a CommScope e a Fluke Networks, a tecnologia por trás da Calculadora de desempenho de fibra SYSTIMAX integra-se com os lançamentos mais recentes do Fluke Networks CertiFiber Pro® OLTS e do serviço de nuvem LinkWare Live.

Ambos fornecem metas de perda para configurações comuns de canais SYSTIMAX em uma ampla gama de aplicações. Os instaladores podem testar a perda total de canal e confirmar o suporte às aplicações em uma única e fácil etapa.

Para aqueles que instalam sistemas de fibra ótica, é essencial ter uma referência das perdas óticas que se deve esperar. Para que o cabeamento cumpra a expectativa do cliente e os requisitos padrões , o instalador deve verificar se o desempenho medido - perda de inserção especificamente está abaixo das perdas teóricas.

Com a Calculadora de desempenho de fibra SYSTIMAX, você pode calcular de forma rápida e fácil o desempenho de atenuação máximo para um canal de cabeamento SYSTIMAX proposto, saber quais aplicações o canal suportará e receber a garantia de suporte da CommScope por escrito. Confiança total.

A Integração da ferramenta com o Versiv, da Fluke Networks, oferece o cálculo automatizado de desempenho para certificação do sistema e garantia para fibras monomodo (SM) e multimodo (MM).

“Nossos estudos mostram que a eliminação de erros no processo de certificação leva a economias significativas para quem contrata serviços de cabeamento”, afirma Eric Conley, vice-presidente e gerente geral da Fluke Networks. “Ao incorporar a calculadora ao Versiv e ao LinkWare Live, os clientes podem reduzir a complexidade e garantir que a certificação seja feita corretamente na primeira tentativa”, destaca o executivo.

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CCTT: Grupo Policom e Fluke Networks divulgam agenda do segundo semestre de 2018

Especialmente indicada para profissionais que operam o equipamento de certificação Versiv™, tanto no meio óptico como em cobre, capacitando-os, com aulas práticas e teóricas, à realização correta dos diagnósticos e das leituras resultantes das análises que podem ser executadas pelo equipamento, a certificação Fluke Networks CertifiedCabling Test Technician (CCTT) é realizada ao longo de três dias consecutivos, em período comercial (das 9h às 18h), contando com parte teórica e prática, envolvendo normas e tecnologias relacionadas aos sistemas de cabeamento de alto desempenho.

Maior distribuidor Fluke Networks para o mercado brasileiro, o Grupo Policom participa ativamente da certificação, seja com benefícios para seus parceiros (como descontos) seja realizando edições do CCTT em seu showroom, o Policom Solution Center.

Para o segundo semestre deste ano, o Grupo Policom sedia duas edições, de  13 a 15 de agosto e de 21 a 23 de novembro. Além disso, a Fluke Networks, em sua sede, realizará em outras datas, mais especificamente de 3 a 5 de setembro e de 17 a 19 de novembro.

Criada há 20 anos e com centenas de profissionais formados, a certificação da Fluke Networks, única no país, possui validade internacional e tornou-se referência no mercado global de redes. Além disto, desde de o ano passado, com a recente parceria firmada com a Associação Mundial de Profissionais de Telecomunicações (Building Industry Consulting Service International - BICSI), os graduados no curso da Fluke Networks poderão obter até 14 pontos na graduação contínua da BICSI, que exige 50 pontos no total, o que reforça a importância da certificação da companhia. O onjetivo é aprimorar as habilidades do instalador bem como sua eficiência e produtividade na função de teste, certificação e identificação de falhas em sistemas de cabeamento. Com três dias de duração, é constituído por aulas teóricas, prática com os equipamentos, exercícios e por fim, o exame final para a certificação.

O treinamento é totalmente prático e realizado na plataforma Versiv™ da Fluke Networks, cobrindo todo o ciclo da certificação para testes em cobre nas categorias 3, 5e, 6A, F e FA, e em fibra óptica, incluindo inspeção óptica e testes de certificação Tier 1 e Tier 2. Novos tipos de testes ainda não obrigatórios por Norma já foram incluídos no curso, além de testes exigidos por Norma para o PoE (Power over Ethernet) mas presentes apenas em equipamentos da Fluke Networks também foram inseridos. O investimento inclui o material didático necessário.

Inscrições e mais informações – como vídeo sobre o curso, depoimentos de profissionais certificados e de empresas formadas – estão disponíveis na landpage do Grupo Policom: https://solucoes.grupopolicom.com.br/cctt

Grupo Policom promove workshop com parceiros sobre inovações tecnológicas

No dia 2 de agosto, das 9h às 12h30, o Grupo Policom – em parceria com Dahua, Nexans, TP-Link e Netscout – promoveu workshop sobre Inovações Tecnológicas, apresentando soluções inovadoras de alta performance para cabeamento estruturado, CFTV e WI-FI, capazes de proporcionar boa relação custo-benefício. 

A cargo de Sergio Besessa , engenheiro da Data Cable  Nexans, ficou a apresentação do conceito LANactive, voltado à descentralização da estrutura convencional de LAN, soluções de cabeamento estruturado e aplicações e tecnologias de fibra óptica em diferentes cenários. 

Ismael Mota, responsável pela área de pré-vendas da TP – Link, discorreu sobre as aplicações WI-FI disponíveis, com ênfase para as soluções  tecnológicas para o mercado SMB e a identificação de oportunidades de negócios com as soluções TP-Link. 

Na sequência, o engenheiro Marcos Paulo, do Grupo Policom, falou sobre projetos de CFTV IP, destacando as soluções Dahua integradas à inteligência internacional do mundo IoT e as aplicações m ais indicadas. 

A apresentação da linha da Netscout e seus benefícios e possibilidades de aplicação foi feita por Giselle Krambeck, gerente de distribuição da empresa no Brasil. Entre os temas, estiveram práticas para implementação de CFTV, principais problemas solucionados com as soluções Netscout e projeto de redes Wi-FI à prova de falhas.

As apresentações feitas no evento estão disponíveis em http://bit.ly/2M9onMI para download.

Grupo Policom comemora resultados do primeiro semestre

Estatísticas mostram evolução em novos mercados e novas marcas

O ano de 2018 levou o Grupo Policom a buscar novos desafios e reestruturar sua operação, inclusive revendo parcerias e marcas distribuídas. Os resultados consolidados do período de janeiro a junho mostram a assertividade da decisão: crescimento e desenvolvimento de novos mercados, sem perder espaços conquistados ao longo de quase 30 anos de atividades.

“Neste primeiro semestre do ano cresceram as vendas de soluções de parcerias mais recentes, fechadas a partir de 2016, quando comparadas ao mesmo período de 2017. Como exemplos, podemos citar a comercialização de soluções Vault, 119%; Netscout, 66%; e Nexans, 61%, além das soluções TP-LINK e Fluke Industrial, que embora estejam no portfólio há pouco menos de dois anos, já apresentam números consistentes”, comenta Luís Fernando M. de Oliveira, presidente do Grupo Policom.

Também estão sendo comemorados os resultados do primeiro semestre de 2018 por verticais, quando comparado aos seis primeiros meses de 2017. As soluções de infraestrutura de cabeamento estruturado – atividade em que o Grupo Policom é referência nacional – representou 66% das vendas, enquanto sistemas para CFTV IP ficou com 13% do total, com os restantes 21% sendo compartilhado entre as demais soluções, a exemplo de Fluke, Brady, APC, Racks etc.

Essas conquistas, de acordo com o presidente e do Grupo Policom, resultam de diversas iniciativas da empresa, com especial atenção “à diversificação da linha de produtos, dedicação a novos mercados, como eficiência energética, e o constante investimento na qualificação de nossos times”.

Power over Ethernet – Uma introdução

Por Marcelo Barboza, 23/jul/2018

Há muito tempo o cabo de cobre balanceado, mais conhecido como “cabo de par trançado” ou simplesmente UTP, é utilizado para a transmissão simultânea de informações e energia ao dispositivo remoto. Um exemplo clássico é o velho sistema analógico de telefonia, conhecido na bem-humorada sigla em inglês por POTS (Plain Old Telephone Service, ou ‘velho e simples serviço de telefonia’), onde o aparelho telefônico recebe, junto com os sinais de voz, uma alimentação elétrica em corrente continua proveniente da central, tudo pelo mesmo par de fios de cobre.


Sistemas privados de telefonia analógica (os onipresentes sistemas de PABX) também utilizam essa técnica de energização de aparelhos. Alguns sistemas utilizam até um par adicional do cabo para realizar a alimentação de alguns aparelhos mais “potentes”, como os ramais digitais ou sistemas KS.
Mais recentemente, sistemas de CFTV também começaram a utilizar pares do cabo para alimentar as câmeras através dos cabos de sinal de vídeo. Outros dispositivos utilizados em sistemas de automação também costumam utilizar essa técnica.


E qual a vantagem de se prover a alimentação elétrica ao dispositivo final remotamente, através do cabo de comunicação? Podemos ressaltar algumas:

  • Evitar a necessidade de tomada elétrica ao lado de cada dispositivo e respectivadistribuição de cabos e sua proteção;
  • Evitar a instalação de fontes de energia individuais em cada dispositivo, o querepresentaria menor eficiência e mais pontos de falha em relação a ter uma fontecentralizada;
  • Possibilidade de dotar todos os dispositivos com energia de backup (UPS e/ou gerador)de maneira central;
  • A distribuição de energia em corrente contínua a tensões usualmente menores que 50V é mais segura.


O problema é que historicamente nunca houve uma maneira padronizada de realizar essa alimentação elétrica pelos cabos de dados. Cada fabricante tinha sua própria solução, cada qual utilizando fios, tensões, correntes e proteções únicos, impossibilitando a interoperabilidade.


Com a universalização do protocolo Ethernet (para dados, sons, imagens e controles), tornou-se possível a padronização da alimentação elétrica remota por esse protocolo. Essa técnica de alimentação elétrica através de enlaces de comunicação Ethernet por cabos de par trançado ficou conhecida como PoE – Power over Ethernet. A primeira versão do PoE foi lançada em 2003, sob o padrão IEEE 802.3af. A versão seguinte veio em 2009, com o padrão IEEE 802.3at, ficando conhecido como PoE+ (PoE plus).

Webinar Fluke Networks. Integração com soluções BRADY em identificação.

No início de 2018 a Fluke Networks anunciou uma incrível integração entre os certificadores Versiv e as fibras ópticas CommScope SYSTIMAX, que ultrapassam consideravelmente os limites estabelecidos por norma. Não ficou sabendo? Acesse este link e confira.

Agora a Fluke Networks inova mais uma vez e anuncia a integração entra suas soluções de certificação com as soluções em identificação da BRADY. Esta grande novidade será anunciada em um webinar agendado para o próximo dia 26/07/2018 às 9h.

Faça sua inscrição gratuita aqui.

O Grupo Policom tem orgulho em distribuir no Brasil, há mais de 20 anos, as soluções em certificação de redes Fluke Networks e soluções em identificação Brady. Em 2018 nos tornamos bicampeões na categoria “Maior distribuidor Fluke Networks em volume de vendas da América Latina”.

Conheças os produtos disponíveis nos links abaixo:

SOLUÇÕES FLUKE NETWORKS NO GRUPO POLICOM

SOLUÇÕES BRADY NO GRUPO POLICOM

SOLUÇÕES SYSTIMAX NO GRUPO POLICOM

Fluke está com novo diretor geral para a América Latina

Desde abril, o argentino Hector Trabucco é o diretor geral para América Latina de toda operação de Fluke, Fluke Networks e Tektronics. Entre seus desafios está a manutenção do crescimento contínuo, reforçando a solidez conquistada pela companhia nos 20 anos de presença no continente. “Tenho 25 anos de vivência no mercado de Petróleo e, por isso, sempre fui usuário  – e fã – das ferramentas da Fluke. Agora tenho o desafio de tocar a empresa, trazer novas ideias, para poder contribuir com minha visão de fora do mercado e experimentar novas formas criativas de aproximar a empresa do mercado, gerando maior proximidade com o cliente final via canais de distribuição”, comentou. E o caminho para também alinhar os objetivos da empresa às metas mundiais da companhia, sinalizado pelo executivo, envolve “obter feedback do cliente para alimentar o funil de produtos e entender melhor a estratégia, ajustando estratégias e produtos”.

Além de presidente da Gilbarco Veeder-Root, exerceu posições de liderança em diversas empresas e tem  forte histórico em construção de equipes e em impulsionar crescimento. Formado em Engenharia Industrial pelo Instituto de Tecnologia de Buenos Aires (ITBA) e tem MBA no Centro de Estudos Macroeconômicos da Argentina (Universidade CEMA). O executivo atua no Grupo Fortive há mais de 10 anos e até então estava presidente da Gilbarco Veeder-Root América Latina.

Webinar de Lançamento das Câmeras Termográficas Fixas RSE300 e RSE600

No próximo dia 31 de Julho de 2018 às 10h30, a Fluke do Brasil vai promover o "Webinar de Lançamento das Câmeras Termográficas Fixas RSE300 e RSE600". 

Quando há mais sobre o infravermelho do que parece à primeira vista. Apresentamos as primeiras câmeras de infravermelho da Fluke com suporte e totalmente radiométricas: a série RSE.

Faça a sua inscrição gratuita AQUI.

Para conhecer a linha de produtos FLUKE disponíveis no Grupo Policom, acesse este link.

Fantasmas na rede: websérie do Grupo Policom ensina como solucionar problemas na rede

O Grupo Policom  em parceria com o Professor Ramos (ProfessorRamos.com) lançou websérie que tem como objetivo contribuir para a solução de problemas de ruídos e interferências na rede. Trata-se da “Fantasmas da Rede”, que usa como referência as soluções da NetScout, líder de mercado em soluções para garantia de serviço de redes.

Comercializada pelo Grupo Policom desde início de 2016, a linha de produtos da Netscout compreende soluções capazes de gerar ganhos significativos às empresas e aos provedores de serviços em função de favorecer a gestão de serviços de redes móveis e a identificação de problemas de desempenho na rede, assim como ajudar a rapidamente equacionar problemas que causam interrupções de negócios ou impactam negativamente nos usuários de TI.

“São soluções especialmente projetadas para os times de suporte de TI, operações de data center e também para profissionais que atuam com projetos de novas redes e precisam ter precisão ao definir sua infraestrutura Wi-Fi”, explica Anderson Carvalho, gerente de Marketing do Grupo Policom.

Entre os produtos demonstrados na websérie destacam-se LinkSprinter, LinkRunner G2,  OneTouch e AirCheck G2 – equipamentos portáteis direcionados a testes e análise de redes especialmente projetados para ajudar o dia a dia dos técnicos de suporte de rede e TI, tanto para redes cabeadas quanto Wi-Fi

Com produção de Priscila Nakamura, do Grupo Policom, estes conteúdos são disponibilizados gratuitamente e podem ser acessados pelo endereço www.grupopolicom.com.br/netscout.

Como escritórios centrais e data centers podem coexistir em harmonia

Especialista da CommScope fala sobre os desafios e as soluções para o planejamento e a gestão de serviços convergentes

 

Eduardo A. Estella Lee*

A constante evolução dos serviços de banda larga e as promessas da tecnologia 5G estão forçando os provedores de serviço a oferecerem um crescente mix de serviços em suas redes fixas e móveis. Em inúmeros casos, essa evolução trará a necessidade de aproximar a capacidade de entrega do serviço mais próximo à borda (edge) de rede. Como resultado, operadoras estão sendo forçadas a incorporar funcionalidades de data centers a seus escritórios centrais, juntamente com os serviços tradicionais de telecomunicações.

Essa convergência entre data centers e serviços de telecomunicações impulsionará os provedores de diferentes grupos de fornecedores de serviços a trabalharem em conjunto. No entanto, o desenvolvimento de aplicativos de processamento de dados de baixa latência e serviços de telecomunicações básicos na mesma unidade exigem que as operadoras sustentem o cenário do “rip and replace” (remoção e substituição), típico no data center, ao mesmo tempo que apoia e acompanha a evolução da infraestrutura tradicional dos escritórios centrais para um longo ciclo de vida. Neste artigo, abordaremos alguns dos desafios e projetos de sucesso para o planejamento e gestão de serviços convergentes nos escritórios centrais.

Migração do data center para a borda (edge)

Com a evolução das redes, as operadoras implementam múltiplas redes: fiber-to-the-home (FTTH – fibra para residências, em português), fiber-to-the-business (FTTB – fibra para o ambiente de negócios) e fibra para redes wireless, por exemplo. Os usos desses tipos de rede são diversificados, sendo um deles direcionado para serviços de baixa latência.  A latência é impulsionada pelo número de conversões eletrônicas feitas – o número de saltos que o sinal deve realizar para recuperar e transmitir todos os dados. Cada vez que uma conversão é feita, latência é adicionada. Contudo, a rede 5G não sustenta muitas conversões, por isso, traz a necessidade de ter data centers de borda mais próximos dos usuários.

Para uma operadora, um data center provavelmente ficará localizado em um escritório central, próximo à borda da rede. É nesse local que a operadora terá ao seu dispor os serviços tradicionais (FTTH, voz e vídeo) e também onde hospedará funcionalidades de data center de borda. Esse tipo de data center se conectará a outros centros de dados regionais: data centers de borda hospedarão aplicações que exigem baixa latência, enquanto algumas aplicações irão para data centers regionais. Esses centros regionais poderiam abrigar programas de vídeo menos populares, servidores de e-mail, servidores de SMS e outros serviços nos quais pequenos delays não são críticos. Muitas aplicações de data centers de borda estarão relacionadas à segurança e experiência dos usuários – como em jogos multi-player, de realidade aumentada ou de navegação para carros autônomos.

Considerações sobre os equipamentos

A arquitetura do data center, os padrões e os métodos de operação são bem diferentes da arquitetura e dos padrões dos escritórios centrais. Os data centers têm ciclo de vida curto,  entre 3 e 5 anos, e passam por fases de “desmonte e substituição” (do inglês “rip and replace”) periódicos, enquanto escritórios centrais operam com ciclos de vida de 10 a 20 anos.

Dentro do escritório central, a operadora terá de lidar com um sistema massivo de redes de fibra. Ela deverá ter um gabinete de distribuição de fibras ópticas com alta densidade que ofereça fácil acesso, muita flexibilidade e seja extremamente confiável para suportar um ciclo de 20 anos e ainda aguente múltiplas evoluções nas redes. A densidade e a acessibilidade são cruciais, assim como a confiança na rede, no longo prazo. Acima de tudo, o escritório central que hospeda o data center de borda aparentará algo completamente novo.

Expandindo o conhecimento

Enquanto escritórios centrais voltados à telecomunicações desenvolveram muito conhecimento com gerenciamento e conectividade de fibras ópticas monomodo, adicionar funcionalidades de data center exigirá muitas outras conexões multimodo. Como resultado, o sistema de telecomunicações necessita de evolução em seu sistema de gerenciamento e conectividade de fibra óptica multimodo.

Para suportar serviços habilitados para data centers, a operadora de telecomunicações deve também desenvolver conhecimento em virtualização. Os dias de utilização de inúmeros elementos de redes individuais para desempenho de função de rede única são coisa do passado, e as operadoras estão otimizando seus investimentos de CAPEX virtualizando as funções de redes com softwares em servidores e disseminando programas entre eles na forma de cargas de trabalho, utilizando tecnologias como virtualização das funções da rede e redes definidas por softwares (do inglês Software-defined networking -SDN). Os recursos de virtualização são mais rentáveis, utilizam menos espaço e geram custos menores.

Planejamento

Embora não seja possível saber do futuro, há três pontos para tentar entendê-lo: flexibilidade, densidade e acessibilidade.

- Flexibilidade – O uso dos conectores multifiber push-on (MPO) para cabos de fibra e patch cords deixam muito mais fácil e rentável a mudança de configuração, quando necessária. Painéis que incluem módulos que possibilitam facilmente alterações de LC para MPO e de volta ao LC, enquanto utilizam o mesmo cabo backbone, são cruciais com a evolução constante das fibras ópticas multimodo usadas em servidores de data centers e switches.

- Densidade – As operadoras devem optar por plataformas de fibra com a mais alta densidade e equipamentos de switch que possibilitam o crescimento futuro de conectividade para a entrega do serviço. Também devem optar pelo uso de equipamentos de multiplexação por divisão de comprimentos de onda para aumentar a capacidade de tráfego em redes de fibra já existentes.

-Acessibilidade – As operadoras devem optar por utilizar painéis de fibra e estruturas que maximizem o acesso às conexões de fibra.

Trabalhando com os parceiros corretos

Com relação à escolha certa na evolução da arquitetura do escritório central, as operadoras devem trabalhar com provedores de equipamento que oferecem tanto soluções de data center quanto o sistema de telecomunicações tradicionais e que estejam no mercado há décadas. Esses provedores possuem histórico e experiência para aconselhar as operadoras da melhor forma possível.

Por fim, a previsão da demanda é um desafio, assim como a junção da atual e de futuras tecnologias devem entrar na mesma equação. A flexibilidade e a capacidade de adaptação da infraestrutura que permitem aos provedores adequar e personalizar rapidamente seus serviços às demandas do cliente se mostrará essencial para a criação de um bem-sucedido plano de ação.

*Eduardo A. Estella Lee é diretor para a área de produtos de conectividade da CommScope para as regiões da América Latina e Caribe

Grupo Policom e UBIC juntos em Trade In Fluke Networks

A promoção vai até 30 de junho

Com o objetivo de atender os canais associados da União Brasileira dos Integradores de Soluções de Engenharia (Ubic) no Trade In Fluke Networks 2018, o Grupo Policom viabilizou até o dia 30 de junho condições especiais para atualização dos certificadores antigos para a nova plataforma VERSIV Fluke Networks.

Essa parceria, como explica Anderson Carvalho, gerente de Marketing do Grupo Policom, é positiva para todos os envolvidos: “A Ubic, como entidade, leva benefícios a seus associados; e o Grupo Policom mostra sua força como maior distribuidor Fluke Networks da América Latina, pelo segundo ano consecutivo. Já os canais filiados à Ubic contam com o maior time técnico de FNET Experts com formação CCTT Fluke Networks e centro de treinamento autorizado Fluke Networks”, explica, informando que para participar “é necessário apenas contatar nosso time comercial até 30 de junho de 2018”.

Essa promoção – que envolve apenas a migração para a linha Versiv –  soma-se à outra campanha com condições convidativas para interessados na linha de certificadores e testadores de rede Fluke: a Capitão Fluke, inspirada na Copa do Mundo de Futebol 2018. Neste caso, o Grupo Policom está premiando todos os integradores que adquirirem certificador Fluke Networks até final do campeonato.

Informações completas podem ser obtidas em www.grupopolicom.com.br/flukenetworks

Grupo Policom e NetScout: preço promocional em kit de teste de rede

Distribuidor NetScout, o Grupo Policom participa de campanha mundial da fabricante que dá 20% de desconto sobre o preço individual na compra do  kit de teste de rede de acesso com fio e Wi-Fi (SP-TESTKIT-CBO), composto pelo AirCheck G2 e pelo LinkRunner G2 individualmente.

Juntos, esses testadores permitem a validação rápida do desempenho da conectividade de redes cabeadas e Wi-Fi, auxiliando a validar rapidamente o switch / porta / VLAN, o PoE de 60 W, a relação sinal / ruído Wi-Fi e a detecção de interferência, economizando tempo e garantindo acesso à rede.

O AirCheck G2 é um testador sem fio, enquanto que o LinkRunner G2 se constitui testador inteligente de rede Ethernet fibra e cobre, com cabo WireView ID # 1, acoplador Inline RJ-45 e cartão Micro SD 8G. Os dois são fornecidos com estojo pequeno para transporte, carregador AC, cabo USB e  Guia de Início Rápido.

A promoção também permite a contratação opcional do suporte Gold, um serviço de hardware anual gratuito, suporte técnico e atualizações de software, que pode ser adquirido individualmente para cada um dos produtos.

Como informa Anderson Carvalho, gerente de Marketing do Grupo Policom, “a cotação deve ser formalizada com  os vendedores do Grupo Policom ou no portal cotaONLINE Grupo Policom. Há número limitado de produtos à disposição. Por isso, apesar de a data final ser 31 de dezembro de 2018, esse desconto é válido até o final dos estoques”.

 

Tecnocomp apresentou soluções em data center durante evento de TI do Gartner

Partindo do princípio de que por trás de um grande negócio, sempre há uma ferramenta tecnológica que favorece e agrega, a Tecnocomp participou de  Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Gerenciamento de Operações e Data Center 2018 e levou sua experência de mais de 30 anos em gestão e serviços de tecnologia da informação, com ênfase na onstrução e reforma de data center. 

De acordo com Ricardo Perdigão Nunes, diretor comercial da Tecnocomp, apenas em data center são mais de 10 anos de experiência. A forma de atuação da empresa tornou-a referência nacional em gestão de serviço e TI, tendo, inclusive, desenvolvido seu próprio framework, "que é utilizado em fase de projeto, assim o cliente pode acompanhar em tempo real as atividades e métricas”.

À Conferência Gartner, a Tecnocomp também levou sua expersite na gestão do processo de reorganização de uma grande rede de hospitais do Brasil, pois, “a modernização de um hospital passa, principalmente, pelo TI, fizemos um planejamento de correção, mostramos os pontos que poderiam ser melhorados e alinhamos nossa estratégia com o plano de inovação deles, dessa forma, conseguimos fazer toda a mudança necessária”, comentou Nunes.

O evento foi realizado em São Paulo, nos dias 3 e 4 de abril em São Paulo. 

Cinco boas razões para utilizar níveis a laser profissionais

Marco Gonçalves*

Para quem está preparando um novo sistema elétrico comercial, HVAC, ou adaptação de uma configuração existente, o processo pode ser longo e tedioso. Adicionando níveis a laser ao seu saco de ferramentas, você pode não só trabalhar mais rápido, quanto mais precisamente. No entanto, alguns destes equipamentos já provaram que quebram facilmente e perdem a calibração durante o manuseio regular no serviço.

Tendo em vista as necessidades dos técnicos, torna-se imperativo a utilização de níveis a laser profissionais. Esse tipo de equipamento é projetado para resistir às quedas, além de serem fáceis de usar e versáteis o suficiente para atender a uma variedade de requisitos de configuração elétrica e de HVAC. Se você está se perguntando por que precisa de um nível a laser profissional de qualidade, abaixo estão cinco boas razões:

1 – Precisão

Se você está instalando aparelhagem, dutos, bandejas de cabos, iluminação, tomadas ou interruptores, é fundamental que o aparelho mapeie uma linha reta, seja para desempenho ou estética, ou ambos. Linhas a giz e cadeias de referência cedem, borram e desaparecem. Os níveis a laser de uma linha profissional projetam com precisão e legibilidade pontos de referência e entregam resultados instantaneamente graças a um rápido gimbal autonivelante.

2 - Sobrevivência a manuseio brusco

Existem no mercado níveis a laser que tendem a quebrar facilmente ou perder a calibração, caso haja queda. Quando você está realizando um serviço, você não pode se dar ao luxo de substituir seu nível a laser toda vez que isso ocorre. Por isso, é importante adquirir equipamentos com proteção de carcaça de borracha, que permitem que os aparelhos caiam e ainda permaneçam calibrados.

3 - Tempo é dinheiro

Pode ser um clichê, mas trata-se da mais pura verdade. Estima-se que eletricistas podem gastar até 25% de seu tempo medindo e preparando um trabalho. Ferramentas tradicionais como níveis de bolha ou prumo e giz, muitas vezes, exigem pelo menos duas pessoas. Investir em um nível a laser profissional possibilita a medição de uma grade padrão no chão e transferência dos pontos para o teto, garantindo assim o posicionamento preciso de luminárias, por exemplo. Isso minimiza o número de viagens até uma escada ou elevador, o que economiza tempo e reduz risco. O que costumava levar horas, pode levar minutos, tornando seu trabalho mais produtivo e preciso.

4 - Chegar à causa raiz requer assistênciaMesmo que seus olhos sejam bons, nem sempre é fácil identificar uma linha a giz em um ambiente empoeirado ou escuro. Se o local é úmido ou molhado, as chances da linha a giz desaparecer são grandes. Os níveis a laser profisioanis produzem linhas contínuas que são nítidas e brilhantes, para garantir melhor visibilidade. Além disso, projetam três pontos claramente visíveis, com cores vibrantes verdes ou vermelhas, para condições de alta iluminação ambiente. A linha de dectores a lasers da Fluke ajuda a localizar a linha de maneira mais rápida e eficiente, em ambientes fechados ou ao ar livre. 

5 - Armazenamento e gerenciamento de dados pode ser um desafio

Eletricistas e técnicos de HVAC instalam diferentes tipos de equipamentos em uma variedade de ambientes. O nível a laser profissional foi projetado para ajudar a mapear essas instalações rapidamente, de forma simples e precisa, em praticamente qualquer ambiente. Por exemplo:

- Trabalhos de canalização e bandejas de cabos. Use um laser pontual para transferir pontos de referência do chão para o teto para instalar rapidamente as bandejas de cabos e trabalho de duto. Você também pode utilizá-lo para ter certeza que tudo está disposto em linha reta.- Aparelhagem e equipamento mecânico. Projete uma linha a laser (ao invés de uma linha a giz) para perfurar com facilidade e precisão todos os furos no chão para equipamentos de manobra ou equipamentos mecânicos. Isso aumenta a precisão e elimina o risco de giz manchado, ajudando a garantir que você só tem que mover o equipamento pesado uma vez.- Condutor e cabo rígido. Essas instalações exigem buracos perfeitamente alinhados no chão e teto (ou paredes opostas) para um ajuste adequado. Você pode utilizar os níveis a laser para alinhar pontos centrais de vários buracos de uma só vez, ou, usar o ponto a laser para transferir pontos individuais.   - Corrida de iluminação longa. Use um laser pontual para determinar pontos de referência para uma corrida longa e um laser de linha para criar uma corrida perfeitamente reta. Isso pode economizar viagens até a escada ou elevar a tesoura e aumentar a precisão.- Tomadas e interruptores. Use um nível a laser de linha para alinhar facilmente uma parede inteira de tomadas de uma só vez. Isso economiza tempo e aumenta a precisão sobre o uso de uma linha a giz ou uma fita métrica.

*Marco Gonçalves é especialista de Produtos da Fluke do Brasil, companhia líder mundial em ferramentas de teste eletrônico compactas e profissionais.